| INFLUÊNCIA DE PROTOCOLOS VACINAIS SOBRE O DESEMPENHO REPRODUTIVO DE NOVILHAS NELORE SUBMETIDAS A IATF |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
22/08/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Aiesca Oliveira Pellegrin
- Eliane Vianna da Costa e Silva
- Juliana Corrêa Borges Silva
- Raquel Soares Juliano
- Thyara de Deco Souza e Araujo
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| Resumo |
O estudo foi conduzido para avaliar a taxa de prenhez de novilhas Nelore, submetidas a diferentes protocolos vacinais em manejo de inseminação artificial em tempo fixo (IATF) e repasse com touro em monta natural, justificando-se a necessidade de investigar as causas de perdas reprodutivas e o manejo profilático por serem aspectos de fundamental importância em relação ao impacto e viabilidade econômica no sistema pecuário extensivo de bovino de corte. Os animais (n=763) foram distribuídos em quatro grupos: T1 - controle sem vacinação, T2 - vacinação contra leptospirose bovina (LEPT); duas doses com intervalo de 30 dias, T3 - vacinação contra herpesvirus bovino tipo 1 (BHV-1) e virus da diarreia viral bovina (BVDV); duas doses com intervalo de 30 dias, T4 - vacinação com LEPT+ BHV-1 e BVDV, duas doses com intervalo de 30 dias. Verificou-se, previamente, a taxa de ocorrência de infecção natural por LEPT, BHV-1 e BVDV realizando-se exames sorológicos. O diagnóstico de gestação foi feito aos 30, 60 e 120 dias. Avaliou-se as taxas de prenhez em função dos grupos, do peso, escore de condição corporal, presença ou ausência de cio, inseminador, touro, ocorrência de abortos ou morte fetal precoce. Os resultados obtidos revelaram que a soropositividade previa para leptospirose foi de 100% para todos os grupos, variando de 77,0% a 94,0% para BHV-1 e 64,0% a 87,0% para BVDV. O protocolo vacinal não interferiu na prenhez, de mortalidade fetal precoce ou aborto. Já o peso dos animais no início da estação reprodutiva e a presença de cio no momento da IATF interferiram. Concluiu-se que o protocolo vacinal não interferiu .no desempenho reprodutivo dos grupos experimentais. |
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| VACINAÇÃO CONTRA DOENÇAS INFECCIOSAS IMPACTANTES NA REPRODUÇÃO E SUPLEMENTAÇÃO MINERAL INJETÁVEL DE FÊMEAS NELORE INSEMINADAS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
19/06/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Eliane Vianna da Costa e Silva
- Gustave Decuadro-Hansen
- Gustavo Guerino Macedo
- Raquel Soares Juliano
- Renato Andreotti e Silva
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| Resumo |
As doenças infecciosas que afetam a reprodução contribuem para perdas econômicas consideráveis na bovinocultura, pois provocam falhas reprodutivas e impactam no sistema produtivo. A imunização contra leptospirose, rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR) e diarréia viral bovina ( BVDV), e a suplementação mineral injetável podem ser aliadas indispensáveis para a profilaxia e controle destas infecções. Este estudo buscou avaliar o manejo do impacto da imunização contra tais infecções, e a influência da suplementação mineral injetável, isoladas e conjuntamente, sobre o desempenho reprodutivo de fêmeas bovinas inseminadas. Foram utilizadas 999 vacas paridas (capítulo 1) e 268 novilhas (capítulo 2) Nelore, distribuídas aleatoriamente nos tratamentos: Controle (n = 244 vacas, 91 novilhas); Vacina n = 227 vacas, 71 novilhas Suplemento (n = 262 vacas, 30 novilhas); Suplemento (n = 266 vacas, 76 novilhas). O nível de significância considerado foi 5%, sendo tendência se 0,05 > p < 0,10. Os dados foram analisados no software R através da função glmer do pacote lme4 . Sobre os diagnósticos aos 30 (DG30) e 90 (DG90) dias de prenhez pós inseminação artificial, somente a vacina associada ao suplemento exibiu efeito significativo tendo respectivamente taxas de prenhez de 59,4% (p = 0,093) e 57,5% (p = 0,067) em relação ao controle que apresentou taxas de 54,1% e 51,6%, respectivamente , para as vacas; enquanto as novilhas tiveram respectivamente taxas de prenhez de 52,6% (p = 0,068) e 50,0% (p = 0,036) em relação ao controle que apresentou taxas de 38,5% e 34,1%, respectivamente . Referente ao aborto entre o DG30 e DG90, houve efeito significativo somente para vacina registrando taxa de 0,8% (p = 0,061) em relação ao controle que exibiu taxa de 4,5% para as vacas; enquanto nas novilhas foi observada taxa de 25,0% (p = 0,097) em relação ao controle que exibiu taxa de 11,4%. O manejo da vacinação contra leptospirose, IBR e BVDV associada à suplementação mineral injetável, anteriores ao protocolo de inseminação em tempo fixo, contribui para o aumento da eficiência reprodutiva de vacas paridas e novilhas. |
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| CARACTERÍSTICAS ANATÔMICAS DOS TESTÍCULOS DE EQUINOS CRIPTORQUIDAS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
06/06/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Luis Guilherme Pereira Guerra
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| Banca |
- Breno Fernandes Barreto Sampaio
- Eliane Vianna da Costa e Silva
- Fernando Arevalo Batista
- Marcelo Augusto de Araujo
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| Resumo |
Foram avaliados testículos de 12 equinos criptorquidas e de 10 equinos normais que
serviram como controle. Dos equinos criptorquidas 75% apresentavam retenção
testicular unilateral e a maioria (06/12) apresentavam o testículo retido no lado direito,
sendo que quatro estavam na cavidade abdominal e dois na região inguinal (tecido
subcutâneo). O peso dos testículos escrotais dos criptorquidas foram maiores que os
testículos dos animais controle (p≤0,05), mas o diâmetro dos túbulos e altura do
epitélio seminífero não apresentaram diferença significativa (p≥0,05). As gônadas
retidas eram menores que as escrotais contralaterais (p≤0,05) e que os controle
(p≤0,05) e apresentavam consistência flácida diminuição do diâmetro e altura do
epitélio germinativo dos túbulos seminíferos (p≤0,05). Nessa pesquisa observou-se a
retenção gonadal unilateral abdominal direita foi a mais comum e que o testículo
escrotal do criptorquida, apesar de ser maior, não apresentou diferença significativa
em relação ao controle quando se comparou o diâmetro e a altura do epitélio dos
túbulos seminíferos. |
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| TÉCNICAS E MATERIAIS DE SUTURA EM LAPARORRAFIAS: ESTUDO PROSPECTIVO |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
03/05/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Tereza Gomes Guerrero
- Eric Schmidt Rondon
- Fernando Arevalo Batista
- Larissa Correa Hermeto
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| Resumo |
Não há consenso sobre qual melhor técnica ou material a se utilizar em laparorrafias para que se minimizem desfechos adversos, havendo diferentes recomendações entre diferentes autores e pesquisas. Com intuito de se definir qual melhor técnica e material de sutura em laparorrafias, poliglecaprone 25, poliglactina 910, nylon e algodão foram avaliados em sutura ou não de peritônio em modelo murino. Foram utilizados 48 ratos (Rattus norvegicus) atribuídos aleatoriamente em grupos de seis animais em oito tratamentos organizados em esquema fatorial 2x2x2. Após anestesia, os animais foram submetidos a lavagens peritoneais diagósticas (dias 0, cinco e 10 pós-cirúrgico), concomitantes a esfregaços sanguíneos periféricos. As laparotomias medianas infraumbilicais se estenderam por 4 cm e a sutura da musculatura (de acordo com o tratamento) foi realizada por quatro pontos com intervalo de 1 cm com padrão simples isolado (com o fio sorteado), e pele no padrão simples isolado com fio de nylon 3-0. A nocicepção e desconforto abdominal foram avaliados diariamente através de comportamentos associados a dor. No 10° dia, os animais foram eutanasiados e uma incisão paramediana em forma de “janela” foi realizada, permitindo a avaliação de aderências. Após, o retalho foi excisionado e armazenado em solução formalina tamponada a 4%. A avaliação histolopatológica da cicatriz da parede abdominal recebeu atribuição em escala ordinal (ausente, discreto, moderado e acentuado) de acordo com os achados histológicos de tecido de granulação e células gigantes, necrose, infiltrados de linfócitos, neutrófilos e macrófagos. Os resultados encontrados permitiram concluir que, em ratos, complicações pós-operatórias associadas a laparotomias (deiscência de sutura, nocicepção e aderências) e influxo leucocitário intraperitoneal independem do tipo de material de sutura (poliglecaprone 25, poliglactina 910, algodão ou nylon) ou técnica de laparorrafia (sutura ou não de peritônio). Há correlação fraca negativa (-0,347; p=0,0195) entre leucócitos mono e polimorfonuclares observados em lavados peritoneais e esfregaços sanguíneos obtidos dos mesmos animais. Considerando apenas análise histológica: laparorrafias sem sutura de peritônio com fio absorvível monofilamentar causam maior intensidade de infiltrado polimorfonuclear; uso de sutura absorvível monofilamentar, indpendente à sutura ou não de peritônio são responsáveis por maior intensidade de infiltrado de macrófagos e laparorrafia sem sutura de peritônio com fio absorvível multifilamentar leva a menor reação de granulomas com células gigantes, após 10 dias pós-operatório. |
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| CORRELAÇÃO ENTRE CONFORTO TÉRMICO E A QUALIDADE DE SÊMEN CRIOPRESERVADO |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
11/03/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
- Eliane Vianna da Costa e Silva
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Tallita Silva de Assis Sales
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| Banca |
- Breno Fernandes Barreto Sampaio
- Eliane Vianna da Costa e Silva
- Fabiana de Andrade Melo Sterza
- Gustavo Guerino Macedo
- Luiz Carlos Louzada Ferreira
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| Resumo |
Tem-se a necessidade de se conhecer da termofisiologia e os fatores ambientais e
climáticos interferentes a fim de melhorar os sistemas de produção, principalmente de touros usados
para um aproveitamento espermático de qualidade. A termorregulação local e geral não atuam em
separado, ao passo que, nos testículos a termorregulação testicular desempenha um papel de
fundamental importância na qualidade espermática de touros. Foram avaliados 16 touros dos
genótipos Nelore, Girolando e Angus, durante 12 meses e mensurados os parâmetros
microclimáticos (através do aparelho termohigrômetro e calculado o Índice de Temperatura e
Umidade -ITU), bem como a qualidade do sêmen fresco e pós-descongelação. Foram calculados
os ITU -70 no dia da coleta seminal (representando o final de um ciclo espermático) ITU -60, ITU -
50, ITU -40, ITU -25, ITU -10 e ITU0 (representando o começo da espermatogênese). Houve
influência das variações climáticas no número de doses nos diferentes genótipos considerando a
taxa de aprovação e o ITU apresentado 40 dias antes do final da espermatogênese e aumento de
defeitos menores apresentados no ITU 50 dias antes do final da espermatogênese. |
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| MÉTODOS DE ARMAZENAMENTO DE FEZES DE BOVINOS E EQUINOS PARA TESTE DE ECLODIBILIDADE LARVAL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
06/03/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
- Fernando de Almeida Borges
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Carlos Alberto do Nascimento Ramos
- Dyego Goncalves Lino Borges
- Fernando de Almeida Borges
- Fernando Paiva
- Heitor Miraglia Herrera
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| Resumo |
O teste de eclodibilidade larval (TEL) é um teste in vitro para o diagnóstico da resistência aos benzimidazóis, porém, essa técnica é pouco utilizada a campo, porque o embrionamento dos ovos pode reduzir a sensibilidade ao tiabendazole, dessa forma, o teste deve ser realizado até três horas após a coleta das fezes. O objetivo desse estudo foi avaliar o efeito da temperatura, anaerobiose e tempo de conservação de fezes sobre a eclodibilidade e a sensibilidade a benzimidazóis de ovos de nematodas gastrintestinais de bovinos e equinos. Foram utilizados 18 bovinos naturalmente infectados predominantemente por Cooperia sp. e um equino naturalmente infectado predominantemente por Ciatostomíneos, ambos previamente caracterizados como suscetíveis aos benzimidazóis no teste de eclodibilidade larval. As amostras de fezes foram homogeneizadas e retiradas alíquotas para 31 tratamentos de armazenamento, divididas no teste padrão (TP) e em seis tratamentos com cinco períodos de avaliação (24,48,72,96 e 120 horas) cada: TP: procedimento padrão realizado até 3 horas; GR1 a 5: fezes diluídas em água, tamisada em peneira com malha de 1 mm e acondicionadas sob anaerobiose em garrafas com capacidade de 600 ml sobre refrigeração ; GA1 a 5: fezes diluídas em água, tamisada em peneira com malha de 1 mm e acondicionadas sob anaerobiose em garrafas com capacidade de 600 ml em temperatura ambiente; SR1 a 5:saco plástico sobre refrigeração ; SA1 a 5: saco plástico em temperatura ambiente; VR1 a 5: fezes mantidas no vácuo sobre refrigeração; VA1 a 5: fezes mantidas no vácuo em temperatura ambiente. Os TELs foram realizados em triplicada e com três repetições de tempo cada, realizados uma vez por semana e como controle negativo foi utilizado água destilada. Foram excluídos do estudo os tratamentos que apresentaram eclodibilidade abaixo de 85%. Para avaliar o efeito dos métodos de armazenamento sobre a sensibilidade dos ovos ao tiabendazole, a concentração efetiva média (CE50) e o intervalo de confiança de 95% obtidos para cada tratamento foram comparados com o teste padrão (TP) e entre as repetições. Nas amostras de fezes de equinos, apesar das formas de armazenamento não terem influenciado na eclodibilidade, houve efeito sobre a sensibilidade dos ovos ao tiabendazole, sendo observada diferença estatística entre as repetições. Para as amostras de bovinos, apenas os tratamentos GA4,VA4,VR4 e VR1 não apresentaram diferença estatística para CE50 entre as repetições de tempo e apenas o VR1 não foi igual ao teste padrão (TP). Para amostras de fezes de equinos, nenhuma forma de armazenamento pode ser indicada, por apresentar grande variação entre as repetições, diminuindo a sensibilidade dos ovos ao tiabendazole e gerando resultados de falsa resistência. Dessa forma deve seguir as recomendações de realização do teste em até 3 horas após a coleta das fezes do hospedeiro. |
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| EFEITO DO MÉRITO GENÉTICO DA MATRIZ SOBRE O DESEMPENHO DE NOVILHOS PRECOCE ½ ANGUS x ½ NELORE |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
28/02/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Thiago Augusto Rodrigues Pantoja
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| Banca |
- Eliane Vianna da Costa e Silva
- Ériklis Nogueira
- Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes
- Heitor Romero Marques Junior
- Luis Carlos Vinhas Itavo
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| Resumo |
Dada a relevância do cruzamento industrial e a crescente utilização da produção in vitro de embriões (PIVE) no Brasil, avaliou-se o desempenho de bezerros ½ Angus + ½ Nelore produzidos através de três tratamentos: produção de embriões PIV, obtidos de ovócitos de doadoras Nelore provenientes de abatedouro, sem origem conhecida (ABATE) ou aspiração folicular in vivo (OPU) de doadoras oriundas de rebanho com avaliação em programa de Melhoramento Genético (Geneplus- Embrapa). Para FIV foi utilizado sêmen sexado para macho previamente testado de touro Angus (B. taurus) com elevado mérito genético para desempenho, e os embriões transfertido em tempo fixo (TETF). O terceiro tratamento foi através de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), onde vacas Nelore foram inseminadas com sêmen convencional do mesmo touro utilizado na PIVE. Para a IATF ou TETF, vacas pluríparas Nelore de uma mesma propriedade foram sincronizadas em dia aleatório do ciclo estral (D0) com a colocação de dispositivo intravaginal de progesterona e administração de 2 mg de Benzoato de Estradiol (BE). No D8 foi retirado o dispositivo, com aplicação de 1,125 μg de d-cloprostenol, 1 mg de benzoato de estradiol e 300 UI de eCG. O D10 foi considerado o dia do cio e realizada a inseminação no grupo IATF, e no D17 as receptoras que possuíam corpo lúteo maior que 15 mm de diâmetro foram inovuladas. Após o nascimento, 45 bezerros machos (ABATE, n= 11; OPU= 16; IATF= 18) foram selecionados para acompanhamento até o abate. Os animais foram recriados em pastagens de Brachiaria brizantha cv. MG5, recebendo após á desmama suplementação protéico-energética de consumo 0,3% PV, e 1,5% PV no período de terminação a pasto. Os dados foram analisados pelo PROC GLM do SAS (P<0,05). O ganho de peso médio do nascimento a desmama foi de (0,67b kg – Abate, 0,68b kg – IATF e 0,73akg– OPU P= 0,003). O peso a desmama (corrigido para 240 dias) foi de (230,93b kg – Abate, 265,53akg – IATF e 253,44ab kg- OPU P= 0,024). O peso ao sobreano (corrigido para 550 dias) foi de (393,24b kg – Abate, 407,17abkg- IATF e 433,84a kg- OPU P= 0,049). O tempo de engorda foi de (145,17b dias – Abate, 167,47adias – IATF e 134,69b dias – OPU P=0,014). A idade ao abate ajustada para 540 kg foi de (754,13±54,21a dias – Abate, 741,40±54,90ab dias – IATF e 697,34±61,58b dias – OPU P= 0,049).O peso de carcaça quente foi de (290,91b kg – Abate, 289,76b kg – IATF e 305,10a kg – OPU, P= 0,007). O acabamento de carcaça (milímetros-mm) foi de (3,18– Abate, 3,25– IATF e 3,18– OPU P= 0,945), o rendimento de carcaça (porcentagem -%) foi de (52,50 – Abate, 53,11 – IATF e 53,31 – OPU P= 0,360) a espessura de gordura no subcutâneo (milímetros –mm) foi de (4,01 – Abate, 3,83 – IATF e 4,41 – OPU P= 0,427) e área de olho de lombo corrigida foi de (75,52 – Abate, 71,32 – IATF e 74,20 – OPU P= 0,455). A fonte genética materna influenciou no desempenho, sobretudo no peso ao abate e tempo de terminação. Animais produzidos a partir de FIV com matrizes de elevado mérito genético foram mais pesados e mais precoces ao abate. Os dados de carcaça não foram muito influenciados pela fonte materna. |
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| PERFIL CLÍNICO, EPIDEMIOLÓGICO E DIAGNÓSTICO DA DERMATOFITOSE CANINA E FELINA |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
27/02/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
- Veronica Jorge Babo Terra
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Cassia Rejane Brito Leal
- Daniele Bier Borges
- Fabiano de Oliveira Frazilio
- Mariana Isa Poci Palumbo
- Veronica Jorge Babo Terra
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| Resumo |
O trabalho teve como propósito identificar os agentes dermatofíticos responsáveis pela doença em cães e gatos na cidade de Campo Grande-MS, caracterizar a apresentação clínica e epidemiologia da doença, concomitantemente à comparação entre técnicas laboratoriais diagnósticas (pesquisa direta em microscopia óptica, cultura fúngica e reação em cadeia da polimerase seguido de polimorfismo por restrição de comprimento). Foram avaliados 100 animais por amostragem de conveniência que apresentassem lesões sugestivas de dermatofitose. Amostras de pelos foram coletadas por avulsão em alíquotas suficientes para semeadura em tubo contendo ágar sabourad dextrose acrescido de ciclohexamida e penicilina, avaliação em microscopia direta após clarificação com solução de hidróxido de potássio a 20% e reação em cadeia da polimerase (primers ITS1 e ITS4, rDNA; enzima de restrição MvaI e sequenciamento). Foi identificada frequência de 62% de dermatofitose, sendo indivíduos adultos (13 a 84 meses de idade) mais acometidos que as outras faixas etárias (p=0,007), porém, não houve predileção por sexo. Microsporum canis (75%), M. gypseum (12,5%) e Trichophyton mentagrophytes (12,5%) foram as espécies de dermatófitos isoladas pelo cultivo fúngico. Quanto a apresentação clínica, apesar de muito frequente lesões alopécicas (80,64%), não houve diferença em relação às outras observadas (hipotricose, eritema, descamação, crostas, colarete epidérmico e liquenificação). Também houve oscilação quanto ao prurido, não sendo observada diferença de grau entre animais positivos e negativos. Dentre as informações epidemiológicas para identificação de possíveis fatores de risco, nenhuma das variáveis resultaram em diferença significativa (frequência de limpeza do ambiente, tipo de ambiente em que viviam os animais, acesso livre à rua e presença de contactantes animais). Dos testes laboratoriais avaliados, foi observada mínima concordância entre pesquisa direta x cultura fúngica (κ=0,101). A técnica de PCR-RFLP foi ineficiente para diagnóstico de dermatofitose a partir de amostras clínicas, amplificando material genômico de fungos saprófitas (Cladosporium e Epicoccum). Conclui-se que a dermatofitose canina e felina é mais frequente em animais entre 13 a 84 meses de idade, sem predileção sexual e com apresentação clínica variável. A técnica laboratorial mais sensível para diagnóstico é a pesquisa direta em microscopia óptica em comparação à cultura fúngica. A PCR-RFLP aplicada a amostras clínicas foi ineficiente para diagnóstico de dermatofitose sob as condições desta pesquisa. Em uma população de animais com lesões sugestivas na cidade de Campo Grande-MS, há prevalência de 62%, sendo o Microsporum canis o agente mais frequente. |
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| DETECÇÃO DE Salmonella spp. EM PSITACÍDEOS DE UM CENTRO DE REABILITAÇÃO DE ANIMAIS SILVESTRES EM CAMPO GRANDE, MATO GROSSO DO SUL E COMPARAÇÃO DAS TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
25/02/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
- Carlos Alberto do Nascimento Ramos
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Carina Elisei de Oliveira
- Carlos Alberto do Nascimento Ramos
- Cassia Rejane Brito Leal
- Juliana Arena Galhardo
- Thyara de Deco Souza e Araujo
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| Resumo |
Em busca de informações sobre a importância das aves silvestres na transmissão
de agentes patogênicos, tanto para outras aves de vida livre como para as
mantidas em cativeiro, teve-se o intuito de investigar a infecção por Salmonella
spp. em aves recebidas e mantidas no Centro de Reabilitação de Animais
Silvestres (CRAS) de Campo Grande, MS e também comparar a eficiência de
técnicas de diagnóstico para esse micro-organismo. Foram coletadas 379
amostras de swabs cloacais de psitacídeos em seus recintos de permanência no
CRAS-MS, dentre estes, no momento de entrada da ave no CRAS-MS, no recinto
de quarentena e nos recintos de convívio coletivo das aves. As amostras foram
submetidas à cultura bacteriana utilizando caldo de enriquecimento seletivo para
Salmonella (Rappaport-Vassiliadis) e não seletivo (Água Peptonada) e meios de
cultura seletivos para Salmonella (XLD e Hektoen) e não seletivo (MacConkey),
também foram submetidas à Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) para a
detecção de Salmonella spp. Das amostras analisadas por cultura bacteriana
(379), nenhuma apresentou resultado positivo para o isolamento de Salmonella
spp. sendo identificadas outras colônias de bactérias Gram-negativas, entretanto
quando analisadas por PCR, 1,05% (4/379) das amostras foram positivas. A
frequência de amostras positivas foi de 75% (3/4) no momento de entrada da ave
no CRAS e 25% (1/4) no recinto de quarentena. Os resultados sugerem que
mesmo com uma baixa frequência, as aves podem ser reservatórios para
Salmonella spp., e seu potencial disseminador não deve ser desprezado. |
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| FREQUÊNCIA DA MUTAÇÃO SNP C.-22G>A NO GENE DA MELANOFILINA RESPONSÁVEL PELA DILUIÇÃO DE COR EM CÃES |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
22/02/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Silvana Marques Caramalac
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| Banca |
- Fabricio de Oliveira Frazilio
- Jayme Aparecido Povh
- Luiz Henrique de Araújo Machado
- Mariana Isa Poci Palumbo
- Veronica Jorge Babo Terra
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| Resumo |
A alopecia por diluição de cor (ADC) consiste em uma dermatopatia observada
exclusivamente em cães com fenótipo de pelagem diluída. A diluição de cor
ocorre devido ao SNP c.-22G>A no gene da melanofilina. Entretanto, pelo fato
desta mutação ser recessiva, não se sabe apenas observando o fenótipo qual
sua frequência na população. Assim, o objetivo deste trabalho foi padronizar uma
técnica de Reação em Cadeia da Polimerase - Polimorfismo no Comprimento de
Fragmento de Restrição (PCR-RFLP) que permita a identificação desta mutação
e determinar sua frequência na população de cães das raças dachshund,
pinscher miniatura e yorkshire. Realizou-se a PCR-RFLP em 40 dachshunds, 40
pinschers e 40 yorkshires e a frequência gênica do alelo mutado foi igual a 0,1;
0,1 e 0,075 respectivamente. De todos os 120 animais analisados, dois
apresentaram mutação em ambos os alelos, confirmando o diagnóstico clínico
de ADC. Não houve diferença estatística entre as três raças analisadas (valor-p
= 0,2521). Além disso, verificou-se que as frequências gênica e genotípica das
populações pinscher e yorkshire estão em equilíbrio de Hardy-Weimberg, não
sendo o mesmo observado para a raça dachshund. A padronização de uma
técnica molecular mais simples e acessível para o reconhecimento do SNP c.-
22G>A no gene MLPH permite que seja possível a identificação dos cães
portadores desta mutação e assim sejam excluídos da reprodução, de modo a
evitar o nascimento de animais diluídos e consequentemente ADC. Além disso,
verificou-se que esta mutação está presente nas três raças analisadas, sendo
dois cães da raça dachshund estudados com fenótipo e genótipo de ADC. |
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| ANESTESIA PERIDURAL COM LEVOBUPIVACAÍNA ISOLADA E ASSOCIADA À METADONA OU DEXMEDETOMIDINA EM CADELAS SUBMETIDAS À MASTECTOMIA TOTAL UNILATERAL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
21/02/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
- Fabricio de Oliveira Frazilio
|
| Coorientador(es) |
|
| Orientando(s) |
|
| Banca |
- Eric Schmidt Rondon
- Fabricio de Oliveira Frazilio
- Fernando Arevalo Batista
- Mariana Isa Poci Palumbo
- Veronica Batista de Albuquerque
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| Resumo |
Bloqueios anestésicos locorregionais permitem a realização de procedimentos
cirúrgicos altamente extensos e invasivos, com o uso de menores doses de
fármacos anestésicos gerais, o que torna o procedimento mais seguro. Desta
maneira, faz-se necessário avaliar qual combinação farmacológica permite a
instalação de bloqueio mais rápido, intenso, duradouro e de maior extensão.
Assim, comparou-se a utilização de três protocolos analgésicos por via peridural
para realização de cirurgia de mastectomia total unilateral em cadelas: 1,5 mg/kg
de levobupivacaína isodala (grupo controle) ou sua associação a 3 μg /kg de
dexmedetomidina ou 0,3 mg/kg de metadona. Nenhum dos grupos avaliados
mostraram-se eficientes em prover analgesia tanto no trans como no pós-
operatório. A extensão máxima do bloqueio sensitivo foi 12º, 7º e 8º vertebra
torácica para grupo controle, metadona e dexmedetomidina,
respectivamente. Entretanto, no grupo dexmedetomidina, a dose de resgate
analgésico utilizada no trans-cirurgico foi significativamente inferior àquelas
empregadas nos demais grupos. A associação de dexmedetomidina a
levopubivacaína, por via peridural, causou bradicardia em 50% dos animais no
qual o protocolo foi utilizado, além de bloqueio motor significativamente mais
duradouro, quando comparado ao grupo controle |
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| COMPORTAMENTO DE MARCADORES LABORATORIAIS DE ENVOLVIMENTO RENAL NA LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
22/01/2019 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Gustavo Gomes de Oliveira
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| Banca |
- Alda Izabel de Souza
- Fabiano de Oliveira Frazilio
- Kelly Cristina da Silva Godoy
- Marcelo Augusto de Araujo
- Paulo Henrique Braz
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| Resumo |
A leishmaniose visceral (LV) é uma doença endêmica no Brasil afetando drasticamente a população de cães do país. A doença renal crônica (DRC) é uma complicação frequente em cães acometidos pela LV influenciando de forma negativa a qualidade de vida e a sobrevida desses pacientes. Portanto, o uso de biomarcadores para o diagnóstico e avaliação da progressão da DRC se faz importante nesse grupo de animais, uma vez que a intervenção precoce é essencial para o controle e tratamento da DRC e da LV. Além da DRC os cães com LV apresentam diversos distúrbios inflamatórios como dermatites, pododermatites, blefarites, uveítes, vasculites, hepatites, glomerulonefrites e poliartrites que resultam em modificações no metabolismo do animal. Desse modo o comportamento de vários marcadores de função e lesão renal podem sofrem alterações devido ao processo inflamatório exagerado nesses pacientes. Os artigos desenvolvidos nesta dissertação possuem o objetivo de avaliar o comportamento de biomarcadores de lesão glomerulares, como a enzima Gama Glutamil transferase urinária, além de marcadores de desenvolvimento do hiperparatireoidismo secundário renal, como as concentrações de paratormônio, fósforo e cálcio ionizado em cães com LV. |
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| MÉTODOS DE PRIORIZAÇÃO DE ÁREAS PARA A VIGILANCIA EPIDEMIOLÓGICA DE SUÍDEOS ASSELVAJADOS EM ÁREA LIVRE DE PESTE SUINA CLÁSSICA |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
23/11/2018 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
- Aiesca Oliveira Pellegrin
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Aiesca Oliveira Pellegrin
- Gediendson Ribeiro de Araujo
- Juliana Rosa Carrijo Mauad
- Raquel Soares Juliano
- Thyara de Deco Souza e Araujo
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| Resumo |
O javali é uma espécie invasora cujas populações em vida livre podem causar impactos diversos, tanto sobre a biodiversidade quanto na produção animal, como transmissor de doenças para a suinocultura e para outras espécies, quanto pela predação de animais. Tendo em vista que o Mato Grosso do Sul está entre os estados considerados livres da Peste Suína Clássica, torna-se necessário empreender esforços no sentido de acessar e mapear as populações de suínos asselvajados, visando estabelecer um monitoramento, vigilância epidemiológica e controle dessas populações. Esse trabalho teve por objetivo determinar áreas para manejo prioritário do javali asselvajado, por meio de mapas de ocorrência potencial da espécie com base em modelo de máxima entropia, utilizando diferentes camadas ambientais; e avaliar o uso de metodologias participativas para um levantamento preliminar da ocorrência de populações de javali no sul do estado de Mato Grosso do Sul. Pode-se observar por meio dos mapas gerados utilizando o modelo de máxima entropia, que existe uma maior probabilidade de ocorrência de javalis em condições específicas de habitat e a necessidade do estabelecimento de áreas prioritárias de vigilância especialmente nas áreas de fronteira. Na comparação das técnicas, observou-se que o mapeamento participativo realizado pelos caçadores esportivos feito através da representação gráfica, apresentou vantagem no levantamento preliminar de áreas de ocorrência de javali quando comparado com a técnica da aplicação dos questionários aos produtores rurais, mostrando que quanto menor o polígono desenhado pelos grupos de respondentes, mais precisa é a informação. Os resultados demonstraram que o modelo gerado poderá ser customizado para a aplicação em outras regiões, com a possibilidade de inserção de camadas adicionais, que representem as variáveis de uso e ocupação da terra no cenário local desejado, com o objetivo de se chegar a um modelo mais representativo possível em relação a ocorrência potencial do animal. |
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| AVALIAÇÃO DA SEDAÇÃO, DAS ALTERAÇÕES ELETROCARDIOGRÁFICAS E DA DOPPLERVELOCIMETRIA RENAL UTILIZANDO DETOMIDINA, MEDETOMIDINA E DEXMEDETOMIDINA ASSOCIADO A S-CETAMINA EM FELINOS DOMÉSTICOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
03/07/2018 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
- Fabricio de Oliveira Frazilio
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Eric Schmidt Rondon
- Fabricio de Oliveira Frazilio
- Larissa Correa Hermeto
- Veronica Batista de Albuquerque
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| Resumo |
Felinos são animais suscetíveis a desenvolver patologias renais e muitos não permitem manipulação sem sedação e esse é um ponto chave para o veterinário anestesista, sendo assim deve-se estabelecer protocolos seguros e que sejam eficientes, sem causar grandes alterações no organismo dos felinos, já que alterações hemodinâmicas muito intensas podem desencadear lesão renal aguda. Esse trabalho avaliou três protocolos com s-cetamina (5 mg/kg) associada à dexmedetomidina 7 µg/kg (GDEX), medetomidina 25 µg/kg (GMEDETO) e detomidina 60 µg/kg (GDETO) IM ,quanto aos seus efeitos sedativos, antinociceptivos, hemodinâmicos, eletrocardiográficos e dopplervelocimétricos renais, além de análises de UPC e GGT urinária para identificação de lesão renal aguda. O tempo de latência dos grupos variou entre 4 e 5 minutos, sendo que 1 animal do GMEDETO demorou 13 minutos. Não foi observado diferença estatística quanto a antinocicepção com o método de avaliação von Frey, porém o GDEX se mostrou superior quanto ao piçamento de pele em comparação ao GDETO. Os grupos não apresentaram diferença quanto ao período de sedação, ambos ficaram em torno de 1h sedados, e após 4h estavam completamente recuperados. As alterações eletrocardiográficas encontradas foram arritmia sinusal, BAV e parada sinusal, e ainda o GMEDETO apresentou VPC até 30 minutos após sedação, não sendo relacionado à alterações hidroeletrolíticas. Todos apresentaram bradicardia, bradpneia e aumento de PAS. Um animal do GDEX apresentou intensa taquicardia e hipotensão no M2h. Pela ação dos alfa dois adrenérgico no pâncreas todos os animais apresentaram hiperglicemia. Os animais apresentavam-se com hiperlactatemia e após sedação os valores se normalizaram (abaixo de 3,2 mmol/l). Com relação a detecção de lesão renal aguda, podemos concluir que nas primeiras 24h após a sedação não houveram índicios de lesão, porém os animais do GDETO apresentaram valores crescentes de UPC até 24h após a sedação, terminando as análises como proteinúricos. |
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| ÓXIDO DE GRAFENO NO REPARO DE DEFEITO ÓSSEO SEGMENTAR EXPERIMENTAL EM RÁDIO DE COELHOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
29/06/2018 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
- Fabricio de Oliveira Frazilio
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| Coorientador(es) |
- Alem Mar Bernardes Goncalves
- Eric Schmidt Rondon
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| Orientando(s) |
- Paulo Henrique de Affonseca Jardim
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| Banca |
- Fabricio de Oliveira Frazilio
- Fernando Arevalo Batista
- Iandara Schettert Silva
- Mariana Isa Poci Palumbo
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| Resumo |
Estudos recentes com óxido de grafeno têm demonstrado efeitos promissores na consolidação óssea. Objetivou-se com este estudo avaliar a consolidação de defeitos ósseos segmentares em rádios de coelhos tratados com óxido de grafeno. Foram utilizados 24 coelhos brancos da raça Nova Zelândia adultos com um peso de 3 ± 0,5 kg, 12 machos e 12 fêmeas, os quais foram submetidos à indução de defeitos ósseos em ambos os rádios. Os animais foram divididos aleatoriamente em dois grupos: esponja de colágeno + óxido de grafeno = GGO, n = 12 (6 machos e 6 fêmeas) e esponja de colágeno = GEC, n = 12 (6 machos e 6 fêmeas). Em ambos os grupos, o membro direito dos animais foi submetido apenas ao defeito ósseo e não receberam tratamento, sendo denominados: Esponja de colágeno + óxido de grafeno controle = GGOC e Esponja de colágeno controle = GECC. O defeito ósseo no membro esquerdo foi preenchido com os seguintes biomateriais, conforme cada grupo: esponja de colágeno hidrolisada liofilizada + óxido de grafeno (GGO) ou esponja de colágeno hidrolisada liofilizada (GEC). Para avaliação entre os grupos, foram realizadas análises radiológicas pré-operatória, pós-operatória e a cada 15 dias após a indução do defeito, obtendo-se a última análise aos 60 dias. Após 30 dias, seis animais de cada grupo foram submetidos a eutanásia para análises de energia de raios-x no defeito ósseo, fornecidas com auxílio da imagem da microtomografia computadorizada de raios-x. Após 60 dias estas análises foram repetidas nos demais. Com auxílio das análises estatísticas não significativas (P>0,05), conclui-se que a utilização do óxido de grafeno no processo de reparo ósseo não apresentou diferença detectável nas avaliações quando comparado com a esponja de colágeno ou com o defeito ósseo controle. |
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| CONTAGEM DE OVOS NAS FEZES versus RESPOSTA IMUNE: RELAÇÃO OU ILUSÃO? |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
23/05/2018 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Marcela Santos Sena Martins
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| Banca |
- Cláudio Roberto Madruga
- Fernando de Almeida Borges
- Fernando Paiva
- João Batista Catto
- Ricardo Antonio Amaral de Lemos
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| Resumo |
A dinâmica da infecção por nematodas gastroinstestinais em bovinos de corte
naturalmente infectados foi analisada por meio da contagem de ovos por grama de fezes (OPG) e correlacionada com a quantificação de IgG total sérico frente a antígenos totais de Haemonchus placei e Oesophagostomum radiatum. Foram amostrados 1147 animais das raças Nelore e de cruzamento industrial (Brangus x Nelore), em duas fazendas comerciais de Mato Grosso do Sul, Brasil, distribuídos em cerca de 200-300 animais por categoria etária: pré-desmame, desmamados, sobreanos e adultos. O OPG foi processado individualmente, por amostra. Para produção dos antígenos totais (AT) das espécies de nematodas, procedeu-se a indução de infecção experimental com cultura mista em um bezerro, para recuperação de espécimes adultos. A quantificação de IgG total se deu por meio da técnica de imunoadsorção enzimática (ELISA), sendo os resultados relacionados ao OPG. Considerando as médias de OPG, essas não diferiram estatisticamente (p>0,05) entre as categorias sobreanos (57,72 ± 115,49 [0- 850]) e adultos (39,54 ± 67,52 [0- 550]), entretanto, ambas as categorias diferiram de pré-desmame (372,91
± 436,50 [0- 2950]) e desmamados (222,19 ± 323,13 [0- 1700]), as quais também diferiram entre si (p<0,05). Para as reações sorológicas, 369 amostras de soros dos animais que apresentaram alto e baixo OPG foram selecionadas. Analisando as médias das densidades ópticas (D.O) frente ao antígeno total de H. placei, não foi possível evidenciar uma correlação (Pearson; p=0,907) entre o OPG e quantificação de IgG total, também não houve diferença estatística entre as categorias prédesmame, desmamados e adultos (p>0,05), apenas a categoria sobreanos (p<0,05) apresentou média estatisticamente superior às demais, assim, como também não houve diferença significativa entre OPG alto e baixo para quantificação de IgG (p>0,05). Ao contrário do que foi observado para H. placei, houve correlação negativa (Pearson; p=0,001; r= - 0,178) entre o OPG e quantificação de IgG total para antígeno total de O. radiatum. As médias das D.O do antígeno de O. radiatum não diferiram entre as categorias pré-desmame e desmamados (p>0,05), mas estas diferiram das categorias sobreanos e adultos (p<0,05), sendo que estas últimas apresentaram maiores médias e não diferiram entre si, houve diferença significativa (p<0,05) entre OPG e quantificação de IgG total, evidenciando maiores médias de IgG nas amostras de soro que apresentaram um baixo OPG. Observou-se redução
gradativa nas contagens de OPG de acordo com o aumento na idade dos animais, indicando que a imunidade adquirida está consolidada em torno de 18 a 24 meses de idade. Mas com base nos resultados sorológicos, a relação entre o OPG e a quantificação de IgG total no soro de bovinos naturalmente infectados pode não ser direta. |
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| METODOLOGIAS DE IDENTIFICAÇÃO DO ESTRO COMO ALTERNATIVA DE OTIMIZAR OS RESULTADOS DA IATF |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
21/05/2018 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Alessandra Corallo Nicacio
- Ériklis Nogueira
- Fabiana de Andrade Melo Sterza
- Pedro Paulo Pires
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| Resumo |
Sabe-se que a expressão de cio aumenta as taxas de prenhez em protocolos de IATF, e a busca de métodos de detecção de cio com menor utilização de mão de obra, é desejável, seja em protocolos de IATF ou mesmo para uso da IA tradicional. Assim, a pesquisa teve como objetivo comparar a eficácia de diferentes técnicas de detecção de cio em vacas Nelore submetidas a protocolos de IATF e suas relações com a fertilidade. Foram usadas as técnicas: bolus intraruminal com sensor de temperatura (Trr), bastão marcador na região sacro-caudal, em que: ESCT1: sem expressão de cio; ESCT2: baixa expressão de cio; ESCT3: alta expressão de cio; e observação visual de cio com auxílio de drone. A pesquisa foi realizada na Embrapa Gado de Corte, em Campo Grande – MS, com 44 vacas pluríparas, avaliadas pelas três técnicas. Foi feita a introdução por via esofágica do bolus intraruminal e a coleta de dados foi realizada durante os dias 8, 9 e 10 do protocolo de IATF, de três manejos (D0, D8 e D10). Foi feita a marcação dos animais com o bastão na região sacro-caudal e na região dorsal, para facilitar a identificação na observação visual com o drone, que ocorreu duas vezes ao dia, por 60 minutos. O Dg foi realizado 30 dias após a IATF. A expressão de cio de acordo com o método foi avaliada pelo teste de Qui- Quadrado (p<0,05). Para analisar o efeito do método de detecção na probabilidade de prenhez de IATF foi utilizado o pacote PROC LOGISTIC do SAS. A quantidade de vacas identificadas em cio foi de: 61,36% (27/44) com o BOLUS; 56.81% (25/44) com DRONE, e 75% (33/44) com BASTÃO (ESCT 2 e 3), não diferindo a % de cio entre os métodos (P= 0.1794). A taxa de prenhez de IATF foi de 56% e a detecção de cio com bastão apresentou efeito (P= 0,006) sobre a probabilidade de prenhez de IATF, assim como com o DRONE (P= 0,016). Já no BOLUS não houve efeito sobre a probabilidade de prenhez (P= 0.3586). A comparação dos métodos quanto à detecção do cio mostrou que a capacidade de observação das técnicas foi semelhante, porém, quando correlacionado com a taxa de prenhez da IATF, a utilização do bastão marcador e observação visual através de imagens com drone foram mais eficientes. |
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| SUPLEMENTAÇÃO COM GORDURA PROTEGIDA E TAXA DE PRENHEZ DE BÚFALAS SUBMETIDAS À IATF |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
28/02/2018 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Alessandra Corallo Nicacio
- Ériklis Nogueira
- Fabiana de Andrade Melo Sterza
- Heitor Romero Marques Junior
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| Resumo |
Foram avaliados os efeitos da suplementação com fonte de gordura protegida no rúmen (GPR) (óleo de palma - EnerFAT®) em búfalas leiteiras, sobre as taxas de prenhez à IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo), parâmetros metabólicos, produção e composição do leite. O experimento foi realizado em propriedade comercial, produtora de leite de búfalas e derivados, e foram selecionadas 80 búfalas lactantes, dispostas em dois grupos experimentais, Grupo Gordura que recebeu suplementação com EnerFAT®, (GG - 150 g de EnerFAT®/dia), e Grupo Controle (GC) (0 g EnerFAT®). As búfalas foram submetidas a protocolos de IATF (P4 e BE), com ressincronização e nova IATF após o diagnóstico de gestação por ultrassonografia, realizado 30 dias após. A taxa de prenhez para a primeira IATF foi de 62,2% (23/37) para Grupo Gordura e 51,2% (22/43) para Grupo Controle (P= 0,4171). Na ressincronização, a taxa de prenhez no Grupo Gordura foi de 55,6% (5/9) e a taxa de prenhez do Grupo Controle foi de 66.7% (8/12). A de taxa de prenhez final foi 60.9% e 54.5%
(P=0,6484), respectivamente para GG e GC. Não houve diferença estatística da pesagem de leite corrigida para 4% de gordura aos 30 (P= 0,5811), 60 dias (P= 0,8461) e aos 90 dias dias de lactação (P=0,8631). Não houve diferença entre os níveis de concentração de albumina (P= 0,07) e colesterol total (P= 0,36). Porém, houve diferença entre os grupos em relação a concentração de ureia (P<0.0001) e glicose (P= 0,03). Em relação à composição do leite, não houve diferença significativa nos parâmetros gordura, sólidos não gordurosos, densidade, proteína, lactose e pH, de acordo com os tratamentos (P>0,05). A suplementação com gordura protegida, fornecida diariamente na quantidade de 150g/animal, não apresentou efeito significativo nas taxas de prenhez e produção de leite de búfalas. |
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| LEVANTAMENTO PARASITOLÓGICO E MOLECULAR DE AGENTES INFECCIOSOS CAUSADORES DE DIARREIA EM GATOS DOMICILIADOS DE CAMPO GRANDE, MATO GROSSO DO SUL, BRASIL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
27/02/2018 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
- Veronica Jorge Babo Terra
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Jamille Batista Faria Prado
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| Banca |
- Fernando de Almeida Borges
- Heitor Miraglia Herrera
- Vagner Ricardo da Silva Fiuza
- Veronica Jorge Babo Terra
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| Resumo |
Diarreia é um quadro clínico comum em felinos domésticos e possui etiologia variada, sobretudo de origem infecciosa. Objetivou-se neste estudo identificar a ocorrência e os fatores de risco de agentes infecciosos associados à diarreia em gatos domiciliados e investigar a presença de Enterocytozoon bieneusi em gatos domiciliados provenientes de Campo Grande, região centro-oeste do Brasil. De setembro de 2016 a maio de 2017, setenta amostras de fezes diarreicas de gatos domiciliados foram coletadas e processadas nos laboratórios de Doenças Parasitárias e Biologia Molecular, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, utilizando o método de Faust e a Reação em Cadeia da Polimerase (PCR), respectivamente. O parasitosmo por Ancylostoma spp. foi identificado em 17% dos animais amostrados. Os protozoários foram os parasitos mais frequentes, principalmente Cystoisospora spp. e Giardia intestinalis, diagnosticados pela técnica de Faust. Dentre os fatores de risco avaliados, gatos com diarreia crônica e que não possuíam acesso à rua, estavam significativamente associados à presença de G. intestinalis. A técnica molecular de PCR melhorou a cobertura de diagnóstico, pela detecção de agentes patogênicos não identificados pelo exame parasitológico, tais como Cryptosporidium felis, Parvovirus spp. e Enterocytozoon bieneusi. Além disso, a análise por biologia molecular permitiu a identificação do genótipo D de E. bieneusi, potencialmente zoonótico. Sendo assim, é possível constatar que os gatos domiciliados de Campo Grande-MS também são capazes de dispersar agentes patogênicos como de grande importância em saúde pública. |
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| DIAGNÓSTICO DE LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA: USO DE PROTEÍNAS ANTIGÊNICAS DE Leishmania infantum |
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| Curso |
Mestrado em Ciências Veterinárias |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
26/02/2018 |
| Área |
MEDICINA VETERINÁRIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Nathália Lopes Fontoura Mateus
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| Banca |
- Alda Maria Teixeira Ferreira
- Eliane Mattos Piranda
- Fernando de Almeida Borges
- Ines Aparecida Tozetti
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| Resumo |
Os cães desempenham importante papel na cadeia epidemiológica da leishmaniose visceral (LV), sendo considerados o principal reservatório urbano do parasita Leishmania infantum no Brasil. O diagnóstico da leishmaniose visceral canina (LVC) também representa um dos maiores entraves para o controle da LV. A variedade de manifestações clínicas apresentadas e a ausência de um diagnóstico 100% sensível e específico, fazem com que resultados falso-positivos e falso-negativos ainda sejam observados nos exames sorológicos disponíveis. É sabido que a expressividade dos sinais clínicos se altera durante o curso da LVC e está correlacionada à positividade nos exames diagnósticos para a enfermidade. Além disso, fatores como o antígeno utilizado no teste sorológico e a prevalência da transmissão de L. infantum na região estudada interferem na sensibilidade e especificidade do exame sorológico, gerando desafios adicionais ao diagnóstico da LVC. Atualmente, o Ministério da Saúde utiliza o teste rápido imunocromatográfico TR-DPP®, composto por uma fusão de antígenos recombinantes, como método de triagem dos animais suspeitos e a reação de imunoadsorção enzimática (ELISA), desenvolvida a partir de antígeno bruto do parasita, como técnica confirmatória. A utilização de antígenos brutos solúveis do parasita no ELISA apresenta alta sensibilidade e baixa especificidade devido à ocorrência de reação cruzada com outros agentes patogênicos. Apesar da identificação de diversas proteínas antigênicas com potencial para o diagnóstico da enfermidade, pouco se sabe sobre o desempenho destas em populações de cães com perfis clínicos diferenciados e provenientes de áreas epidemiologicamente distintas. Neste contexto esta dissertação contempla dois artigos: o primeiro trabalho visou averiguar o potencial diagnóstico do antígeno solúvel total de L. infantum (SLA) e de proteínas antigênicas recombinantes de L. infantum (KMP-11, LiP2a, LiP2b, LiP0, H2A, HSP70, HSP83) no teste ELISA, em amostras de cães com perfis clínicos distintos (animais sintomáticos e assintomáticos para LVC, negativos para LVC, negativos para LVC e infectados com outros hemoparasitas e vacinados contra LVC), provenientes de áreas de transmissão intensa (Campo Grande/MS) e esporádica (Camapuã/MS) para LV. No segundo artigo foram avaliadas as manifestações clínicas e a resposta ao TR-DPP® em cães naturalmente infectados com Leishmania sp. nestes municípios. Sugere-se a investigação dos antígenos HSP70 e LiP2a, utilizados de forma combinada no ELISA, com o intuito de obter um teste confirmatório de sensibilidade, especificidade e reprodutibilidade superior ao teste atualmente utilizado e conclui-se que a utilização do TR-DPP® como ferramenta de triagem e do sistema de pontuação clínica deve ser empregada com cautela em regiões de transmissão esporádica de LV. |
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