Mestrado em Educação Matemática

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TRABALHO Ações
SABERES PARA ENSINAR MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS: a Metodologia da Matemática em tempos de Matemática Moderna no sul de Mato Grosso.
Curso Mestrado em Educação Matemática
Tipo Dissertação
Data 26/06/2020
Área MATEMÁTICA
Orientador(es)
  • Edilene Simoes Costa dos Santos
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Laura Silva Dias
    Banca
    • Aparecida Santana de Souza Chiari
    • Carla Regina Mariano da Silva
    • Denise Medina de Almeida França
    • Edilene Simoes Costa dos Santos
    • Neuza Bertoni Pinto
    Resumo O objetivo desta pesquisa consiste em investigar indícios históricos referentes à constituição
    dos saberes dos professores que atuavam no sul de Mato Grosso na década de 1970. Dessa
    forma, buscamos responder a seguinte pergunta: Quais saberes para ensinar matemática nos
    anos iniciais do ensino primário no sul de Mato Grosso na década de 1970? Para tanto,
    dispomos de uma coletânea de livros do Plano Integrado de Educação do Estado de Mato
    Grosso e um livro didático. Nosso referencial teórico-metodológico acerca de História Cultural,
    adquirimos através dos saberes a ensinar e saberes para ensinar, de Hofestetter e Valente,
    profissionalidade e profissionalização, de Oliveira, e Cultura Escolar, de Julia. O presente
    trabalho está delimitado à década de 1970, período em que podemos observar a inserção da
    Matemática Moderna nos primeiros anos escolares no sul do Estado de Mato Grosso.
    Encontramos orientações destinadas aos professores mato-grossenses, que estavam
    pautadas na Lei no 5296/1971. Logo, contratasse um momento onde a Secretaria de
    Educação e Cultura do Estado de Mato Grosso investe recursos para profissionalizar seus
    professores atuantes em sala de aula, de modo a aumentar sua profissionalidade, para se
    alinhar as iniciativas nacionais. Neste cenário, encontramos relações econômicas
    estabelecidas entre o Sul de Mato Grosso e o Estado de São Paulo. Em meio a esses
    acontecimentos, Mato Grosso se adequa as diretrizes estabelecidas pelo Governo Federal.
    Dessa maneira, pudemos observar a inserção de uma cultura tecnicista a partir dos livros do
    Plano Integrado de Educação do Estado de Mato Grosso, que se estende até os livros
    didáticos utilizados na escola. Em vista disso, chegamos à conclusão de possíveis saberes
    para ensinar matemática nos anos iniciais do Ensino de 1o Grau entrelaçados com os saberes
    advindos de outra esfera, fora da sua formação. Ressaltamos que a análise feita se refere ao
    momento de passagem, onde os esforços governamentais centravam-se em atualizar o
    professor que estava em sala. As diretrizes estabelecidas pelo governo do Estado de Mato
    Grosso favoreciam ao ideário do Movimento da Matemática Moderna. Isto posto, nota-se a
    inserção de uma nova metodologia pautada no estruturalismo, trazida pelo Movimento da
    Matemática Moderna.
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    ASPECTOS HISTÓRICOS RELACIONADOS AO ENSINO DA MATEMÁTICA ELEMENTAR NOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO EM CORUMBÁ NO PERÍODO DE 1908 A 1977
    Curso Mestrado em Educação Matemática
    Tipo Dissertação
    Data 30/04/2020
    Área MATEMÁTICA
    Orientador(es)
    • Edilene Simoes Costa dos Santos
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • ODAIR GONÇALVES MARQUEZ
      Banca
      • Denise Medina de Almeida França
      • Edilene Simoes Costa dos Santos
      • Kesia Caroline Ramires Neves
      • Luiz Carlos Pais
      • Thiago Donda Rodrigues
      Resumo Esta pesquisa em história do ensino da matemática pretende investigar aspectos históricos
      relacionados ao ensino da matemática elementar em estabelecimentos de ensino em
      Corumbá, Mato Grosso, no período de 1908 a 1977. A questão norteadora desse trabalho
      ajuda a elucidar quais foram as principais fontes de referência para o ensino da matemática
      elementar em instituições escolares de Corumbá, Mato Grosso, no período de 1908 a 1977.
      No entanto, para entender o processo de delimitação do tema tem-se primeiro a posição
      geográfica da cidade de Corumbá que a transforma num importante ponto comercial e
      também político dentro do estado de Mato Grosso, onde estabeleceram-se inúmeras casas
      comerciais, fiscais e de arsenal da Marinha, surgindo a necessidade de concursos públicos
      para aqueles que quisessem atuar nas casas alfandegárias, postos de telégrafo e arsenal de
      Marinha; e, em segundo que, em 1977 acontece a divisão do estado de Mato Grosso,
      passando o estado para um novo contexto político, social, geográfico e econômico. Assim,
      com base teórico-metodológica de pesquisa em história cultural, procuramos analisar as
      fontes encontradas na hemeroteca Nacional Digital, Instituto Luiz de Albuquerque, escola
      depositária “Carlos de Castro Brasil” com a concepção de Documentos a partir de Le Goff que
      auxilia na análise das fontes e documentos encontrados no Instituto Luiz de Albuquerque e
      na escola que guarda os documentos do grupo escolar, nas narrativas de ex-alunos e em
      periódicos e jornais encontrados na hemeroteca Nacional Digital; elementos das disciplinas
      escolares, cultura escolar e finalidades das disciplinas escolares por Chervel que auxilia na
      análise em documentos oficiais, livros de atas do grupo escolar e jornais e periódicos do
      período da pesquisa a fim de verificar o que era necessário aprender da matemática elementar
      em estabelecimentos de ensino do estado de Mato Grosso e em Corumbá, quais eram os
      modelos de escolas implantados pelo estado de Mato Grosso e quais as orientações para o
      ensino; a matemática a ensinar e para ensinar por Hoffsteter & Valente auxilia a analisar o
      conteúdo verificado nos artigos de jornais, documentos oficiais, trabalhos acadêmicos e o livro
      analisado em nossa pesquisa ajudando a inferir sobre os conteúdos da matemática elementar
      exigidos para o ensino em estabelecimentos de ensino e para concursos públicos no período
      da pesquisa; e o Ofício do Historiador por Bloch que nos ajuda a revelar as referências
      históricas gerais relativas ao ensino da matemática elementar em estabelecimentos de ensino
      de Corumbá, Mato Grosso, a partir dos documentos encontrados e analisados durante as
      etapas de nossa pesquisa. Dessa forma, procuramos responder aos objetivos específicos
      elencados como: analisar as referências históricas gerais relativas ao ensino da matemática
      elementar em fontes diversas da hemeroteca Nacional Digital; analisar as referências
      históricas gerais relativas ao ensino da matemática elementar para concursos; analisar as
      referências históricas em trabalhos científicos relativas ao ensino elementar no estado de
      Mato Grosso; e analisar as referências históricas e os livros didáticos que foram indicados
      para uso no grupo escolar em Corumbá para o ensino da matemática elementar. Nas
      considerações finais, a pesquisa infere sobre a finalidade do ensino da matemática elementar
      para concursos diretamente ligado à conclusão do ensino primário conforme periódicos que
      listam conteúdos específicos da matemática elementar do ensino primário em editais de
      concursos públicos e outros que apresentam a obrigatoriedade do certificado do ensino
      primário para a aprovação em concurso. Traz ainda a criação do grupo escolar na cidade de
      Corumbá como parte da tentativa de modernização do ensino primário no estado, além da
      diminuição do analfabetismo e aumento na oferta de vagas. No entanto, considera-se que
      além das várias tentativas de melhoramentos no ensino, os recursos disponíveis eram bem
      escassos. Como nosso principal resultado vimos que para o ensino no Grupo Escolar, o
      método de ensino baseado no ensino intuitivo, seria o diferencial em relação ao que era no
      tempo do Império, pois melhor se adaptava aos ideais republicanos, adotado pelos
      governadores quando implantaram o sistema de ensino denominado Grupo Escolar, pois era
      a “tentativa de concretização de uma escola supostamente melhor, em um país que pouco
      havia mudado com a passagem do regime monárquico para o republicano”.
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      Conhecimentos mobilizados por estudantes do ensino fundamental no desenvolvimento de projetos de robótica
      Curso Mestrado em Educação Matemática
      Tipo Dissertação
      Data 24/04/2020
      Área MATEMÁTICA
      Orientador(es)
      • Marilena Bittar
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Lidiane Ottoni da Silva Petini
        Banca
        • Antonio Sales
        • Aparecida Santana de Souza Chiari
        • Avenilde Romo Vázquez
        • Jose Luiz Magalhaes de Freitas
        • Marilena Bittar
        Resumo Esta pesquisa teve como objetivo principal investigar conhecimentos mobilizados por
        estudantes no desenvolvimento de projetos de robótica. Para fundamentar a
        discussão acerca da robótica, nos respaldamos nos trabalhos de Maffi, Rodrigues,
        Oro, entre outros. O suporte teórico para as discussões sobre tecnologias foi
        fornecido por estudos de pesquisadores, como Kenski, Bittar, Resnick, Bacich e
        Moran. Para a produção e coleta de dados desta pesquisa foi utilizada a abordagem
        qualitativa e para isso foram utilizados recursos como filmagem, gravação de áudios,
        entrevistas e registros escritos. As reuniões do time de robótica da escola
        produziram os dados para as análises das praxeologias desenvolvidas pelos alunos
        durante a execução de tarefas, respaldada na Teoria Antropológica do Didático,
        desenvolvida por Chevallard (1992). As análises permitiram inferir que o trabalho
        desenvolvido com os estudantes teve características que se assemelham ao
        paradigma questionamento do mundo, mesmo que em algumas situações os
        estudantes realizavam visita às obras. Com a pesquisa, buscamos promover um
        espaço de mobilização de conceitos em momentos de estudo, de reflexão, de
        aprendizado e de diversão com a utilização das tecnologias. Por fim, com a proposta
        de utilização de robótica para o favorecimento da mobilização de conceitos e
        também da autonomia dos estudantes, foi possível perceber que estes emergem e
        que é possível aprofundá-los e formalizá-los para contribuir com a aprendizagem
        dos estudantes de forma lúdica, permitindo a construção de conhecimentos de modo
        significativo e prazeroso.
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        Formação de Professores: programas de ensino de Mato Grosso e a transformação dos saberes para ensinar matemática nos primeiros anos escolares (1910-1960)
        Curso Mestrado em Educação Matemática
        Tipo Dissertação
        Data 19/04/2020
        Área MATEMÁTICA
        Orientador(es)
        • Edilene Simoes Costa dos Santos
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Suele Lopes Pedroso
          Banca
          • Carla Regina Mariano da Silva
          • Denise Medina de Almeida França
          • Edilene Simoes Costa dos Santos
          • Kesia Caroline Ramires Neves
          • Klinger Teodoro Ciriaco
          Resumo Buscando contribuir para o estudo da formação de professores no contexto historiográfico, esta
          pesquisa pertence a um projeto nacional intitulado: “A Matemática na formação de professores
          e no ensino: processos e dinâmicas de produção de um saber profissional, 1890-1990”. A
          mesma está vinculada ao Grupo de Estudos e Pesquisas em História da Educação Matemática
          Escolar (GEPHEME) no Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da
          Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Nesta perspectiva, o objetivo deste estudo
          consiste em caracterizar as transformações da Matemática para ensinar nos programas do Mato
          Grosso no período de 1910 a 1960 e para engendrar esta proposição será investigado o papel da
          Escola Normal na formação de professores que ensinam matemática, e também serão analisados
          manuais pedagógicos para o ensino da disciplina nos primeiros anos escolares de modo que se
          compreenda os saberes do professor em relação aos movimentos educacionais. Com isso,
          busca-se responder a seguinte questão de pesquisa: Quais transformações houveram nos saberes
          para ensinar Matemática referentes ao curso de formação dos professores para o ensino primário
          no Estado de Mato Grosso e como são encontrados os saberes para ensinar nos documentos no
          período de 1910 a 1960? Buscou-se amparo em um escopo teórico-metodológico sobre a
          história das disciplinas escolares, cultura escolar e os saberes a ensinar e para ensinar
          dialogando com os autores Chervel (1990), Chartier (1991), Julia (1995), Hofestetter e Valente
          (2017). Podemos inventariar programas de ensino, relatórios, dentre outras fontes que
          contribuíram neste estudo. Os documentos apresentados foram relatórios de 1911, 1912, 1914,
          1924, 1942 e 1958, tais como, na descrição do Programa de Ensino da Escola Normal (1924)
          destacou-se a utilização como base de estudos o livro de Aritmética de René Barreto.
          Pontuamos neste estudo as mudanças na organização do ensino de 1910 a 1960. Descobriu-se
          vários documentos no Acervo Público de Cuiába (APMT), dos quais encontrou-se o
          Regulamento dos Estabelecimentos Secundários do Estado de Mato Grosso (Decreto no 516,
          de 9 de agosto de 1958) para o qual não se encontrou registros do mesmo em outros trabalhos
          já estudados sobre o ensino no Estado. Contudo, a Matemática presente na formação de
          professores primários no Estado de Mato Grosso (Uno) foi palco de transformação em relação
          aos conteúdos ensinados, métodos de ensino – que foram ensinados utilizando dos movimentos
          da Vaga Intuitiva e da Escola Nova – o que pôde demonstrar mudanças em seus processos e
          dinâmicas de desenvolvimento. Esta pesquisa teve o papel de contribuir com a História da
          Educação Matemática Escolar e os saberes para ensinar que se encontraram presentes em
          documentos (programas, livros) que se basearam nas vagas pedagógicas o que demonstrou que
          a formação de professores e os movimentos educacionais caracterizam as mudanças no ensino
          escolar.
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          Vídeos digitais e o GeoGebra Mobile: possibilidades envolvendo quadriláteros
          Curso Mestrado em Educação Matemática
          Tipo Dissertação
          Data 16/04/2020
          Área MATEMÁTICA
          Orientador(es)
          • Aparecida Santana de Souza Chiari
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Tiago Nunes Borges
            Banca
            • Aparecida Santana de Souza Chiari
            • Daise Lago Pereira Souto
            • Helber Rangel Formiga Leite de Almeida
            • Jose Luiz Magalhaes de Freitas
            • Suely Scherer
            Resumo Relacionar produção de vídeos, uso de smartphone, aprendizagem matemática e sala de aula não é um trabalho muito fácil, mas firmamos ser motivador, tanto para nós professores, quanto para os alunos que estão envolvidos. Nesse contexto, buscamos nessa pesquisa responder a seguinte questão: o que expressam alunos quando são convidados a produzir vídeos digitais sobre quadriláteros e participarem de atividades sobre esse tema explorando o GeoGebra Mobile? O objetivo da pesquisa foi o de analisar a atividade de produção de vídeos digitais de alunos, ao estudarem quadriláteros, com o GeoGebra Mobile. Com a abordagem de uma pesquisa qualitativa, realizamos uma intervenção pedagógica, por meio de gravação das telas dos celulares, entrevistas, questionários, anotações de campo, em uma turma de sexto ano do Ensino Fundamental de uma escola da rede estadual de Campo Grande/MS. Amparados na Teoria da Atividade (ENGESTRÖM, 2001), indicamos que, por mais que nosso planejamento tenha passado por ajustes para atender as necessidades da escola, os alunos desenvolveram produções genuínas carregadas de suas experiências, relacionando o uso de tecnologias digitais com a sala de aula, apresentando trabalhos constituídos de dinamicidade e criatividade a partir de seus estudos, entre outros aspectos, e evidenciando o conhecimento matemático nos vídeos que foram produzidos por eles.
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            Um olhar dispersivo e narrativo para a criação do Curso de Ciência da Computação da UFMS
            Curso Mestrado em Educação Matemática
            Tipo Dissertação
            Data 06/04/2020
            Área MATEMÁTICA
            Orientador(es)
            • Thiago Pedro Pinto
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Reinaldo Camargo da Silva
              Banca
              • Carla Regina Mariano da Silva
              • Edilene Simoes Costa dos Santos
              • Fernando Guedes Cury
              • Heloisa Laura Queiroz Goncalves da Costa
              • Thiago Pedro Pinto
              Resumo Neste trabalho investigamos o processo de criação do Curso de Ciência da
              Computação da UFMS. A história da criação deste curso está diretamente
              relacionada aos professores do curso de Licenciatura em Matemática e ao
              Departamento de Matemática (DMT), foi deste grupo que surgiu o anseio por uma
              nova área de conhecimento na UFMS. As primeiras discussões para a criação do
              curso de Ciência da Computação são datadas de meados de 1984, com as
              primeiras reuniões e discussões iniciadas por um conjunto de professores que
              tinham um maior interesse pela área. A criação do curso de Ciência da Computação
              da UFMS envolveu muitos processos, negociações entre professores, direção do
              Departamento e Instituição. Alguns destes movimentos podem ser percebidos na
              fala de alguns dos depoentes e nos documentos oficiais. Para nossa investigação
              optamos pelos procedimentos metodológicos da História Oral, que nos permitiu
              trabalhar tanto com os depoimentos orais quanto com os documentos oficiais. Após
              a produção de dados optamos por um movimento duplo de análise. Um primeiro
              exercício buscou descristalizar o enunciado: “A Computação surgiu da Matemática!”,
              que se fez fortemente presente em nossos dados. Em um movimento terapêutico
              partimos deste enunciado olhando para fora de nossos dados, buscando outras
              possibilidades de argumentos para reforçar e também rebater esta afirmativa,
              jogando sobre ele diversas possibilidades. Em um segundo exercício, nos ativemos
              aos dados produzidos e nossas interpretações sobre eles, buscando a constituição
              de uma história possível sobre o movimento estudado. Por fim, salientamos que esta
              dissertação está inserida na linha História Oral e Narrativas do Grupo HEMEP –
              História da Educação Matemática em Pesquisa (UFMS).
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              Uma ação de formação de professores dos anos iniciais na escola: integrando tecnologias digitais ao ensino das operações fundamentais
              Curso Mestrado em Educação Matemática
              Tipo Dissertação
              Data 02/04/2020
              Área MATEMÁTICA
              Orientador(es)
              • Suely Scherer
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • Fernanda Gabriela Ferracini Silveira Duarte
                Banca
                • Adamo Duarte de Oliveira
                • Aparecida Santana de Souza Chiari
                • Gláucia da Silva Brito
                • Marilena Bittar
                • Suely Scherer
                Resumo Esta pesquisa de mestrado foi orientada pela questão: ―Que conhecimentos são mobilizados e construídos, sobre o ensino de operações fundamentais, por professores dos anos iniciais, em uma ação de formação para/com o uso de tecnologias digitais?‖. O objetivo de pesquisa foi o de ―analisar conhecimentos mobilizados e construídos por um grupo de professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental, sobre o ensino das operações fundamentais, em uma ação de formação em serviço para/com o uso de tecnologias digitais‖. Os dados foram produzidos a partir da realização de ações de formação continuada em serviço com um grupo de professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental que atuam em uma escola pública da rede municipal de ensino de Campo Grande/MS, com encontros presenciais na escola, e ações a distância. A metodologia da formação foi desenvolvida a partir de casos de ensino, explorando as operações fundamentais, em ambientes digitais como o applet Base Ten Blocks, a partir do uso de notebook e projetor multimídia. A análise das informações construídas durante a pesquisa foi realizada baseada em estudos realizados por Mishra e Koehler sobre Conhecimento Tecnológico Pedagógico de Conteúdo (CTPC), e a partir dos estudos sobre integração de tecnologias digitais ao currículo, realizados por Sanchez. Na análise foram consideradas informações produzidas por seis professoras, e foi possível identificar indícios de ações do processo de formação continuada que oportunizaram a (re)construção de conhecimentos por algumas professoras, em relação as operações fundamentais, com a integração do aplicativo ao estudo das operações, e que possibilitaram movimentos iniciais de integração de tecnologias digitais na prática pedagógica dessas professoras.
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                Para uma epistemologia outra na educação matemática: entre sussurros e navalhas na carne, a porta do armário se abriu...
                Curso Mestrado em Educação Matemática
                Tipo Dissertação
                Data 13/03/2020
                Área MATEMÁTICA
                Orientador(es)
                • Angela Maria Guida
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Eduardo Mariano da Silva
                  Banca
                  • Angela Maria Guida
                  • Carla Regina Mariano da Silva
                  • Flavio Adriano Nantes Nunes
                  • Luzia Aparecida de Souza
                  • Patricia Graciela da Rocha
                  Resumo A escola brasileira tem em seus pressupostos a marca de um ensino ocidental e
                  cristão, que se revela cotidianamente em práticas pedagógicas, em materiais
                  didáticos, em discursos e atitudes mobilizadas por boa parte da comunidade escolar,
                  na qual reverberam concepções euro-cristãs que reforçam domínios cruentos,
                  herança de um Brasil Colônia. Busco, neste trabalho, discutir como as
                  desigualdades de gênero, classe, religião e raça foram operacionalizadas durante o colonialismo e como seus vestígios, por meio da colonialidade, promulgam o racismo, o sexismo, o heterossexismo no contexto escolar e no ensino de matemática. A pesquisa tem caráter bibliográfico, além da utilização de entrevistas semiestruturadas para a produção de dados. O caderno Escola sem Homofobia, – vulgar e maldosamente conhecido como kit gay – é a obra de onde partem minhas reflexões, sobretudo, por se tratar de um material amplamente usado por Jair Bolsonaro na época da campanha para presidência da república, como uma
                  estratégia de poder. Tento problematizar a presença e os efeitos duradouros do colonialismo, travestido de colonialidade, o lado oculto e obscuro da modernidade.
                  Nesse sentido, busco articular referenciais teóricos os quais me permitem ver o que ensino quando estou ensinando Matemática.
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                  FORMAÇÃO CIDADÃ: O QUE APONTAM OS LIVROS DIDÁTICOS DE MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO
                  Curso Mestrado em Educação Matemática
                  Tipo Dissertação
                  Data 03/03/2020
                  Área MATEMÁTICA
                  Orientador(es)
                  • Marcio Antonio da Silva
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Renata Rodrigues Souza
                    Banca
                    • Fernanda Malinosky Coelho da Rosa
                    • José Wilson dos Santos
                    • Karin Ritter Jelinek
                    • Marcio Antonio da Silva
                    • Thiago Donda Rodrigues
                    Resumo O objetivo desta pesquisa é responder à seguinte questão: como se apresenta a constituição do
                    cidadão nos livros didáticos de Matemática do Ensino Médio? Para isso, descreve-se as seções
                    destinadas à formação para a cidadania nos livros didáticos de Matemática do Ensino Médio,
                    aprovados pelo PNLD de 2018 e analisa-se os possíveis estudantes-cidadãos desejáveis
                    constituídos por esses documentos. Os teóricos que dão suporte ao estudo são Michel Foucault,
                    sobretudo os conceitos de relações de poder e governamentalidade. Como documentos de
                    análise, foram selecionadas seis, das oito coleções aprovadas pelo PNLD de 2018, pois
                    continham seções temáticas relacionadas à “formação para a cidadania” e/ou à “formação
                    cidadã”. Com base nas análises, concluiu-se que o cidadão desejável, constituído pelos livros
                    didáticos de Matemática do Ensino Médio, deve cuidar da sua saúde, por meio de exercícios
                    físicos, alimentação saudável e não consumindo derivados do tabaco; cuida do meio ambiente; é
                    fiscal do estado, cuida do município onde reside e, também, cuida e administra as suas finanças.
                    Por intermédio das análises, foi possível descrever como a lógica neoliberal está presente nesses
                    livros, com orientações que buscam conduzir as condutas dos estudantes-cidadãos, fabricando
                    ações desejáveis em sintonia com as intencionalidades do estado.
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                    Desbloqueando Telas para produzir matemática(s): possibilidades e limites envolvendo Álgebra Linear e smartphone
                    Curso Mestrado em Educação Matemática
                    Tipo Dissertação
                    Data 05/02/2020
                    Área MATEMÁTICA
                    Orientador(es)
                    • Aparecida Santana de Souza Chiari
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Juliana Leal Salmasio
                      Banca
                      • Aparecida Santana de Souza Chiari
                      • Daise Lago Pereira Souto
                      • Helber Rangel Formiga Leite de Almeida
                      • Suely Scherer
                      • Tiago Dziekaniak Figueiredo
                      Resumo Pensar o uso de Tecnologias Digitais na aprendizagem matemática tem sido um desafio que movimenta professores e pesquisadores. Articular Álgebra Linear e celular é uma temática que nos instiga a pesquisar, a compreender e a experienciar. Desta forma, buscamos, nesta pesquisa, responder a seguinte questão: como um grupo de licenciandos em matemática da UFMS desenvolvem tarefas de Álgebra Linear com o GeoGebra no celular? Nosso objetivo foi investigar o processo de desenvolvimento de tarefas de transformações lineares por alunos de licenciatura em matemática ao utilizarem o GeoGebra mobile. Amparadas na pesquisa qualitativa, trazemos como procedimento de produção de dados, o desenvolvimento de um Projeto de Ensino de Graduação (PEG) com 22 alunos do curso de Licenciatura em matemática da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O curso teve sete encontros presenciais, nos quais foram discutidas tarefas sobre transformações lineares. Para análise dos dados nos amparamos na Teoria da Atividade, proposta Engeström (2001), que nos possibilita compreender a aprendizagem como uma atividade humana. Após desenvolvimento e análise das tarefas, entendemos que os alunos pensam com o celular e que o trabalho com esse dispositivo favorece a estruturação e reestruturação de conjecturas, validam hipóteses e ampliam suas percepções vinculadas à representação gráfica e à articulação entre aspectos algébricos e geométricos.
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                      O QUE SÓ VOCÊ VÊ NA SUA ESCOLA? Encontros, alunxs, cenas, e...
                      Curso Mestrado em Educação Matemática
                      Tipo Dissertação
                      Data 04/02/2020
                      Área MATEMÁTICA
                      Orientador(es)
                      • Joao Ricardo Viola dos Santos
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Bruna Letícia Nunes Viana
                        Banca
                        • Angela Maria Guida
                        • Filipe Santos Fernandes
                        • Heloisa da Silva
                        • Joao Ricardo Viola dos Santos
                        • Thiago Pedro Pinto
                        Resumo A história se passa em Mato Grosso do Sul (e também bem aí onde você está), no ano de 2019 (mas talvez bem antes), quando uma pesquisadora em formação decide se aventurar em duas escolas da rede básica de ensino: uma escola rural quilombola da rede estadual, Zumbi dos Palmares, em Jaraguari-MS, e uma escola urbana da rede municipal, Padre José Valentim, em Campo Grande-MS. Nessa aventura, a pesquisadora propôs para alunxs dessas escolas (do oitavo e nono ano do ensino fundamental) a produção de vídeos e fotos sobre/d esses lugares-escola, em uma tentativa de estar junto a elxs, em um processo de (re)invenção dos lugares-escola de cada umx, e também a criação de encontroS entre xs alunxs dessas duas escolas, em que estxs poderiam perguntar, a partir das produções imagéticas e fílmicas desses lugares-escola, o que quisessem sobre os lugares-escola dxs outrxs. Assim, do mesmo modo como em passos de uma dança vertiginosa, essa história apresenta alguns vacilos, incluindo fissuras de verdades, que vão acontecendo (também) conforme a pesquisadora produz significado para algumas coisas, como os pensares/fazeres/saberes decoloniais que perpassam sua aventura, e que a ajuda a estar com estxs alunxs para além de uma lógica branca, cristã, masculina, eurocêntrica, etc., e permite que ela enxergue sinta algumas das verdades que elxs têm para contar.
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                        GEOMETRIAS NÃO EUCLIDIANAS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: UMA ANÁLISE GRAMATICAL
                        Curso Mestrado em Educação Matemática
                        Tipo Dissertação
                        Data 16/12/2019
                        Área MATEMÁTICA
                        Orientador(es)
                        • Thiago Pedro Pinto
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • RAFAEL NOBRE DA SILVA
                          Banca
                          • Aparecida Santana de Souza Chiari
                          • Fernando Guedes Cury
                          • Júlio Faria Corrêa
                          • Roger Miarka
                          • Thiago Pedro Pinto
                          Resumo No intuito de produzir possibilidades de discurso a respeito da pertinência das Geometrias Não Euclidianas (GNE) na educação básica e na formação de professores, utilizamos elementos da filosofia de Ludwig Wittgenstein, de forma epistemologicamente desobediente, para propor um método de leitura de textos e o utilizamos na análise de um artigo da Educação Matemática (LEIVAS, 2013). Chamamos esse método de análise gramatical, entendendo a gramática como “esquema conceitual” e representando esse esquema por meio de um grafo, onde os vértices representam conceitos e as aresta as proposições gramaticais (regras para o uso de palavras) que relacionam pares de conceitos. Essa análise mostrou uma disjunção muito nítida dos conceitos de matemática em relação aos de outras áreas, mas também ajudou a perceber quando existem ligações isoladas, possibilitando pequenos escapes desse discurso matemático que é maior e mais hegemônico no que diz respeito às GNE. Nada disso foi feito sem, antes, discutirmos a possibilidade de trabalhar com uma parte diferente da filosofia de Wittgenstein, em relação a grande parte dos trabalhos da Educação Matemática, e também diferente do que o próprio filósofo se utilizou. A pergunta inicial que disparou o trabalho, sobre a pertinência das GNE foi, aos poucos, cedendo espaço para o que se tornou mais forte em nosso trabalho: as questões de filosofia e método. Produzimos, assim, um discurso a partir do esquema conceitual construído, uma reflexão sobre parte do que está dito no artigo analisado, que poderia ajudar a discutir o tema das geometrias na Educação Escolar. Em certo sentido, nosso trabalho se debruça sobre: o que é possível responder se utilizando de uma leitura gramatical (wittgensteiniana) de um determinado artigo científico.
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                          GRUPO DE PRÁTICAS COLABORATIVAS EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS (GPCEMai-UFMS): SABERES MOBILIZADOS POR FUTUROS PROFESSORES
                          Curso Mestrado em Educação Matemática
                          Tipo Dissertação
                          Data 13/12/2019
                          Área MATEMÁTICA
                          Orientador(es)
                          • Klinger Teodoro Ciriaco
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Marcielli de Lemos Cremoneze
                            Banca
                            • Klinger Teodoro Ciriaco
                            • Marcio Antonio da Silva
                            • Maria Raquel Miotto Morelatti
                            • Priscila Domingues de Azevedo
                            • Thiago Donda Rodrigues
                            Resumo Apresentam-se, nesta dissertação, resultados e encaminhamentos finais de uma
                            investigação de mestrado, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação
                            Matemática da UFMS, linha de pesquisa “Formação de Professores e Currículo”, em que
                            objetivou-se compreender em que medida a dinâmica do grupo colaborativo de Educação
                            Matemática nos anos iniciais contribui para a mobilização de saberes sobre a docência de
                            futuros professores da licenciatura em Pedagogia. Para este fim, os dados foram
                            produzidos no contexto de um grupo colaborativo em exercício no município de Naviraí,
                            interior do Estado de Mato Grosso do Sul, na perspectiva de acompanhar a dinâmica
                            elegida para estudos e reflexões durante o ano de 2018: a resolução de problemas. O
                            enquadramento teórico destaca e define conceitos de “colaboração”, “grupos
                            colaborativos” e “saberes da docência” em uma ampla relação com a formação de
                            professores que ensinam Matemática. A pesquisa-ação estratégica fora a abordagem
                            metodológica, no campo da pesquisa qualitativa, adotada para o tratamento dos dados da
                            dinâmica instituída nos processos de interação entre os colaboradores da investigação: 4
                            professores em formação inicial, sendo estes Alice, Amanda, Larissa e Frederico. Os
                            resultados apontam que a inserção de futuros professores, no GPCEMai/UFMS,
                            contribuiu, sobremaneira, para instituir uma cultura formativa na perspectiva do
                            desenvolvimento profissional e inserção nos processos de ensino e aprendizagem
                            matemática, dado este que trouxe o entendimento da fundamental importância de
                            conhecer aspectos ligados aos saberes necessários à docência, em especial àqueles
                            destinados ao AprenderEnsinar e EnsinarAprender Matemática na Educação Básica,
                            mais especificamente nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
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                            O estágio curricular supervisionado de futuros professores de matemática na perspectiva colaborativa
                            Curso Mestrado em Educação Matemática
                            Tipo Dissertação
                            Data 06/08/2019
                            Área MATEMÁTICA
                            Orientador(es)
                            • Patricia Sandalo Pereira
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Adriane Eidam
                              Banca
                              • Claudinei de Camargo Santana
                              • Edilene Simoes Costa dos Santos
                              • Fernanda Malinosky Coelho da Rosa
                              • João Coelho Neto
                              • Patricia Sandalo Pereira
                              Resumo A presente pesquisa foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática, nível de mestrado, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS e teve como objeto de estudo o Estágio Curricular Supervisionado - ECS. Tal pesquisa teve como objetivo analisar os movimentos reflexivos colaborativos no ECS e suas possíveis contribuições à formação de futuros professores de Matemática. O estudo visou responder a seguinte questão de pesquisa: Como o Estágio Curricular Supervisionado, ao articular movimentos reflexivos colaborativos, pode contribuir para a formação inicial de professores de Matemática? Nesta pesquisa são analisados movimentos reflexivos produzidos a partir de instrumentos que permitiram a articulação entre a teoria e a prática, por meio das ações desenvolvidas em sala de aula pelos futuros professores de Matemática. Os sujeitos da pesquisa são futuros professores do curso de Matemática – Licenciatura, da UFMS, campus Campo Grande, matriculados na disciplina Estágio Obrigatório III, Professora Orientadora dessa disciplina e a Pesquisadora. Nesta pesquisa, o material utilizado para análise foram: transcrições das videogravações dos episódios ocorridos nos encontros, entrevistas e relatórios finais. Os dados nos possibilitaram analisar que as experiências vividas pelos futuros professores impactaram, de alguma maneira, em suas concepções de Estágio, e, a partir disso, levaram-vos a realizar algumas transformações em suas práticas, por meio da reflexão. Essas experiências foram pontuadas como contribuições para suas formações, pois possibilitaram mudanças na forma de pensar e de agir profissionalmente.
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                              Uma análise praxeológica da proposta de ensino de probabilidade em livros didáticos da educação básica
                              Curso Mestrado em Educação Matemática
                              Tipo Dissertação
                              Data 24/04/2019
                              Área MATEMÁTICA
                              Orientador(es)
                              • Marilena Bittar
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Janielly Taila dos Santos Verbisck
                                Banca
                                • Jose Luiz Magalhaes de Freitas
                                • Marilena Bittar
                                • Rute Elizabete de Souza Rosa Borba
                                • Thiago Pedro Pinto
                                Resumo Esta pesquisa tem como objetivo caracterizar a proposta de ensino da probabilidade ao longo da educação básica a partir de coleções de livros didáticos de mesma autoria. Para tanto, analisamos quatro coleções de livros didáticos, de mesma autoria, uma de cada nível de escolaridade, aprovadas pelo Programa Nacional do Livro Didático dos anos de 2016, 2017 e 2018. Nosso referencial teórico-metodológico é a Teoria Antropológica do Didático, desenvolvida por Yves Chevallard e colaboradores, que nos possibilita mapear, modelar e analisar as escolhas matemáticas e as escolhas didáticas dos elaboradores das coleções. Observou-se que o estudo de probabilidade na coleção dos anos iniciais deu-se, primeiramente, por meio de atividades envolvendo noções de possibilidade e situações de aleatoriedade. A partir do livro referente ao quinto ano é introduzida a noção de probabilidade, nos estudos de fração e porcentagem. A continuidade do estudo no livro referente ao sexto ano foi reduzida, sendo proposta brevemente no estudo de fração. Já nos volumes referentes aos sétimo, oitavo e nono anos, observamos uma ampliação de conceitos relativos ao estudo de probabilidade, além de diversas atividades envolvendo espaço amostral, possibilidades de eventos específicos, o cálculo de probabilidades. Na coleção do ensino médio, no segundo ano as justificativas teóricas são consolidadas. De maneira geral, predominou uma proposta de ensino de probabilidade que visa o trabalho de técnicas para determinação da probabilidade de experimentos, do espaço amostral e as possibilidades de eventos específicos e, em algumas situações, a experimentação através da manipulação de alguns objetos, bem como a constituição teórica de conceitos e justificativas para tais técnicas. Ao longo das quatro coleções, não predomina a articulação entre as visões frequentista, geométrica, axiomática, subjetiva e intuitiva de probabilidade. Ainda que em algumas ocasiões propõe-se uma ou outra dessas concepções, a visão clássica é a dominante nesta proposta de ensino.
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                                Modelagem Matemática e currículo: desafios e possibilidades
                                Curso Mestrado em Educação Matemática
                                Tipo Dissertação
                                Data 15/04/2019
                                Área MATEMÁTICA
                                Orientador(es)
                                • Claudia Carreira da Rosa
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Estevão Ovando Neto
                                  Banca
                                  • Claudia Carreira da Rosa
                                  • Joao Ricardo Viola dos Santos
                                  • Karina Alessandra Pessôa da Silva
                                  • Marcio Antonio da Silva
                                  Resumo Este trabalho apresenta uma investigação que articula concepções de currículo de acordo com Dewey, Coll, Sacristán, Silva e Pires relacionados com a Modelagem Matemática, compreendida como uma alternativa para o ensino da Matemática. A pesquisa tem como objetivo investigar quais os desafios e possibilidades do uso da Modelagem Matemática na sala de aula frente ao Referencial Curricular do Mato Grosso do Sul. Para a coleta de dados, desenvolvemos três atividades em uma escola pública em Campo Grande. Com esses dados, organizamos uma análise local para cada atividade na qual evidenciamos os conteúdos que emergiram de cada uma destas, as competências e habilidades desenvolvidas com os alunos de acordo com o referencial em questão e as relações presentes no decorrer das atividades. Diante disso, elaboramos uma análise global dos dados na qual revela os obstáculos e potencialidades encontradas ao implementar atividades de Modelagem Matemática na sala de aula onde pudemos destacar resultados como a curta duração das aulas e as estratégias que o professor pode optar para lidar com a quebra da sequência didática no decorrer da atividade. Além disso, destacamos a necessidade do professor em se familiarizar a trabalhar com atividades de Modelagem Matemática e como isso pode surtir resultados positivos durante o desenvolvimento das aulas.
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                                  ENTRE NARRATIVAS, GAIOLAS E VOOS: movimentos de integração de tecnologias digitais de uma professora dos anos iniciais
                                  Curso Mestrado em Educação Matemática
                                  Tipo Dissertação
                                  Data 28/02/2019
                                  Área MATEMÁTICA
                                  Orientador(es)
                                  • Suely Scherer
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Bárbara Drielle Roncoletta Corrêa
                                    Banca
                                    • Aparecida Santana de Souza Chiari
                                    • Luzia Aparecida de Souza
                                    • Maria Cristina Lima Paniago
                                    • Suely Scherer
                                    Resumo As tecnologias digitais podem se constituir em uma linguagem a mais para as aulas, se usadas com o intuito de possibilitar que professores e alunos sejam ativos na construção de conhecimentos. Nesta perspectiva, o objetivo desta pesquisa foi analisar movimentos de integração de tecnologias digitais ao currículo dos anos iniciais do Ensino Fundamental, e relações dessa com a construção de conhecimento de uma professora. As informações foram produzidas a partir de uma ação de formação continuada em serviço, vinculada a um projeto intitulado “Integração de Tecnologias Digitais ao Currículo dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental: Desafios para/na Inovação”. Ações dessa formação aconteceram em reuniões em espaços presenciais (na escola e universidade), em conversas em espaços virtuais (pelo WhatsApp), envolvendo em alguns momentos apenas pesquisadora e a professora, e em aulas de matemática, com seus alunos, uma turma do 3º e outra do 4º ano do Ensino Fundamental. A análise de informações construídas durante a pesquisa foi realizada em um movimento de narrativas, e se orientou, principalmente, por estudos de Sanchez sobre integração de tecnologias digitais ao currículo, de Becker a respeito da construção de conhecimento e, ainda, pelos estudos realizados por Mishra e Koehler sobre os conhecimentos Tecnológico, Pedagógico e de Conteúdo Específico. Com a análise realizada foi possível identificar ações de um processo de formação continuada que podem ter possibilitado movimentos de integração de tecnologias digitais na prática pedagógica da professora, e ações que oportunizaram a (re)construção de conhecimentos. Além disso, identificamos movimentos de superação da professora relacionados às dificuldades enfrentadas durante o processo de integração. Identificamos, também, a importância e necessidade de se (re)pensar políticas públicas que implementem mais ações de formação continuada em serviço, com vistas a integração de tecnologias digitais ao currículo. Concluímos, ainda, que em processos de integração, é importante que o uso da tecnologia digital se articule ao uso de outras linguagens na prática pedagógica do professor, de modo que tal movimento possa favorecer processos de ensino e de aprendizagem.
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                                    Entre infâncias, narrativas e delírios: fora da escola, fora da matemática, fora do risco...
                                    Curso Mestrado em Educação Matemática
                                    Tipo Dissertação
                                    Data 27/02/2019
                                    Área MATEMÁTICA
                                    Orientador(es)
                                    • Luzia Aparecida de Souza
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Vivian Nantes Muniz Franco
                                      Banca
                                      • Angela Maria Guida
                                      • César Donizetti Pereira Leite
                                      • Joao Ricardo Viola dos Santos
                                      • Luzia Aparecida de Souza
                                      • Thiago Pedro Pinto
                                      Resumo Produzir narrativas com crianças de 4 e 5 anos em um fora da escola propõe um movimento de repensar e, em alguns casos, abandonar objetivos, questões de pesquisa, metodologias e teorias postas de antemão. A presença da infância dialoga com o novo, com o espanto, com o inesperado e com a criação de uma outra potência de olhar para o mundo, um olhar sensível às sutilezas do encontro com o outro. Aqui, as narrativas foram problematizadas no contexto da infância, sendo apresentadas como falas, desenhos e imagens que resultam de diferentes exercícios de produção e composição com as crianças. As diversas reinações dessa pesquisa nos colocaram em encontros individuais, com três crianças ao mesmo tempo, mais de um encontro com uma mesma criança, encontros sem entrevista, encontros com crianças de escolas públicas e privadas, com meninas e meninos, encontros… Conversas filmadas, gravadas, desenhadas, interrogadas, silenciadas, conversas… A aproximação com as crianças, com a poesia e com as narrativas me fizeram, por diversos momentos, ser atravessada por muitas inquietações, em um fora da Matemática, desviando meu olhar pesquisocêntrico para outras questões que permeiam a infância, a educação, a pesquisa científica, a escola e também a matemática. Trouxemos aqui, em narrativas fora do risco, reflexões acerca da infância, criança, escola e matemática, que pegam delírios ao serem narrados pelas crianças, desestabilizando e a alterando nossos olhares frente a uma pesquisa dessa natureza.
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                                      ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM MATEMÁTICA: reflexões e análise a partir de um processo formativo colaborativo
                                      Curso Mestrado em Educação Matemática
                                      Tipo Dissertação
                                      Data 27/02/2019
                                      Área MATEMÁTICA
                                      Orientador(es)
                                      • Patricia Sandalo Pereira
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Giovana Papacosta
                                        Banca
                                        • Abigail Fregni Lins
                                        • Edilene Simoes Costa dos Santos
                                        • Fernanda Malinosky Coelho da Rosa
                                        • Patricia Sandalo Pereira
                                        Resumo A presente pesquisa foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática, nível de mestrado, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Nosso objeto de estudo foi o Estágio Curricular Supervisionado em Matemática. O objetivo foi analisar as contribuições do processo formativo colaborativo no Estágio Curricular Supervisionado em Matemática enquanto espaço formativo, visando a responder a seguinte questão: Como o processo formativo colaborativo (PFC) no Estágio Curricular Supervisionado (ECS) pode contribuir para a formação inicial de professores de Matemática? O referencial teórico adotado para discorrer sobre a Formação Inicial, Estágio Curricular Supervisionado foi Dayrell (1999), Pimenta (1999), Ponte (2004), Pimenta e Lima (2012), Elliot (2015), Franco (2016), entre outros autores, além dos fundamentos legais que regem essa formação. Adotamos uma abordagem qualitativa de pesquisa. Entendendo que o Estágio é o momento que possibilita aos licenciandos vivenciar a prática pedagógica durante sua formação, buscamos desenvolver uma nova proposta formativa nesse espaço, aplicando procedimentos na perspectiva colaborativa, em uma turma do curso de Licenciatura em Matemática da UFMS – Campo Grande, no primeiro semestre de 2017. Os instrumentos de produção de dados foram: relatórios finais de Estágio; slides produzidos para a última aula da disciplina; e áudios das sessões de planejamentos colaborativo, de reflexões e de conversas pelo whatsapp. Da leitura e análise dos dados, emergiram três categorias: relações e interações com os alunos; planejamento; e a reflexão sobre a própria prática dos estagiários enquanto professores. Pudemos concluir que o processo formativo colaborativo no ECS contribuiu para a caracterização de um espaço formativo permeado pela colaboração e pela reflexão. Esperamos que os resultados apresentados possam subsidiar novas propostas de formação, servindo de indicadores para o aprimoramento de diversas práticas de Estágio Curricular Supervisionado.
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                                        Educação (,) matemática e outras banalidades fundamentais da vida: diálogos a partir dos analfabetismos nossos de cada dia
                                        Curso Mestrado em Educação Matemática
                                        Tipo Dissertação
                                        Data 26/02/2019
                                        Área MATEMÁTICA
                                        Orientador(es)
                                        • Luzia Aparecida de Souza
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Endrika Leal Soares
                                          Banca
                                          • Angela Maria Guida
                                          • Joao Ricardo Viola dos Santos
                                          • Luzia Aparecida de Souza
                                          • Roger Miarka
                                          Resumo Nesta investigação, trabalhamos com a produção de narrativas com adultos analfabetos em Mato Grosso do Sul. Nosso objetivo inicial consistia em identificar estratégias matemáticas construídas e mobilizadas por pessoas analfabetas para lidar com situações de seu cotidiano. Para isso, foram realizadas entrevistas com base em princípios e procedimentos da História Oral. Assim, nos propomos a pensar a Educação (Matemática) a partir de experiências de vida narradas por interlocutores que se mantêm fora da escola. Ao perseguirmos esse objetivo inicial, nos colocamos em outro processo analítico que, para além de identificar estratégias, nos permitiu o contato com diferentes modos de vida. Esses novos modos de ver/ler o mundo nos fizeram questionar sobre a ideia de analfabetismo, bem como problematizar discursos que se têm sobre escola, que ecoam mesmo em pessoas que não participaram de processos de escolarização. Nesse sentido, os estudos sobre colonialidade se mostraram fundamentais para pensar não só sobre esses discursos e seus efeitos, mas sobre nossas próprias práticas e, principalmente, na condição de subalternidade que perpassa o analfabetismo, enquanto desvio em um mundo que assume um outro tipo de normalidade.
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