| O Enfrentamento sexual na escola. Seus sentidos e significados para os educadores. |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
10/06/2011 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
- Maria de Lourdes Jeffery Contini
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Fernanda Pimentel Faria de Miranda
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| Banca |
- Anamaria Santana da Silva
- Edelir Salomao Garcia
- Maria de Lourdes Jeffery Contini
- Wanda Maria Junqueira de Aguiar
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| Resumo |
A violência sexual contra crianças e adolescentes é um problema social que se repercute em
todo o globo. No Brasil, a construção de uma história nacional marcada pela grande
desigualdade sócio-econômica da população agrava ainda mais essa situação. A ação de
enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes requer que ações públicas e
não públicas sejam operacionalizadas em conjunto. Este trabalho buscou explicitar os sentidos
e significados atribuídos à violência sexual contra crianças e adolescentes e às ações de
enfrentamento realizadas no âmbito da escola. O modo de apropriação do Estatuto da Criança
e do Adolescente compôs, também, parte dos elementos de análise. Para tanto, foram
realizadas entrevistas do tipo recorrente as quais foram analisadas em seu conteúdo a partir
dos pressupostos teóricos da psicologia sócio-histórica. A análise das entrevistas evidenciou
uma complexa trama de significados e sentidos contraditórios sobre a ação de enfretamento à
violência sexual. Embora não possuam nenhuma formação específica sobre o enfrentamento a
violência sexual, os professores têm realizado este enfrentamento no âmbito escolar. Os
estudos de Vigotski permitiram compreender os sentidos que os professores vêm construindo
acerca da ação de enfrentamento à violência sexual contra a criança e o adolescente, além de
explicitar os movimentos sociais e subjetivos implicados nessa problemática. Tendo em vista,
o modo pelo qual a Educação se vincula com as atuais políticas de atendimento à infância e a
adolescência e posicionam a escola na ponta inicial da rede de proteção à infância, ganha
destaque o papel social do professor como um dos agentes que integram essa rede de proteção
atribuindo grande importância a ação desse profissional na atividade coletiva de
enfrentamento à violência sexual. |
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| A educação e o processo da intersetorialidade: um estudo do atendimento destinado aos adolescentes que cumprem medidas socioeducativas de liberdade assistida em Campo Grande-MS. |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
05/05/2011 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Patricia Borges Tenório Noleto
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| Banca |
- Anamaria Santana da Silva
- Edelir Salomao Garcia
- Gaudêncio Frigotto
- Hajime Takeuchi Nozaki
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| Resumo |
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| RESILIÊNCIA E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS: RESILIÊNCIA E O ATO INFRACIONAL COMO SÍNTESE DIALÉTICA DE MÚLTIPLAS DETERMINAÇÕES. |
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| Curso |
Mestrado em Educação |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
02/05/2011 |
| Área |
EDUCAÇÃO |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Cláudia Elizabete da Costa Moraes Mondini
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| Banca |
- Antonio Euzébios Filho
- Hajime Takeuchi Nozaki
- Luis Fernando Galvao
- Monica de Carvalho Magalhaes Kassar
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| Resumo |
Este trabalho teve os seguintes objetivos: montar um quadro teórico sobre a resiliência e
analisar a materialidade do ato infracional e do atendimento aos adolescentes em conflito com
a lei, procurando compreender as mediações presentes entre tais aspectos. O método utilizado
foi o materialismo histórico e dialético, tendo como estratégia de pesquisa a revisão de
literatura, por meio de livros, artigos e documentos da legislação brasileira. O ato infracional é
o fenômeno cuja essência situa-se no modo de produção capitalista e nas suas determinações
históricas que conferem materialidades diferentes para adolescentes da classe dominante e da
classe dominada no contexto socioeducativo. Nesse âmbito, o viés repressivo ainda influencia
práticas e concepções e o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE)
representa um novo paradigma, uma vez que evidencia o enfoque pedagógico das medidas
socioeducativas. A promoção da resiliência nesse contexto pode ocorrer se políticas públicas
específicas forem concretizadas juntamente com a melhoria das condições objetivas de
trabalho dos profissionais. Os estudos sobre a resiliência tendem a situá-la no campo da
metafísica e da abstração. Procurando conferir-lhe materialidade desenvolvemos uma
separação teórica em três tendências: abstratas e acríticas, interacionistas, e críticas e
materialistas históricas. Conclui-se que mais estudos embasados pela terceira classificação
poderão fortalecer o materialismo histórico e dialético no campo da resiliência e também o
conceito ao lhe atribuir concreticidade. O ato infracional não pode ser naturalizado, pois é
uma construção histórica e social, uma síntese dialética de múltiplas determinações. |
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