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TRABALHO Ações
O GRAFISMO INDÍGENA NAS AULAS DE ARTE: Experiências Com a Arte Kadiwéu no Ensino Fundamental
Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
Tipo Artigo Científico
Data 08/04/2017
Área ETNOLOGIA INDÍGENA
Orientador(es)
  • Miguel Angelo Corrêa
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Maicon Moreno da Costa
    Banca
    • Carla Fabiana Costa Calarge
    • Miguel Angelo Corrêa
    • Moema Guedes Urquiza
    Resumo
    ARTE E GRAFISMO KADIWÉU NAS AULAS DE ARTES VISUAIS: Possibilidades de Sensibilizar e Criar
    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
    Tipo Artigo Científico
    Data 08/04/2017
    Área ETNOLOGIA INDÍGENA
    Orientador(es)
    • Miguel Angelo Corrêa
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Natália de Assis Dias
      Banca
      • Carla Fabiana Costa Calarge
      • Miguel Angelo Corrêa
      • Moema Guedes Urquiza
      Resumo O presente trabalho tem como objetivo analisar uma experiência educativa em uma escola municipal de tempo integral do município de Campo Grande - MS. Utilizou-se uma abordagem qualitativa que destaca as formas de manifestação e os processos do cotidiano do fato investigado conforme descrito por Minayo (2010). O primeiro passo foi discutir a visão geral do índio pela sociedade brasileira e o contato interétnico. Em seguida, uma análise da cultura como bem imaterial e cultura escolar dos temas indígenas. Já a terceira etapa foi a de reflexões sobre a representação dos povos indígenas de maneira estereotipada. O próximo passo foram as reflexões sobre a Lei nº 11.645 de 2008 e sua importância. Após um breve apontamento sobre Mato Grosso do Sul e a etnia Kadiwéu e a Escola como espaço formador e, por fim, o relato de experiência “Arte e grafismo Kadiwéu nas aulas de artes visuais: possibilidades de sensibilizar e criar”. Os resultados da pesquisa indicam que é admissível acreditar na formação dos docentes e na escola como ferramentas de transformação social, recontando a história dos povos indígenas.
      O Olhar Analítico das Representações Midiáticas dos Conflitos Territoriais Entre Indígenas e Fazendeiros no Estado De Mato Grosso Do Sul
      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
      Tipo Artigo Científico
      Data 08/04/2017
      Área ETNOLOGIA INDÍGENA
      Orientador(es)
      • Moema Guedes Urquiza
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • João Romario Zanuncio Sobrinho
        Banca
        • Carla Fabiana Costa Calarge
        • Miguel Angelo Corrêa
        • Moema Guedes Urquiza
        Resumo O objetivo do trabalho é analisar como a mídia retratou os conflitos de terras entre fazendeiros e indígenas no Estado do Mato Grosso do Sul de janeiro a dezembro de 2016. As reportagens e artigos estudados são do jornal impresso Correio do Estado que está em atividade há mais de 60 anos na região sul-mato-grossense. A metodologia desse trabalho passou por pesquisa documental, compilação do material midiático, recortes e a leitura sistemática para identificar as falácias carregadas de uma memória colonial, que silencia e coloca as etnias indígenas à margem da sociedade brasileira.
        Abordagem do Diálogo Intercultural na Eja, Valorizando as Culturas dos Povos Indígenas
        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
        Tipo Artigo Científico
        Data 08/04/2017
        Área ETNOLOGIA INDÍGENA
        Orientador(es)
        • Moema Guedes Urquiza
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Daniela Araujo Magalhães
          Banca
          • Carla Fabiana Costa Calarge
          • Miguel Angelo Corrêa
          • Moema Guedes Urquiza
          Resumo O artigo trata sobre o diálogo intercultural numa escola de EJA em Campo Grande/MS. A metodologia desse trabalho passou pela revisão bibliográfica, fundamentada na reflexão de autores como Antônio Hilário A. Urquiza e José Henrique Prado (2016); Vera Maria Candau (2012); Stuart Hall (1999); Reinaldo M. Fleuri (2001). Além disso, foram realizadas observação de “campo” e entrevistas com quatro alunos do Colégio Rui Barbosa, no qual se trabalha especificamente com Educação de Jovens e Adultos no Ensino Médio. Com as entrevistas, buscamos identificar o posicionamento dos alunos indígenas e não indígenas nesse ambiente e foi possível perceber, após a realização do trabalho, que alguns alunos ainda pensam de acordo com a educação “colonizadora” a que foram submetidos, visão que necessita ser revista e modificada.
          A IDENTIDADE DO ÍNDIO EM CONTEXTO URBANO: UM ESTUDO SOBRE O POVO TERENA NA ALDEIA MARÇAL DE SOUZA
          Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
          Tipo Artigo Científico
          Data 08/04/2017
          Área ETNOLOGIA INDÍGENA
          Orientador(es)
          • Marinês Soratto
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Leandro Pileggi Engenhari Ferreira
            Banca
            • Fabio Silva Martinelli
            • Marinês Soratto
            • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
            Resumo O estado de Mato Grosso do Sul vive hoje uma condição de ambivalência, possuidor da segunda maior população indígena do país e a maior iniquidade da nação. Frente a esta situação não foi por acaso que a capital Campo Grande foi a primeira cidade do Brasil a instituir uma aldeia urbana, o conjunto residencial Marçal de Sousa. Hoje, passado mais de vinte anos do inicio do assentamento indígena na capital, muitas questões referentes a esta população precisam ser indagadas: quem é o indígena residente na Marçal de Sousa; como foi o transito de contexto do campo para a cidade; a proximidade com a sociedade nacional impediu o seu modo de vida. O presente trabalho versa sobre estas e outras questões envolvendo o povo Terena e a aldeia urbana Marçal de Sousa. Foram realizadas visitas e uma entrevista orientada pelo referencial teórico da historia de vida que ajudaram a compreender esta população que pode ser descrita como guerreira de berço. O povo Terena já nasce lutando contra todas as adversidades, na capital, sua principal luta é contra o modo de vida do homem branco, suas regras, suas instituições e todos os imperativos que regem a sociedade nacional, e mesmo passado vinte anos do êxodo para a cidade ainda carregam aquilo que os torna diferentes, conservam o que os define como indígenas.
            A TEMÁTICA INDÍGENA NO CONTEXTO EDUCACIONAL: APLICAÇÃO DA LEI 11.645/2008 DENTRO DE UMA INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL DE MATO GROSSO DO SUL
            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
            Tipo Artigo Científico
            Data 08/04/2017
            Área ETNOLOGIA INDÍGENA
            Orientador(es)
            • Marinês Soratto
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Mauro Aparecido Cosme da Motta
              Banca
              • Fabio Silva Martinelli
              • Marinês Soratto
              • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
              Resumo A lei 11.645/08 regulamenta a obrigatoriedade do Ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena em todos os níveis de ensino. O presente trabalho buscou analisar a aplicação da referida lei, nas aulas de história, sociologia, artes e literatura da Escola Estadual Maestro Heitor Villa Lobos, sediada na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, objetivando promover um diálogo institucional sobre a interpretação dos professores e alunos acerca da temática indígena dentro do espaço educativo, desconstruir rótulos e paradigmas já existentes e propor por meio da reflexão o desenvolvimento de estratégias de ensino que contemplem a aplicação da temática indígena na escola em conformidade com a Lei 11.645/08.
              A LEI 11.645/2008 REPRESENTADA EM PESQUISAS: UMA ANÁLISE DE PRODUÇÕES ACADÊMICAS E SEUS SABERES ESCOLARES
              Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
              Tipo Artigo Científico
              Data 08/04/2017
              Área ETNOLOGIA INDÍGENA
              Orientador(es)
              • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Débora Silva Maria
                Banca
                • Fabio Silva Martinelli
                • Marinês Soratto
                • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                Resumo A presente pesquisa aborda a Lei 11.645/2008 que substituiu, complementando, a de número 10.639/2003, alterando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996 (LDB), prevendo a obrigatoriedade do ensino e estudo da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena na educação básica. Através de um levantamento de dados realizado na plataforma de pesquisa Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), foram analisados quatro artigos científicos relacionados à lei, com o objetivo de investigar e relacionar os saberes escolares que estão sendo divulgados e propostos no ambiente escolar. A delimitação dos artigos levou em consideração a importância da livraria eletrônica Scielo no meio acadêmico. É possível afirmar que durante a leitura dos artigos, constatou-se a preocupação da aplicação dos conteúdos indígenas não apenas em disciplinas da área de humanas e também destacou-se a importância da formação dos professores para trabalhar os conhecimentos étnicos.
                PRECONCEITO E ESTEREÓTIPO SOBRE OS POVOS INDÍGENAS NO BRASIL
                Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                Tipo Artigo Científico
                Data 08/04/2017
                Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                Orientador(es)
                • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Francisco de Assis Ferreira
                  Banca
                  • Fabio Silva Martinelli
                  • Marinês Soratto
                  • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                  Resumo Este trabalho apresenta resultados significativos, preliminares de uma pesquisa através de obras bibliográficas, que teve como objetivo geral analisar até que ponto os estereótipos, preconceito e discriminação está presente em nossa população. Pôde-se observar que os povos indígenas sempre vêm sofrendo algum tipo de preconceito e discriminação por parte de pessoas que desconhecem ou simplesmente não se interessam em saber sobre os valores desses povos que habitam nosso território há muitos séculos. O fato de não conhecer sobre esses povos, gera na maioria da população certo modismo e comodismo, fazendo assim, uso de palavras e expressões para classificar a população indígena e é assim que surge os estereótipos mais comuns que sempre se ouve em nosso cotidiano.
                  INDÍGENAS NAS ESCOLAS DE CAMPO GRANDE: INVISIBILIZADOS E MINIMIZADOS NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS
                  Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                  Tipo Artigo Científico
                  Data 08/04/2017
                  Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                  Orientador(es)
                  • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Sander Barbosa Pereira
                    Banca
                    • Fabio Silva Martinelli
                    • Marinês Soratto
                    • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                    Resumo O presente artigo constitui-se em uma pesquisa bibliográfica e tem como objetivo apontar caminhos para a reflexão de uma educação multicultural no município de Campo Grande, capital do Estado de Mato Grosso do Sul, onde a presença da população Indígena em contexto urbano cresce exponencialmente. O Estado abriga a segunda maior população indígena do país e a proximidade desta com os centros urbanos requer um processo intercultural que leve a estudos e ações para que a educação bilíngue se efetive nas escolas urbanas próximas as comunidades indígenas presente no município, tirando os povos Indígenas da situação de invisibizados e minimizados em referência as políticas educacionais, apesar dos avanços das leis vigentes.
                    EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: PERSPECTIVAS DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DIDÁTICO NA ESCOLA MUNICIPAL SULIVAN SILVESTRE DE OLIVEIRA – TUMUNE KALIVONO - CAMPO GRANDE - MS
                    Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                    Tipo Artigo Científico
                    Data 08/04/2017
                    Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                    Orientador(es)
                    • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Gisele Ferreira da Silva de Oliveira
                      Banca
                      • Fabio Silva Martinelli
                      • Marinês Soratto
                      • Suelise de Paula Borges de Lima Ferreira
                      Resumo
                      A CRIANÇA INDÍGENA NA ALDEIA URBANA TUMUNÉ KALIVONO “CRIANÇA DO FUTURO”: primeiras aproximações
                      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                      Tipo Artigo Científico
                      Data 08/04/2017
                      Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                      Orientador(es)
                      • Carlos Magno Naglis Vieira
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Bianca de Paula Samaniego de Siqueira Santos
                        Banca
                        • Carlos Magno Naglis Vieira
                        • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                        • Marcelo Casaro Nascimento
                        Resumo Este artigo tem como objetivo apresentar a criança indígena em seus espaços e relações; a maneira de como é o processo de interação e integração, bem como mostrar a criança em seus diferentes espaços de circulação e socialização. O processo de mudança de localidade e, consequentemente, a construção de aldeias urbanas, tem como um dos objetivos proporcionar às crianças melhores condições de vida, possibilitando a construção da expectativa de um futuro melhor. Tudo isso foi percebido através de estudo de campo, em conversas informais sobre a vida desses povos, onde pude perceber sua maneira de ser e agir perante a sociedade; e o que é imposto por eles, com a finalidade de conservar a cultura e a educação das crianças, de forma que essa herança étnica perdure pelos tempos, conservando sua identidade histórica.
                        O BRINCAR DAS CRIANÇAS TERENA NA TERRA INDÍGENA BURITI, MS: EXPERIÊNCIA DE PESQUISA NAS ALDEIAS OLHO D’ÁGUA, ÁGUA AZUL E BARREIRINHO
                        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                        Tipo Artigo Científico
                        Data 08/04/2017
                        Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                        Orientador(es)
                        • Carlos Magno Naglis Vieira
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Marilene Santos de Almeida Pedral
                          Banca
                          • Carlos Magno Naglis Vieira
                          • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                          • Marcelo Casaro Nascimento
                          Resumo Nos últimos anos, evidenciamos pouca literatura sobre a temática da criança indígena, apesar de um tímido crescimento. Nesse sentido, o presente trabalho procura desmistificar ideias preconcebidas sobre a criança indígena, apresentando brincadeiras infantis Terena, observadas ainda no período de graduação em Ciências Sociais, na Terra indígena Buriti, Mato Grosso do Sul, Brasil, mais especificamente nas aldeias Água Azul, Olho D água e Barreirinho. O estudo procurou observar o brincar, a partir dos educadores e pais indígenas. Nas comunidades estudadas, o brincar, está inerente a criança e é visto como importante no aprendizado e desenvolvimento, estando presente nas diversas atividades e ambientes da aldeia, sem limite de horas ou local para brincar. Elementos da natureza fazem parte das brincadeiras e as situações de tensão da vida dos adultos estão presentes. Vivendo o dia a dia da aldeia, acompanham a vida dos adultos, imitando e criando de forma dinâmica.
                          A VALORIZAÇÃO DA CULTURA INDÍGENA, E O PRECONCEITO RACIAL NO CONTEXTO DA ESCOLA MUNICIPAL USINA DO MIMOSO-POLO-SALA: MARÇAL JOSE DE SOUZA-NESTLÊ
                          Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                          Tipo Artigo Científico
                          Data 08/04/2017
                          Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                          Orientador(es)
                          • Marcelo Casaro Nascimento
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Sônia Aparecida de Souza
                            Banca
                            • Carlos Magno Naglis Vieira
                            • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                            • Marcelo Casaro Nascimento
                            Resumo Este trabalho tem como objetivo investigar como os professores trabalham a questão da cultura indígena e o combate ao preconceito e a discriminação em sala de aula. Foi feito um estudo por meio de uma pesquisa de campo com questionário com perguntas abertas e fechadas aos professores a respeito do tema proposto. Verificou-se como são trabalhadas em sala de aula visando o desenvolvimento e sua cultura, com o objetivo de aprofundar teoricamente alguns pressupostos a partir da prática pedagógica e metodologias que favoreçam a aplicação de temas e medidas que visa a concretização de iniciativas de combate ao racismo. A metodologia adotada para a condução desta pesquisa foi um levantamento que apurou resultados de pesquisa para este estudo e foi necessário embasamento de referencial teórico para suporte do referido estudo. Portanto o resultado inferiu que os professores trabalham a diversidade no processo educativo com debate sobre os temas como justiça, discriminação, preconceito, solidariedade, ética, presentes em todas as matérias do currículo escolar, destacou-se que os conteúdos trabalhados na escola contribuem para o desenvolvimento e construção das identidades e auto-estima facilitando o processo de socialização.
                            PERMANÊNCIA DO ALUNO INDÍGENA DO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL I NA ESCOLA MUNICIPAL IMACULADA CONCEIÇÃO DE CAMPO GRANDE MS
                            Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                            Tipo Artigo Científico
                            Data 08/04/2017
                            Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                            Orientador(es)
                            • Marcelo Casaro Nascimento
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Daniela Souza Brito
                              Banca
                              • Carlos Magno Naglis Vieira
                              • Fernando Augusto Azambuja de Almeida
                              • Marcelo Casaro Nascimento
                              Resumo Este artigo tem como objetivo demonstrar a importância da educação indígena. Estabeleceu-se na sala de aula entre o aluno indígena e não indígena, para perceber como é possível através da “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”, elucidar e desmistificar as ideias “colonizadas”, que ainda nos deparamos no processo de aprendizagem e inclusive foi o motivo da escolha desse tema. Entender e refletir sobre as diferenças encontradas pelos povos indígenas em meio à sociedade nacional, pois percebemos ao conviver com os alunos indígenas a dificuldade por eles encontrada nesse ambiente, ou seja, uma escola que não foi criada para atender especificamente esse público, porém, visa ajudá-los a melhorar seu aprendizado, dando a eles a possibilidade de melhores empregos e a possibilidade de dar continuidade aos estudos.
                              MÉTODO CANGURU: A EXPERIÊNCIA DOS PAIS DE RECÉM-NASCIDOS COM BAIXO PESO
                              Curso Mestrado em Enfermagem
                              Tipo Dissertação
                              Data 07/04/2017
                              Área ENFERMAGEM
                              Orientador(es)
                              • Cristina Brandt Nunes
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Mayara Carolina Cañedo
                                Banca
                                • Ana Cláudia Garcia Vieira
                                • Cristina Brandt Nunes
                                • Maria Lucia Ivo
                                • Paula de Oliveira Serafin
                                Resumo O Método Canguru é uma abordagem assistencial humanizada, aplicada no período neonatal e direcionada à melhoria do cuidado prestado ao recém-nascido de baixo peso e/ou pré-termo, com necessidade de hospitalização. O objetivo deste estudo foi conhecer a experiência dos pais de recém-nascidos de baixo peso na adaptação ao Método Canguru, no ambiente hospitalar e nos cuidados em domicílio. A pesquisa é qualitativa, na modalidade Estudo de Caso, realizada com pais de recém-nascidos pré-termo e/ou baixo peso, atendidos na Unidade Neonatal do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. As técnicas de coleta de dados foram a observação com registro em diário de campo, a elaboração de genogramas e ecomapas, consultas aos prontuários e entrevistas. O estudo é composto por doze casos, sendo 18 recém-
                                nascidos pré-termo e/ou baixo peso, 12 mães, destas sendo duas adolescentes, e três pais. Os dados foram analisados, segundo o enfoque da análise temática, proposto por Minayo. Foram elencadas três categorias temáticas para a discussão: concepção do Método Canguru para os pais; a experiência dos pais com o Método Canguru no ambiente hospitalar; e a experiência dos pais com o Método Canguru no ambiente domiciliar. Estas categorias surgiram a partir dos seguintes temas: o significado do Método Canguru para os pais; benefícios do Método Canguru para as crianças; a efetividade do Método Canguru; descompasso do Método Canguru; adaptação da família; acompanhamento do bebê após a alta hospitalar: sucessos e insucessos. Considera-se que o Método Canguru foi efetivo na formação de vínculo entre o bebê e os seus pais, devido à participação da família na realização dos cuidados básicos com o bebê, desde a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Os pais aplicaram o contato pele a pele e o banho humanizado, preconizado pelo Método Canguru, no ambiente hospitalar; além disso, a equipe de saúde proporcionou aos pais momentos de aprendizado e troca de experiência. Desvelaram-se também as fragilidades existentes no centro-obstétrico e unidade neonatal, relacionadas ao Método Canguru, ao nascimento e à hospitalização, aos processos de trabalho e à área física. Na percepção dos pais, há profissionais que não demonstram ter perfil para trabalhar com o Método Canguru e com as famílias, em sua integralidade e individualidade. Percebe-se que os pais adquiriram conhecimento quanto ao Método Canguru e mantiveram a realização do contato pele a pele no domicílio, com a utilização da faixa de tecido e com o uso de lençol e de casaco, mas também aplicaram o contato pele a pele sem nenhuma contenção. O Método Canguru potencializa a qualidade de vida dos recém-nascidos baixo peso, ratificando-se como um recurso a mais na atenção à criança e à sua família. Este estudo é importante para a saúde e para a enfermagem, pois demonstrou o conhecimento que os pais adquiriram sobre o Método Canguru durante a hospitalização do filho; além de evidenciar o modo de aplicação do Método Canguru na unidade neonatal e no domicílio.
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                                O lugar do Outro na narrativa jornalística: um olhar a partir da cultura
                                Curso Mestrado em Comunicação
                                Tipo Dissertação
                                Data 07/04/2017
                                Área COMUNICAÇÃO
                                Orientador(es)
                                • Alvaro Banducci Junior
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Moema Guedes Urquiza
                                  Banca
                                  • Alvaro Banducci Junior
                                  • Daniela Cristiane Ota
                                  • Esmael Alves de Oliveira
                                  • Luciene de Oliveira Dias
                                  Resumo A proposta desta dissertação é refletir sobre o lugar ocupado pelo Outro na narrativa
                                  jornalística, a partir das contribuições de autores que discutem cultura. A
                                  problematização em torno do objeto de pesquisa – o lugar do Outro na narrativa
                                  jornalística – é realizada com a contribuição de Geertz (1997, 2013), Wagner (2012),
                                  Bhabha (1998), Hall (1997, 2003a, 2003b), Duschatzky e Skliar (2011), Santos e
                                  Meneses (2010), Silva (2013, 2014), Medina (2003, 2006, 2008), Larrosa e Skliar
                                  (2011), Traquina (2008). Na perspectiva deste trabalho, o Outro é o sujeito
                                  subalternizado; a narrativa jornalística sob a qual me debruço é aquela alicerçada a
                                  partir da revolução industrial, que comunga com o modelo socioeconômico
                                  hegemônico, onde o tempo é linear, escasso e urgente, o conhecimento válido é o
                                  científico e onde a objetividade se traduz no ideal a ser perseguido pelos jornalistas. A
                                  opção metodológica para produzir uma reflexão sobre o lugar do Outro na narrativa
                                  jornalística foi a de conduzir este estudo não por meio de um veículo, formato ou gênero
                                  em específico, mas a partir de ferramentas essenciais ao fazer jornalístico: a pauta,
                                  fontes e entrevista. Nessa direção, matérias jornalísticas foram selecionadas e
                                  enxertadas na dissertação tanto como exemplo de adensamento da lógica abissal e do
                                  esvaziamento ou silenciamento do Outro nas narrativas como enquanto possibilidades
                                  criativas, de narrativas mais densas e complexas. Sem a pretensão de indicar modelos e
                                  normatizar padrões, ao final do percurso é possível concluir que há aproximações
                                  interessantes entre cultura e jornalismo, assim como entre os fazeres do etnógrafo e do
                                  jornalista, experiências que podem ser muito enriquecedoras se pudermos partir da
                                  perspectiva do Outro, numa atitude de escuta e observação para, então, buscar
                                  significados.
                                  PALAVRAS-CHAVE: Jornalismo, Cultura, Alteridade, Subalternidade.
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                                  Implantação Eficiente de Múltiplas Coreografias de Serviços em Nuvens Híbridas
                                  Curso Doutorado em Ciência da Computação
                                  Tipo Tese
                                  Data 06/04/2017
                                  Área CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
                                  Orientador(es)
                                  • Fabio Moreira Costa
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Raphael de Aquino Gomes
                                    Banca
                                    • Bruno Richard Schulze
                                    • Daniel de Angelis Cordeiro
                                    • Edson Norberto Caceres
                                    • Fabio Moreira Costa
                                    • Humberto José Longo
                                    • Kleber Vieira Cardoso
                                    • Ricardo Couto Antunes da Rocha
                                    Resumo Esta tese apresenta uma abordagem baseada em modelos para abstrair, simplificar e automatizar as decisões de gerenciamento de recursos em nuvem ao implantar um conjunto de coreografias de serviços sujeitas a restrições não-funcionais. Dada uma descrição em alto nível das coreografias e das restrições relacionadas, a abordagem realiza de maneira autônoma a estimativa, a seleção e a alocação dos recursos em um ambiente de nuvem híbrida com múltiplos provedores, enquanto reduz os custos associados à utilização dos recursos e o atraso de comunicação entre os serviços. A principal motivação para o seu desenvolvimento se deve ao fato das coreografias de serviço serem amplamente utilizadas para o desenvolvimento de soluções com necessidades complexas, que geralmente compartilham serviços entre si. Isso faz com que o gerenciamento de recursos esteja sujeito a uma série de desafios, principalmente relacionados aos diferentes papéis que um serviço assume, à interferência que uma restrição causa em outra e à grande quantidade de tipos de recurso a serem considerados. A tese também propõe uma arquitetura que agrega à abordagem uma proposta para a automação das atividades relacionadas ao gerenciamento dinâmico de recursos como forma de reparar violações detectadas sobre as restrições. Esta arquitetura foi parcialmente implementada em um protótipo que foi utilizado na avaliação da abordagem.
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                                    UM PANORAMA DAS PESQUISAS EM FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NO PROGRAMA OBEDUC (2010 – 2015): UMA CARACTERIZAÇÃO DA REFLEXIVIDADE DOCENTE
                                    Curso Mestrado em Educação Matemática
                                    Tipo Dissertação
                                    Data 06/04/2017
                                    Área MATEMÁTICA
                                    Orientador(es)
                                    • Patricia Sandalo Pereira
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Jesus Reinaldo Alves Quirino
                                      Banca
                                      • Abigail Fregni Lins
                                      • Anemari Roesler Luersen Vieira Lopes
                                      • Aparecida Santana de Souza Chiari
                                      • Edilene Simoes Costa dos Santos
                                      • Patricia Sandalo Pereira
                                      Resumo Esta pesquisa foi desenvolvida no Curso de Mestrado em Educação Matemática do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), cujo objeto de estudo foi a reflexividade docente na formação continuada de professores de Matemática. Teve como finalidade responder a seguinte questão: como se caracteriza a reflexividade docente identificada em pesquisas em Educação Matemática que tratam da formação continuada de professores de Matemática, vinculadas ao Programa Observatório da Educação, no Brasil, de 2010 a 2015? Seu objetivo geral foi Analisar pesquisas em Formação Continuada de Professores de Matemática, produzidas no Brasil, nos Programas de Pós-Graduação, vinculadas ao Programa OBEDUC, no período de 2010 a 2015, mais especificamente buscando caracterizar a reflexividade docente. Para discorrer sobre formação continuada de professores nos apoiamos em Nóvoa (1991, 1995, 2013), Gatti (2002, 2008), Imbernón (2009, 2010, 2011) e Demailly (1995), dentre outros. Para a análise dos indícios de reflexão docente, identificados nas pesquisas nos valemos de Zeichner (1993, 2002), Pimenta (2002), Alarcão (2001), Ibiapina (2008) e Liberali (1999, 2010). Optamos por uma abordagem qualitativa de pesquisa com base em Esteban (2010) e a modalidade de pesquisa conforme os pressupostos do Estado da Arte, de acordo com Ferreira (2002) e Romanowski e Ens (2006) e o Estado da Questão, em consonância com Therrien e Therrien (2004). Mapeamos 124 pesquisas entre teses e dissertações desenvolvidas em projetos vinculados ao Programa Observatório da Educação (OBEDUC), defendidas no período de 2010 a 2015. Destas identificamos 43 pesquisas em Educação Matemática e 32 voltadas para formação continuada, dentre as quais, segundo critérios estabelecidos para definir o corpus de análise, selecionamos 5 dissertações que apresentaram indícios de reflexão do professor. Para a análise desses indícios definimos 3 categorias - Formação continuada e a reflexividade docente na perspectiva da técnica, Formação continuada e a reflexividade docente na perspectiva da prática e Formação continuada e a reflexividade docente na perspectiva da crítica - por meio das quais, com base em Liberali (1999, 2010) caracterizamos a reflexividade docente nos níveis técnica, prática e crítica. As análises dessas pesquisas nos permitiram apontar como principais resultados nos processos de formação continuada de professores no âmbito do OBEDUC, que: a reflexão docente é exercida como forma de mediar a formação docente e possibilitar as mudanças de concepções, a transformação das práticas pedagógicas, a autoavaliação do professor, a mudança de postura diante da sociedade em que atua e o aperfeiçoamento profissional. Verificamos ainda que de maneira geral a reflexão docente não é promovida com o objetivo de atingir o nível de reflexão crítica, ou seja, é realizada sem uma fundamentação teórica que a guie, o que a faz se aproximar muito do ato de pensar, inato do ser humano. Mesmo assim com um olhar mais atento, foi possível, por meio dos indícios localizados, identificar nas pesquisas vinculadas ao Programa OBEDUC, o exercício da reflexividade docente nos três níveis (técnica, prática e crítica).
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                                      A DEMARCAÇÃO DE TERRAS INDÍGENAS NO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
                                      Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                      Tipo Artigo Científico
                                      Data 06/04/2017
                                      Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                                      Orientador(es)
                                      • Gabriela Barbosa Lima e Santos Zotti
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Paula Regina de Oliveira Gonçalves
                                        Banca
                                        • Gabriela Barbosa Lima e Santos Zotti
                                        • Miguel Angelo Corrêa
                                        • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                                        Resumo Sendo o Estado de Mato Grosso do Sul, aliás, assim como todo o território brasileiro, originalmente ocupado por povos indígenas, desde antes da chegada dos colonizadores europeus nessas terras, a discussão a respeito do direito desses nativos à demarcação de seu território tradicional para preservação de sua língua, crença, costume, organização e sistema de resolução de conflito é medida de extrema necessidade, a qual foi buscada com a redação do presente trabalho. A conscientização da população sul-mato-grossense a respeito da importância do respeito às tradições cultivadas pelas comunidades indígenas presentes nessa Unidade da Federação mostra-se como relevante ferramenta a ser utilizada na busca do estabelecimento da harmonia entre os integrantes das comunidades indígenas e da chamada sociedade nacional. A diferença cultural existente entre referidos indivíduos deve ser respeitada e preservada, com a orientação da população acerca da superação das primitivas ideias de integração das comunidades indígenas aos hábitos adotados pela população não-indígena que a cerca, finalidade almejada pelo presente artigo. Para tanto, buscou-se compilar informações bibliográficas a respeito do tema debatido, de forma a facilitar a sua compreensão por indivíduos alheios à questão e, muitas vezes, influenciados pelas informações distorcidas fornecidas pela mídia. Para tanto, será apresentado o processo de formação do Estado de Mato Grosso do Sul, o impacto da ocupação não-indígena nas sociedades nativas, o processo de demarcação das terras indígenas e a necessidade de conscientização da população sul-mato-grossense acerca do respeito ao direito à demarcação dos territórios indígenas no estado.
                                        O POVO KAMBA NA CIDADE FRONTEIRIÇA DE MATO GROSSO DO SUL: UM ESTUDO DE SUA MIGRAÇÃO E SITUAÇÃO NOS DIAS ATUAIS
                                        Curso Especialização em Antropologia e História dos Povos Indígenas
                                        Tipo Artigo Científico
                                        Data 06/04/2017
                                        Área ETNOLOGIA INDÍGENA
                                        Orientador(es)
                                        • Gabriela Barbosa Lima e Santos Zotti
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Andréa Lúcia Cavararo Rodrigues
                                          Banca
                                          • Gabriela Barbosa Lima e Santos Zotti
                                          • Miguel Angelo Corrêa
                                          • VALDIR ARAGÃO DO NASCIMENTO
                                          Resumo Este artigo apresenta um panorama da situação do processo administrativo de reconhecimento identitário do povo Kamba de origem Chiquitano da Bolívia que migraram para o Brasil em meados do século XX e se estabeleceram em solo brasileiro na periferia da cidade de Corumbá no estado de Mato Grosso do Sul/BR, em um lugar conhecido como antigo lixão da cidade. Uma das relevâncias desta proposta de trabalho está na ampliação do conhecimento sobre uma realidade até então pouco estudada na antropologia brasileira, assim como produzir novos conhecimentos que possam contribuir para a garantia de direitos a comunidade Kamba que ali vive e adequar a sua realidade às disposições da Convenção nº 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) da qual o Brasil é signatário. Os resultados da pesquisa ora apresentada tenderá a reduzir a invisibilidade desta população em território nacional em relação aos direitos e cidadania, em igualdade com os brasileiros.
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