Mestrado em Ciências do Movimento

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TRABALHO Ações
EFEITOS CARDIOVASCULARES AGUDOS DE UMA SESSÃO DE TREINAMENTO COM SPRINTS SUPER CURTOS EM JOVENS NORMOTENSOS
Curso Mestrado em Ciências do Movimento
Tipo Dissertação
Data 04/09/2024
Área EDUCAÇÃO FÍSICA
Orientador(es)
  • Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Victória Regina Ferro
    Banca
    • Arilson Fernandes Mendonça de Sousa
    • Daniel Alexandre Boullosa Alvarez
    • Paulo de Tarso Guerrero Muller
    • Silvio Assis de Oliveira Junior
    Resumo Introdução: A prática de exercício físico é amplamente reconhecida por sua capacidade de promover saúde e melhorar a qualidade de vida. Recentemente protocolos de treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT), e versões ainda mais curtas no sprint interval training (SIT), têm sido propostos como alternativas eficientes tanto para melhorar capacidades físicas de pessoas saudáveis como no tratamento de diferentes condições de saúde. Entretanto, não é bem descrito quais os efeitos cardiovasculares dessas modalidades durante os esforços. Objetivos: Verificar as respostas cardiovasculares durante e após uma sessão de treinamento intervalado de sprints super curtos de 5 segundos (sSIT) em participantes jovens, normotensos e fisicamente ativos (n=10, idade 28,2±5,8 anos) comparados a um treinamento intervalado com tiros mais longos de 20 segundos (SIT20). Métodos: A amostra foi composta por 10 jovens normotensos e fisicamente ativos. Ao longo de 3 sessões, realizaram familiarização, teste incremental e, de forma aleatorizada, sessões de sSIT e SIT20. As análises de frequência cardíaca (FC) e pressão arterial (PA) foram coletadas em repouso antes e a cada 15 minutos após os testes, enquanto FC, pressão arterial (PA) e consumo de oxigênio (VO2) foram coletados a cada 2 minutos durante o treinamento. Resultados: Os protocolos apresentaram respostas cardiovasculares semelhantes. Houve aumento da FC, PA sistólica e duplo produto (DP) até o 8º minuto, com redução progressiva durante o repouso. Somente o protocolo sSIT foi capaz de produzir hipotensão pós exercício. Durante o protocolo sSIT, os participantes atingiram 93,45% (±11,11) da FC máxima, enquanto no SIT20 89,19% (±6,92; p= 0,346). Conclusão: Foi demostrado que os protocolos de SIT com 5 e 20 segundos se comportaram de forma semelhante, sendo que somente o sSIT foi capaz de produzir hipotensão pós exercício (HPE) e os dois protocolos demonstraram-se seguros para treinamento.
    Efeitos do consumo de Tereré pré – esforço físico sobre os indicadores de hidratação de praticantes de corrida
    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
    Tipo Dissertação
    Data 03/09/2024
    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
    Orientador(es)
    • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Carolina Rocha Diniz
      Banca
      • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
      • Fabiane La Flor Ziegler Sanches
      • Gianfranco Sganzerla
      • Silvio Assis de Oliveira Junior
      Resumo Introdução: A erva-mate é amplamente consumida com água gelada, em uma cuia
      e bomba de sucção, na forma de tereré em regiões quentes do Brasil, além do
      Paraguai, como uma maneira de aliviar o calor, favorecendo a hidratação. Contudo,
      apesar de seu uso popular e de suas alegações hidratantes, surpreendentemente
      existem pouquíssimos estudos voltados para a erva-mate, especialmente no
      contexto esportivo. Objetivo: Avaliar os efeitos do consumo do tereré pré-esforço
      físico sobre os indicadores de hidratação de praticantes de corrida. Metodologia:
      Neste estudo randomizado, cruzado, duplo cego e com wash out de 7 a 14 dias,
      foram selecionados 19 corredores de rua, sendo 10 homens (31,3 ± 8 anos, 173,5 ±
      5,8 cm, 74,4 ± 10,2 Kg, percentual de gordura: 15,94 ± 4,24 %) e nove mulheres
      (32,8 ± 5,1 anos, 163,2 ± 4,5 cm, 56,8 ± 6,4 Kg, percentual de gordura 20,55 ± 7 %),
      divididos em dois grupos: Tereré Experimenta (TrEX), que consumiu Tereré
      tradicional (50g de Erva Mate, infundida em 6ml/kg do peso corporal de água fria a
      ±10ºC) e o Tereré Placebo (TrPL), que recebeu a mesma quantidade de água,
      porém com erva-mate descafeinada. No baseline, os participantes responderam a
      questionários socioeconômicos, recordatório alimentar e dados de treinamento e
      realizaram medidas antropométricas (peso e estatura). Os marcadores do estado de
      hidratação foram obtidos antes e depois de 45 minutos da ingestão das bebidas,
      incluindo medidas de massa corporal, água corporal total (ACT), intracelular (ACI) e
      extracelular (AEC) (por bioimpedância elétrica), gravidade específica da urina (GEU)
      e coloração da urina (UC). Ao término da corrida (20 a 27 minutos), foram aplicados
      questionários sobre a escala de sede e sensação de sede e a GEU e UC foram
      novamente coletadas. Resultados: A ingestão de tereré não alterou a ACT, AI, AE,
      GEU e a UC, em relação ao grupo TrrPl em ambos os sexos (p>0.05). Apenas o
      tempo teve um efeito significante na GEU tanto para mulheres (<0,01) quanto para
      homens (<0,01). Após a corrida, os atletas e as atletas de ambas as condições
      permaneceram em bom estado de hidratação. Conclusão: A ingestão de tereré não
      causou alterações significativas nos parâmetros de hidratação dos corredores
      quando comparada ao tereré descafeinado, sendo que ambas as bebidas foram
      capazes de manter um bom estado de hidratação dos atletas após o esforço físico.
      Nossos achados indicam que o tereré pode ser uma estratégia nutricional para a
      hidratação de corredores de rua em corridas de duração inferior a 30 minutos.
      ACURÁCIA DO SISTEMA MOVA3D PARA ANÁLISE CINEMÁTICA DE TRONCO, CABEÇA E MEMBROS SUPERIORES: UM ESTUDO COMPARATIVO COM PADRÃO OURO QUALISYS TRACK MANAGER
      Curso Mestrado em Ciências do Movimento
      Tipo Dissertação
      Data 30/08/2024
      Área EDUCAÇÃO FÍSICA
      Orientador(es)
      • Thomaz Nogueira Burke
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Danielle de Oliveira Felipe
        Banca
        • Charles Taciro
        • Fabricio Cesar de Paula Ravagnani
        • Glaucia Helena Goncalves
        • Thomaz Nogueira Burke
        Resumo Introdução: A análise cinemática é uma ferramenta utilizada por profissionais de educação
        física, médicos neurologistas, ortopedistas e fisioterapeutas. O padrão ouro para avaliação
        cinemática em 3 dimensões (3D) são equipamentos optoeletrônicos. Tais sistemas são de difícil
        acesso, por isso novas pesquisas tem sido realizadas para desenvolver recursos alternativos
        para os cientistas do movimento. Objetivo: Avaliar o grau de associação e o erro médio
        absoluto do sistema MOVA3D em comparação ao Qualisys Track Manager para avaliação
        cinemática de membros superiores, tronco e cabeça. Métodos: Trata-se de um estudo
        observacional transversal com método comparativo. Foi desenvolvido no Laboratório de
        Análise do Movimento na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Campo Grande
        (APAE/CG). Trinta adultos saudáveis foram avaliados pelos sitesmas Qualisys Track Manager
        e MOVA3D de forma concorrente. Foi calculada a variação angular em cada articulação e
        comparados os resultados entre os sistemas pelo cálculo do erro médio absoluto, coeficiente de
        correlação de Pearson e pelo test T Student. Resultados: O MOVA3D apresentou erro médio
        angular absoluto de 2,61º a 21,35º, dependendo da variável e plano avaliado. Houve diferença
        estatisticamente significativa as medidas realizadas nos diferentes planos, em todas variáveis
        testadas. Foi encontrada correlação moderada entre os sistemas apenas para variável flexão de
        ombro (IC=0,511). Conclusão: O erro médio observado está dentro de aceitável, exceto para
        a flexão de tronco. Entretanto, somente a variável flexão de ombro apresentou correlação
        moderada entre os sistemas. Ajustes ainda são necessários para que o MOVA3D possa ser
        validado em relação ao QTM.
        OS VALORES NORMATIVOS DE REFERÊNCIA PARA EFICIÊNCIA VENTILATÓRIA NO BRASIL E NO MUNDO: UM ESTUDO IN-SILICO
        Curso Mestrado em Ciências do Movimento
        Tipo Dissertação
        Data 21/08/2024
        Área EDUCAÇÃO FÍSICA
        Orientador(es)
        • Paulo de Tarso Guerrero Muller
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Priscila Caroline Silva dos Santos Dantas
          Banca
          • Glaucia Helena Goncalves
          • Paulo de Tarso Guerrero Muller
          • Rodrigo Koch
          • Silvio Assis de Oliveira Junior
          Resumo Este estudo examina a inclinação VE-VCO2, uma medida crítica no TECP que verifica
          a quantidade de CO2 que é removido durante o exercício. Esse desequilíbrio muitas vezes
          resulta em dispneia, um marcador para desfechos negativos em pacientes. Apesar de sua
          importância, a comparabilidade das inclinações VE-VCO2 entre diferentes ergômetros e sexos
          em vários países tem sido pouco estudada. Nossa pesquisa analisou várias equações preditivas
          de VE-VCO2 baseadas em sexo, idade e tipo de ergômetro, focando nelas como únicas variáveis
          independentes, com o objetivo de desenvolver um modelo de referência para a EV,
          identificando discrepâncias e semelhanças para aplicação global. A metodologia envolveu um
          estudo IN-SILICO. Após identificarmos as principais equações de avaliação de VE-VCO2
          incluímos apenas as que continham sexo e idade para a realização das simulações
          computacionais. Excluímos equações com fórmulas quadráticas ou variáveis adicionais. Essas
          simulações geraram 5.000 iterações para n=150, cobrindo idades de 20 a 80 anos. Esse grande
          tamanho amostral visou dados estatisticamente robustos para propor novas diretrizes para a
          avaliação da EV. Os principais achados mostraram discordância moderada a alta entre as
          equações preditivas de VE-VCO2 baseadas na idade em diferentes populações. Comparando
          ergômetros, os homens apresentaram menores taxas de discordância do que as mulheres. Nosso
          estudo encontrou alta concordância em homens, mas não em mulheres, sugerindo diferenças
          mais específicas dependentes do ergômetro nas mulheres. Isso pode ser devido a diferentes
          estratégias respiratórias e restrições ventilatórias entre os sexos. Uma limitação é o pequeno
          número de equações baseadas na idade para comparação. No entanto, nossa abordagem
          estatística foi adequada para comparações significativas. Em conclusão, as equações preditivas
          para inclinações VE-VCO2 são altamente discordantes em uma base transcultural para ambos
          os ergômetros. Uma iniciativa global para desenvolver equações universais é necessária, devido
          à importância deste índice no ambiente clínico, especialmente para avaliar dispneia e prever
          morbidade/mortalidade clínica e cirúrgica.
          O IMPACTO DA PANDEMIA DE COVID-19 NA PRODUÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS SOBRE IDOSOS PELOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS EFEITOS NA ÁREA 21 – EDUCAÇÃO FÍSICA
          Curso Mestrado em Ciências do Movimento
          Tipo Dissertação
          Data 09/08/2024
          Área EDUCAÇÃO FÍSICA
          Orientador(es)
            Coorientador(es)
            Orientando(s)
              Banca
                Resumo O objetivo deste estudo foi investigar os impactos da pandemia de COVID-19, na
                produção de artigos científicos dos Profissionais de Educação Física a respeito do
                idoso e seus efeitos na área 21: Educação Física. Nesse estudo, 558 pesquisadores
                de programas de pós-graduação da área Educação Física tiveram sua produção

                avaliada entre os anos 2018 e 2022. Foram incluídos apenas artigos, cujo público-
                alvo era idoso. Esses artigos foram analisados, segundo os estratos Qualis e o fator

                de impacto das revistas. De um total de 17.932 artigos publicados pelos
                pesquisadores, 969 eram estudos sobre o idoso. Durante a pandemia, houve uma
                queda na quantidade de artigos publicados sobre idosos (P = 0,001), com piora nos
                estratos Qualis (P = 0,001). O fator de impacto das revistas não foi afetado pela
                pandemia (P = 0,426). Os resultados apontam impacto negativo da pandemia da
                COVID-19 na quantidade da produção científica sobre o idoso e na qualidade,
                segundo o estrato Qualis. E como impacto positivo, observou-se um aumento da
                produção científica na região nordeste e segundo o JCR, o fator de impacto das
                revistas não foi afetado pela pandemia.
                O IMPACTO DA PANDEMIA DE COVID-19 NA PRODUÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS SOBRE IDOSOS PELOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SEUS EFEITOS NA ÁREA 21 – EDUCAÇÃO FÍSICA
                Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                Tipo Dissertação
                Data 09/08/2024
                Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                Orientador(es)
                • Gustavo Christofoletti
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Vanderlei Porto Pinto
                  Banca
                  • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                  • Gustavo Christofoletti
                  • Joel Saraiva Ferreira
                  • Rafael Presotto Vicente Cruz
                  Resumo O objetivo deste estudo foi investigar os impactos da pandemia de COVID-19, na
                  produção de artigos científicos dos Profissionais de Educação Física a respeito do
                  idoso e seus efeitos na área 21: Educação Física. Nesse estudo, 558 pesquisadores
                  de programas de pós-graduação da área Educação Física tiveram sua produção

                  avaliada entre os anos 2018 e 2022. Foram incluídos apenas artigos, cujo público-
                  alvo era idoso. Esses artigos foram analisados, segundo os estratos Qualis e o fator

                  de impacto das revistas. De um total de 17.932 artigos publicados pelos
                  pesquisadores, 969 eram estudos sobre o idoso. Durante a pandemia, houve uma
                  queda na quantidade de artigos publicados sobre idosos (P = 0,001), com piora nos
                  estratos Qualis (P = 0,001). O fator de impacto das revistas não foi afetado pela
                  pandemia (P = 0,426). Os resultados apontam impacto negativo da pandemia da
                  COVID-19 na quantidade da produção científica sobre o idoso e na qualidade,
                  segundo o estrato Qualis. E como impacto positivo, observou-se um aumento da
                  produção científica na região nordeste e segundo o JCR, o fator de impacto das
                  revistas não foi afetado pela pandemia.
                  Reprodutibilidade das respostas físicas de jovens jogadores de futebol durante jogos reduzidos organizados por bio-banding
                  Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                  Tipo Dissertação
                  Data 26/07/2024
                  Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                  Orientador(es)
                  • Rodolfo Andre Dellagrana
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Melquisedeque da Silva Moraes
                    Banca
                    • Anderson Santiago Teixeira
                    • Guilherme Moreira Caetano Pinto
                    • Hugo Alexandre de Paula Santana
                    • Rodolfo Andre Dellagrana
                    Resumo O bio-banding busca diminuir o viés de seleção e gerar equidade nas oportunidades entre atletas de maturação distinta. Em um ambiente de muitas variáveis, a reprodutibilidade surge como uma possibilidade de verificar a consistência das respostas físicas. Portanto, o objetivo deste estudo foi analisar a reprodutibilidade dos indicadores de desempenho de corrida durante jogos reduzidos a partir do confronto entre equipes de mesmo e diferente estatuto maturacional em jovens jogadores de futebol. Participaram do estudo 36 atletas de futebol do sexo masculino, com faixa etária entre 12 a 15 anos de idade (Sub13 N=20; Sub15 N=16), e foram submetidos a seis fases de avaliações: 1) medidas antropométricas, para determinar o pico de velocidade de crescimento (PVC) e testes físicos; 2) protocolo de jogos reduzidos para identificação de jovens talentos no futebol; 3) jogos reduzidos com equipes oponentes com jogadores com mesmo PVC; 4) jogos reduzidos com equipes oponentes com jogadores com diferente PVC; 5 e 6) os encontros 3 e 4 foram repetidos, com intuito de verificar a reprodutibilidade das demandas físicas (distância total percorrida – DT, velocidade máxima, velocidade média e sprints). Para a estatística descritiva foi utilizada média e desvio padrão. A normalidade foi verificada pelo teste de Shapiro-Wilk. Para comparar as diferenças para as variáveis antropométricas e físicas pré jogo, a ANOVA two-way foi realizada (fator 1 = categoria; fator 2 = maturação), seguida pelo teste de post-hoc de Bonferroni. O teste-t pareado foi realizado para comparar as variáveis dependentes entre as condições de teste e reteste. O tamanho de efeito (TE) foi calculado, e o critério de Cohen foi adotado (>0,2 = efeito pequeno; >0,5 = efeito moderado; >0,8 = efeito grande). A correlação de Pearson foi realizada para analisar a relação entre as demandas físicas durante os jogos. Por fim, o teste t para amostras independentes foi realizado para comparar o delta entre jogos com oponentes de mesmo e diferente estágios maturacionais. Para o tratamento estatístico foi utilizado o software IBM SPSS Statistics for Windows, versão 21.0 (IBM Corp.,Armonk, NY, USA). O nível de significância adotado foi de 5%. De maneira geral, em ambas categorias (sub-13 e sub-15) os tardios apresentaram respostas reprodutíveis jogando contra o mesmo estatuto maturacional. No entanto, no jogo contra diferente estatutos maturacionais as respostas físicas reduziram no segundo jogo. Para os avançados, foi o contrário, as repostas foram reprodutíveis no jogo contra maturação não pareada, mas não foram reprodutíveis contra atletas de maturação pareada. Portanto, os resultados indicam que as respostas físicas dos jovens jogadores de futebol durante jogos reduzidos não são consistentemente reprodutíveis quando se consideram diferentes estágios maturacionais. Em conclusão, observou-se que as variáveis de desempenho físico variaram significativamente entre o primeiro e o segundo jogo, tanto em confrontos com oponentes de mesmo estatuto maturacional quanto em jogos entre jogadores de maturações diferentes. Isto destaca a complexidade das interações entre maturação biológica e desempenho físico em contextos de jogos reduzidos.
                    Efeitos de dois Programas de Telerreabilitação sobre a capacidade funcional e qualidade de vida de pessoas com Osteoartrite de joelho: Um ensaio clínico randomizado único cego
                    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                    Tipo Dissertação
                    Data 05/06/2024
                    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                    Orientador(es)
                    • Glaucia Helena Goncalves
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Fernando Dias Boeira
                      Banca
                      • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                      • Glaucia Helena Goncalves
                      • Gustavo Christofoletti
                      • Robson Chacon Castoldi
                      Resumo Introdução A osteoartrite (OA) é uma doença degenerativa, crônica, que causa dor,
                      limitação e incapacidade funcional. Os sintomas geralmente são de início gradual e
                      progressivo, exigindo tratamento contínuo e a longo prazo. O exercício físico é o
                      tratamento não cirúrgico mais benéfico da OA de joelho. Entretanto, esses pacientes
                      costumam diminuir o nível de atividade física ao longo do tempo, sendo um grande
                      desafio para o tratamento. Uma alternativa para incentivar a manutenção do exercício
                      físico é oferecer esta modalidade remotamente, com supervisão, utilizando tecnologia
                      da telecomunição para reabilitação. Objetivo: Avaliar os efeitos de dois programas de
                      telerreabilitação, nos formatos síncrono e assíncrono, sobre a capacidade funcional e
                      qualidade de vida de pessoas com OA de joelho. Método: Este é um ensaio clínico
                      randomizado, único cego, de análise quantitativa, com dois momentos de avaliação:
                      pré e pós intervenção. Os participantes com OA de joelho foram randomizados em
                      dois grupos: grupo síncrono (GS), que realizou o programa de exercícios por
                      videochamada; e o grupo assíncrono (GA), que realizarou o mesmo programa de
                      exercícios com o apoio de cartilha explicativa. O programa de exercícios foi realizado
                      três vezes por semana durante seis semanas. Os participantes foram avaliados
                      quanto ao desempenho funcional pelos testes: Caminhada Rápida de 40 metros
                      (TC40m); Sentar e levantar de 30 segundos (TSL30s); e Subir e Descer Escadas
                      (TEscada); e responderam sobre sua percepção de dor, função física, qualidade de
                      vida e adesão por meio dos questionários: Western Ontario and McMaster Universities
                      Osteoarthritis Index (WOMAC), World Health Organization Quality of Life - versão
                      curta (WHOQOL-bref) e Exercise Adherence Rating Scale (EARS). Resultados:
                      Foram avaliados 30 participantes, com idade média entre 41 e 76 anos (93,3% do
                      sexo feminino), IMC de 30.6 kg/m2. Os grupos foram homogêneos quantos às
                      características demográficas e clínicas. Com relação aos testes de desempenho
                      físico, ambos os grupos apresentaram significativa diminuição de tempo na execução
                      do T-C40m, No T-SL30, ambos os grupos apresentaram aumento significativo na
                      quantidade de movimentos realizados e T-Escada, houve significativa diminuição de
                      tempo de execução. WOQHOL-Bref não foram observadas interações significativas
                      entre grupos ou momentos. WOMAC, nas dimensões ‘Dor’ e ‘Função’, apenas o grupo
                      assíncrono apresentou diferenças significativas. WOMAC – Total, foi observada
                      diferença significativa. No EARS, o GS apresentou média de 17,00 (6,5) e o GA, de
                      16,40(5,59) na seção B, e 27,90 (4,77) e 24,30(6,9), na seção C, indicando boa
                      aceitação de ambos os programas. Conclusão: Nos resultados, observamos que
                      ambos os programas são exequíveis e bem aceitos. Entretanto, não foi possível fazer
                      conclusões consistentes a respeito da modalidade síncrona quanto a dor e função.
                      Análise do histórico de lesões esportivas e fatores associados segundo o nível de graduação no Brazilian Jiu-Jitsu
                      Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                      Tipo Dissertação
                      Data 29/04/2024
                      Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                      Orientador(es)
                      • Silvio Assis de Oliveira Junior
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Lucas Gabriel Ortigoza
                        Banca
                        • Claudiane Maria Barbosa
                        • Rafael Lima Kons
                        • Rodolfo Andre Dellagrana
                        • Silvio Assis de Oliveira Junior
                        Resumo Introdução: Além de um esporte de combate, o Brazilian Jiu-jitsu (BJJ) é
                        também um esporte aplicado à defesa pessoal, que tem por objetivo subjugar o seu
                        oponente, utilizando a força por meio de um sistema de alavancas. Em termos de prática,
                        o BJJ envolve importante condicionamento físico, concentração e controle emocional. As
                        diferentes e complexas exigências do BJJ podem constituir fatores associados com o
                        acometimento de lesões esportivas. Outros fatores associados ao desenvolvimento de
                        lesões incluem faixa etária, composição corporal, flexibilidade, sobrecarga de
                        treinamento, histórico de lesões prévias e nível de graduação. Esses atributos devem ser
                        considerados para melhor compreensão dos mecanismos de lesões nessa modalidade.
                        Objetivo: Analisar o histórico de lesões musculoesqueléticas esportivas e fatores
                        associados segundo o nível de graduação em praticantes de BJJ. Metodologia: O presente
                        estudo constitui-se como pesquisa descritiva e analítica, sob delineamento transversal
                        retrospectivo. A casuística amostral foi constituída por meio de conveniência e contou
                        com 109 participantes procedentes de sete academias de treinamento de BJJ, situadas no
                        município de Campo Grande, MS. Os participantes foram alocados em três grupos
                        independentes, definidos segundo categoria (cor) de faixa: G1, com participantes com
                        faixa branca; G2, com participantes de faixas azul e roxa; e G3, com participantes de
                        faixas marrom e preta. Foram coletados dados demográficos, antropométricos e dados
                        referentes a lesões musculoesqueléticas esportivas por meio de questionários. A
                        flexibilidade foi analisada por meio do teste de sentar e alcançar no banco de Wells.
                        Resultados: Em relação à casuística, os participantes eram de ambos os gêneros, sendo
                        87 do gênero masculino e 22 do gênero feminino, e detinham idade de 32,6±7,9 anos,
                        1,74±0,82 m de estatura e 82,1±14,5 kg de massa corporal. Em relação às características
                        esportivas, os participantes possuíam 77,0 (6,0 – 300,0) meses de prática de BJJ e carga
                        horária de treinamento de 5,8 (1,0 – 45,0) h/semana. Os grupos G2 e G3 possuíam maiores
                        valores de índice de massa corporal. Quanto ao histórico de treinamento (HT) os
                        participantes do G3 possuíam maiores valores do que os demais grupos. A taxa de lesões
                        por praticante, assim como a taxa de lesões por praticante lesionado foram maiores no
                        G3, embora G2 tenha apresentado maior número de casos de lesão.Em membros
                        superiores, os participantes de G2 mostraram maior prevalência de lesões em comparação
                        ao G1, com maiores índices e diferenças estatísticas, sucessivamente, em ombros,
                        cotovelos e conjunto antebraço, punho e mão. Nos membros inferiores, lesões em joelho
                        e complexo tornozelo/pé foram mais prevalentes em G2 e G3, quando comparados a G1.
                        Não foram constatadas diferenças estatisticamente significativas nas comparações entre
                        G2 e G3.
                        Conclusão:As lesões articulares no ombro ,por entorse e chave de
                        articulação/estrangulamento foram as mais comuns em todos os níveis de graduação, do
                        BJJ.Indivíduos com maior nível de graduação apresentaram maiores índices de lesões
                        musculares retrospectivas.Tempo de exposição semanal ao treinamento ,constituiu um
                        dos principais fatores preditivos de lesões em praticantes Iniciantes enquanto
                        idade,tempo de exposição em meses e nível de graduação esteve associado ao maior
                        ocorrência retrospectivas de lesões,nos praticantes Intermediários e Avançados.
                        Impactos da COVID-19 na produção científica dos Programas de Pós-graduação em Educação Física
                        Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                        Tipo Dissertação
                        Data 24/04/2024
                        Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                        Orientador(es)
                        • Gustavo Christofoletti
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Sarah Jane Lemos de Melo
                          Banca
                          • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                          • Gustavo Christofoletti
                          • Mariana Bogoni Budib
                          • Thomaz Nogueira Burke
                          Resumo A pandemia de COVID-19 gerou transformações significativas na sociedade, especialmente no cenário educacional, levando os profissionais de educação física a adotarem o treinamento online. Apesar dessas mudanças, o impacto da pandemia na produção científica dos pesquisadores em educação física permanece pouco explorado. Este estudo analisou os currículos de 558 pesquisadores brasileiros em 27 programas de pós-graduação em Educação Física, com o objetivo de investigar o potencial impacto da pandemia nas publicações científicas. As análises foram feitas em ambiente virtual, com dados publicamente disponíveis nos site dos Programas de Pós-graduação e nos respectivos currículos lattes. A produção dos pesquisadores de 2018 a 2022 passou por uma análise abrangente, considerando o número total de publicações, a classificação Qualis (índice brasileiro que avalia a qualidade dos estudos) e o Fator de Impacto da Clarivate (JCR). Os dados foram analisados por meio de testes Qui-Quadrado e Kruskall-Wallis, com um nível de significância de 5%. No total, os pesquisadores publicaram 17.932 manuscritos no período mencionado. Durante a pandemia de COVID-19, houve uma redução de 16,4% no número de artigos publicados (P = 0,001). Essa diminuição foi semelhante
                          entre homens e mulheres (P = 0,603) e associada a uma piora na classificação Qualis (P = 0,001). Por outro lado, o Fator de Impacto dos periódicos onde os manuscritos foram publicados permaneceu estável (P = 0,275). Com relação ao perfil dos pesquisadores, a maioria possui graduação em Educação Física, e chama
                          a atenção que 68% dos docentes são homens, e esse desequilíbrio é ainda mais acentuado entre os bolsistas, com 79% sendo do sexo masculino. Para além dos objetivos propostos, outro aspecto preocupante evidenciado pela análise, foi a disparidade no número de doutorados entre as regiões, sendo o Nordeste a que
                          apresentou menor quantidade. Os resultados sugerem um possível impacto da pandemia na produção científica dos pesquisadores em Educação Física em todas as regiões e de ambos os sexos. Agências de financiamento devem considerar os desafios associados à pandemia ao avaliar o trabalho acadêmico e os programas de
                          pesquisa.
                          Efeito da eletroestimulação trancutânea do nervo tibial sobre os sintomas urinários neurogênicos e qualidade de vida em mulheres com esclerose múltipla
                          Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                          Tipo Dissertação
                          Data 01/04/2024
                          Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                          Orientador(es)
                          • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Fabio Roberto Barbosa Saiki
                            Banca
                            • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                            • Cristine Homsi Jorge Ferreira
                            • Gustavo Christofoletti
                            • Néville Ferreira Fachini de Oliveira
                            Resumo A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença crônica, autoimune, inflamatória e desmielinizante que causa alterações motoras e disfunções no Trato Urinário Inferior (TUI). Objetivo: Verificar a eficácia da Eletroestimulação Transcutânea do Nervo Tibial (EETT) associado com Treinamento Muscular do Assoalho Pélvico (TMAP) nos Sintomas do Trato Urinário Inferior (STUI) em mulheres com EM. Método: Estudo de Ensaio Clínico controlado foi desenvolvido com 29 mulheres com idade entre 18 a 59 anos, com diagnóstico clínico de EM no Ambulatório de Urologia do HUMAP/UFMS, que foram distribuídos em dois grupos: Grupo Experimental (G1) e Grupo Controle (G2). O G1 (n=13) foi submetido a duas sessões semanais de EETT associado com TMAP durante doze semanas. O G2 (n=16) realizou TMAP em âmbito domiciliar duas vezes por semana durante doze semanas. As avaliações ocorreram no início e final das intervenções (12 semanas) através dos respectivos instrumentos: OAB-V8 que avalia o nível de comprometimento dos STUI e Q-FS que avaliação da Qualidade de Vida (QV). A análise estatística se deu pelo uso de média e desvio-padrão para caracterizar os dados e a comparação do tamanho amostral na qual foi realizada pelo teste qui-quadrado. A Idade e Escala Expandida da Doença (EDSS) foram avaliadas pelo teste t Student independente. Os efeitos das terapias sobre o OAB-V8 foram realizados pelo teste de Análise de Variâncias para Medidas Repetidas. Significância foi admitida em 5% e tamanho do efeito (ƞ2p) foram reportados quando houve diferença significativa entre grupos. Resultados: O G1 apresentou média de idade de 33,4 anos e G2 de 36,9 anos. Os grupos eram homogêneos no início do estudo. Em relação aos sintomas urinários (OABV-8), os grupos apresentaram diferenças (P = 0,009; ƞ2p = 0,228). Houve uma oscilação com melhora nos dois grupos (P = 0,001; ƞ2p = 0,606), mas a melhora foi maior no G1 que realizou a EETT associado a TMAP (P = 0,001; ƞ2p = 0,353). Em relação a qualidade de vida de forma geral os grupos apresentaram padrões semelhantes (P = 0,115). Houve uma oscilação dos valores nos dois grupos (P = 0,001; ƞ2p = 0,456), mas a melhora foi maior no grupo G1 (P = 0,001; ƞ2p = 0,353). Conclusão: Os resultados reforçam os benefícios da EETT associado ao TMAP na redução dos STUI e na melhora da QV no quesito preocupações com as limitações e sentimentos negativos associados em mulheres com EM.
                            AVALIAÇÃO ELETROMIOGRÁFICA DOS MÚSCULOS DO ASSOALHO PÉLVICO DE MULHERES PRATICANTES DE CROSS TRAINING: UM ESTUDO TRANSVERSAL
                            Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                            Tipo Dissertação
                            Data 11/03/2024
                            Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                            Orientador(es)
                            • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Sidinéia Silva Pinheiro Cavalcante Franco
                              Banca
                              • Adélia Correia Lúcio Girardi
                              • Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
                              • Gustavo Christofoletti
                              • Juliana Prati Salvador
                              Resumo Introdução: A Incontinência Urinária de Esforço (IUE) é definida, como a queixa de qualquer perda involuntária de urina durante esforço, prática de exercício, ao tossir ou espirrar. Uma das modalidades mais praticadas na atualidade por mulheres é o cross training, o que torna importante avaliar a ocorrência da IU nessas mulheres. Objetivo: Comparar a atividade bioelétrica do assoalho pélvico de mulheres sedentárias saudáveis com o de mulheres praticantes de cross training com e sem IU. Métodos: Estudo transversal, composto por mulheres sedentárias e mulheres praticantes de cross training, foi utilizado o questionário Internacional Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form ICIQ-SF para categorizar a amostra em três grupos: grupo sedentárias sem IU - GC (n=16), grupo praticantes de cross training sem IUE - G1 (n=14) e grupo praticantes de cross training com IUE – G2 (n=15). As avaliações também envolveram os questionários sociodemográfico, Questionnaire for Urinary Incontinence Diagnosis- QUID-Br- Version in Portuguese, Three Incontinence Questionnaire- 3IQBbr, e a Eletromiografia de superfície para avaliação da atividade bioelétrica da musculatura do MAP por meio do Protocolo Glazer. Os dados obtidos foram analisados pelo teste de Kruskal-Wallis, seguido pelo pós-teste de Dunn, teste do qui-quadrado, com correção de Bonferroni, quando necessária. Os demais resultados deste estudo foram apresentados na forma de estatística descritiva ou na forma de tabelas e gráficos. Resultados: Foram avaliadas 45 mulheres, com idades médias para os três grupos de 35,19±1,74; 37,20±1,48 e 32,12±1,73 respectivamente. Observou-se que a porcentagem de mulheres que relataram “Perco quando estou fazendo atividades físicas” foi de 66,7%. O questionário QUID-Br e 3IQ-Br mostrou que o tipo de IU mais predominante foi a IUE com 93,3% das mulheres que se queixam de IU. Quanto aos resultados da EMGs obtivemos diferença significativa nos itens tempo(s) da endurance dos músculos do assoalho pélvico, onde esse tempo foi menor entre as mulheres praticantes de cross training com IUE em relação ao grupo de mulheres sedentárias. Outro achado com diferença significativa foi nas médias de picos de contrações rápidas e lentas do MTA que foi maior entre as mulheres praticantes e sem IUE quando comparada as sedentárias. Conclusão: Este estudo verificou correlação entre a ocorrência de IUE com uma baixa atividade bioelétrica do transverso abdominal e um déficit de endurance nos músculos do assoalho pélvico.
                              Influência aguda da irradiação intravascular de sangue a laser modificada (ILIB) sobre a potência anaeróbia e estimadores cardiovasculares em sujeitos ativos
                              Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                              Tipo Dissertação
                              Data 15/09/2023
                              Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                              Orientador(es)
                              • Silvio Assis de Oliveira Junior
                              Coorientador(es)
                                Orientando(s)
                                • Yann Zurutuza
                                Banca
                                • Gaspar Rogerio da Silva Chiappa
                                • Heloyse Elaine Gimenes Nunes
                                • Rodolfo Andre Dellagrana
                                • Silvio Assis de Oliveira Junior
                                Resumo Introdução: A Irradiação Intravascular de Sangue a Laser (ILIB) é uma técnica de laser de baixa potência, porém, com efeitos sistêmicos. A ILIB apresenta inúmeros efeitos sob diversos mecanismos de ação, como ativação do sistema antioxidante, inibição do processo inflamatório sistêmico, aumento da fluidez do sangue e da propriedade hemorreológica ligada as hemácias. Objetivo: Investigar a influência aguda de ILIB sobre a potência muscular e aspectos cardiovasculares, incluindo a variabilidade da frequência cardíaca (VFC), em indivíduos fisicamente ativos submetidos a uma prova de esforço de alta intensidade. Metodologia: Este estudo é um ensaio clínico cruzado randomizado controlado. Foram avaliados 14 participantes do sexo masculino, estudantes universitários, com média de idade de 23,1 ± 4,1 anos e praticantes de atividade física regular. Os voluntários participaram dos dois grupos de intervenção (ILIB e placebo) em momentos distintos. Para a intervenção com ILIB, foram adotados os seguintes parâmetros, 30 min de irradiação, comprimento de onda de 660nm, potência de 100mW e área de feixe de 3mm. No primeiro momento, os sujeitos foram avaliados para caracterização da amostra e registro de indicadores cardiovasculares, nível de lactato sanguíneo em repouso e em resposta ao teste de Wingate. Logo após, os participantes receberam uma sessão do protocolo experimental, determinado por sorteio. Terminadas as sessões dos protocolos experimentais, foi realizada nova sessão para reavaliação de indicadores cardiovasculares e nível de lactato sanguíneo em repouso e em resposta ao teste de Wingate. Após sete dias, toda a coleta se repetiu, porém, os participantes realizaram o protocolo experimental remanescente. Resultado: Durante o teste de Wingate as variáveis analisadas foram potência máxima, potência máxima relativa, potência média, potência média relativa e índice de fadiga. Apenas o índice de fadiga apresentou diferença estatisticamente significante (p<0,05), para a etapa pós-ILIB (43,2±9,9%) comparado ao grupo pós-PB (52,5±14,9%). A FC de repouso apresentou redução após o uso da ILIB (63,0±8,3 bpm) em comparação as outras etapas. Além disso, para o lactato sanguíneo, o momento de recuperação após uso da ILIB (5,9±2,7 mmol/L) apresentou diferença significativa (p<0,05) para as demais etapas. A VFC os índices RMSSD e pNN50 apresentaram diferença significativa (p<0,05) em repouso pós-ILIB (1,83±0,12 ms; 1,64±0,11 %), comparando ao grupo pré-ILIB (1,53±0,19 ms; 1,21±0,32 %). O índice HF apresentou diferença significativa (p<0,05) da etapa pós-ILIB (1,70±0,03 ms²) para a etapa pós-PB (1,49±0,28 ms). Conclusão: O uso da ILIB retardou o início de fadiga em uma prova de esforço de alta intensidade e reduziu a concentração de lactato sanguíneo em uma recuperação curta. Além disso, a ILIB aumentou a variabilidade da frequência cardíaca, indicando sensibilizar a atividade parassimpática.
                                ESTRATÉGIAS DE COPING ENTRE JOVENS ATLETAS: UMA REVISÃO DE ESCOPO
                                Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                Tipo Dissertação
                                Data 14/09/2023
                                Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                Orientador(es)
                                • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Sandro Torales Schulz
                                  Banca
                                  • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                                  • Fabiane de Oliveira Macedo
                                  • Hugo Alexandre de Paula Santana
                                  • Sarita de Mendonca Bacciotti
                                  Resumo Introdução: Os atletas jovens frequentemente enfrentam diferentes tipos de
                                  pressões, relacionadas às competições, relações profissionais, pessoais ou
                                  familiares. Gerenciar essas ameaças psicológicas é essencial para a garantia de
                                  resultados esportivos satisfatórios. Assim, a compreensão de como os atletas lidam
                                  com os desafios psicossociais, pode proporcionar aumento da produtividade
                                  esportiva, contribuir para o aumento de foco e concentração, além de tomadas de
                                  decisões mais assertivas. Objetivo: O presente estudo teve como objetivo identificar
                                  e mapear na literatura científica as estratégias de coping utilizadas por jovens atletas
                                  e suas possíveis relações com a idade, sexo, modalidade esportiva e nível competitivo
                                  dos atletas. Métodos: Trata-se de uma revisão de escopo, que adotou como
                                  referencial teórico a abordagem proposta pelo método Joanna Briggs Institute (JBI) e

                                  recomendações da Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-
                                  Analyses extension for Scoping Review (PRISMA-ScR). Utilizou a estratégia

                                  População-Conceito-Contexto para compor a questão de pesquisa. A busca foi
                                  realizada nas bases de dados PUBMED, WEB OF SCIENCE, MEDLINE, LILACS,
                                  SCIELO, PsycINFO, Scopus e SPORTDiscus, e os termos utilizados foram “youth
                                  athletes” OR “young athletes”, “coping” OR “athletic coping” OR “coping strategies” OR
                                  “coping skills” e “Sports” OR “Athletics” OR “Athletic” OR “Youth Sports” NOT “Injuries”,
                                  e seus respectivos correspondentes nos idiomas português e espanhol. Sendo
                                  realizada por dois pesquisadores de maneira independente. Resultados: Obteve-se
                                  4.038 artigos com a busca nas bases de dados e 28 publicações para análise após a
                                  aplicação dos critérios de exclusão. Dos 28 artigos, 22 (78,6%) estudos utilizaram
                                  análises quantitativas e 6 (21,4%) de análises qualitativas. A revisão revelou que os
                                  jovens atletas de modo geral, empregam com maior frequência estratégias de coping
                                  focado na emoção, e os atletas um pouco mais velhos, direcionam seus esforços em
                                  estratégias com base cognitiva para mudar o evento estressante (ou seja, focado no
                                  problema). Os meninos tendem a utilizar mais estratégias de coping focadas no
                                  problema, enquanto as meninas utilizam mais estratégias de coping focadas nas
                                  emoções e busca por apoio social. Quanto ao tipo de esporte praticado observou-se
                                  que atletas de esportes individuais utilizam mais estratégias de coping e
                                  especialmente focadas na emoção, como a busca por apoio social, além de
                                  estratégias relacionadas à concentração. Enquanto atletas de esportes coletivos

                                  apresentaram com maior frequência estratégias de coping focadas no problema,
                                  relacionadas a melhores rendimentos esportivos. Atletas de nível competitivo mais
                                  elevado, tendem a aplicar com maior frequência estratégias focadas no problema,
                                  como controle emocional, rápida recuperação frente ao erro ou fracasso, elevado
                                  desempenho frente ao desafio, planejamento e preparo mental, foco, confiança e
                                  motivação no desempenho. Conclusão: As estratégias de coping adotadas por
                                  jovens atletas parecem ser diferentes conforme sexo, idade, esporte e nível
                                  competitivo. Aponta-se a necessidade de estudos futuros realizados de forma
                                  longitudinal, para analisar como os jovens atletas de maneira geral lidam com o
                                  estresse imposto pelo ambiente esportivo e competitivo, pois as estratégias de coping
                                  mudam ao longo da vida, fato este que faz necessárias atualizações constantes.
                                  Efeito da maturação biológica nas respostas físicas durante jogos reduzidos de futebol
                                  Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                  Tipo Dissertação
                                  Data 14/09/2023
                                  Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                  Orientador(es)
                                  • Rodolfo Andre Dellagrana
                                  Coorientador(es)
                                    Orientando(s)
                                    • Rita Adriana Stoeterau Moré
                                    Banca
                                    • Hugo Alexandre de Paula Santana
                                    • Rodolfo Andre Dellagrana
                                    • Rodrigo Leal de Queiroz Thoma de Aquino
                                    • Sarita de Mendonca Bacciotti
                                    Resumo Introdução: O desempenho no futebol sofre influência de restrições da tarefa
                                    (e.g., modificações no jogo), do indivíduo (e.g., características intrínsecas) e do
                                    ambiente (e.g., terreno de jogo). Para jogadores das categorias de base, muitos estudos
                                    têm investigado o efeito relacionado à restrição da tarefa no desempenho físico,
                                    enquanto que para a restrição do indivíduo estudos têm focado no efeito da idade
                                    cronológica sobre o desempenho físico. Entretanto, tem-se evidenciado que a
                                    maturação biológica pode apresentar grande influência no desempenho físico de jovens
                                    jogadores de futebol. Objetivo: Portanto, o objetivo do presente projeto é investigar os
                                    efeitos da maturação biológica nas respostas físicas de jogadores de futebol durante
                                    jogos reduzidos. Método: Participaram do estudo 36 jogadores de futebol com idades
                                    entre 12 e 15 anos, e foram submetidos a quatro dias de avaliações: 1) medidas
                                    antropométricas, determinação do pico de velocidade de crescimento (PVC) e testes
                                    físicos (potência muscular e capacidade aeróbia); 2) protocolo de jogos reduzidos para
                                    identificação do nível técnico-tático dos atletas, com intuito de compor as equipes para
                                    os encontros posteriores; 3) jogos reduzidos com equipes oponentes com jogadores
                                    com mesmo PVC; 4) jogos reduzidos com equipes oponentes com jogadores com
                                    diferente PVC, para avaliar as respostas físicas (distância total percorrida, distâncias
                                    percorridas em diferentes velocidades, frequência cardíaca e percepção subjetiva de
                                    esforço). Os encontros 3 e 4 foram randomizados. Para análise estatística, foram
                                    utilizadas análises de variância (ANOVA) two-way modelo misto (fator 1 = tempo; fator
                                    2 = maturação biológica), seguida pelo teste de post-hoc de Bonferroni para comparar
                                    as diferenças entre os níveis maturacionais. Resultados: Na categoria Sub-13, foi
                                    observada diferença significativa na interação maturação*jogos, na DT (p =0,042) e na
                                    Vméd (p= 0,042), onde os jogadores com maturação tardia, tiveram aumento na DT e na
                                    Vméd durante o 2o tempo de jogo, ao jogar contra adversários de diferente nível de
                                    maturação biológica. Com relação aos jogos (J1=mesmo estágio de maturação e J2=
                                    diferente estágio de maturação), foram encontradas diferenças significativas na DT (p
                                    =0,024) e para Vméd (p= 0,026), sendo que no J2 foram produzidas maiores distâncias
                                    totais percorridas e maior velocidade média no 2o tempo de jogo. Para maturação foram
                                    encontradas diferenças significativas na Vmáx (p=0,037), sendo que os jogadores com
                                    maturação avançada alcançaram maior velocidade máxima ao se considerar o tempo total
                                    de jogo. Conclusão: Ao jogar com adversários com mesmo estágio de maturação, a
                                    demanda física é reduzida em comparação a jogar contra adversários com estágio de
                                    maturação diferente. Em resumo, esses resultados sugerem que a maturação biológica
                                    afeta as respostas físicas durante o jogo de futebol, dependendo do estado de
                                    maturação individual. Jogadores de maturação avançada enfrentam um desafio
                                    fisiológico maior manifestado por FCmáx e %FCmáx mais altas na competição com
                                    mesmo PVC em comparação com a competição com diferente PVC.
                                    NECESSIDADES PSICOLÓGICAS BÁSICAS E A MOTIVAÇÃO NO AMBIENTE ESPORTIVO DE ATLETAS DE ATLETISMO E GINÁSTICA ARTÍSTICA
                                    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                    Tipo Dissertação
                                    Data 14/09/2023
                                    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                    Orientador(es)
                                    • Sarita de Mendonca Bacciotti
                                    Coorientador(es)
                                    • Thayse Natacha Queiroz Ferreira Gomes
                                    Orientando(s)
                                    • ADAN MEDINA RAMIRES
                                    Banca
                                    • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                                    • Fabiane de Oliveira Macedo
                                    • José Roberto Andrade do Nascimento Junior
                                    • Sarita de Mendonca Bacciotti
                                    Resumo Introdução: A motivação é um processo pelo qual o comportamento humano é incentivado e energizado para o cumprimento de objetivos. Segundo a Teoria da Autodeterminação, o indivíduo é um organismo dinâmico que se move para nutrir três necessidades psicológicas básicas (NPB) inatas a todo ser humano (autonomia, competência e relacionamento). Estudos observam fenômenos motivacionais nos mais variados ambientes socioculturais, porém, poucos são os contextos que a ilustram tão bem quanto o esporte. Independentemente do nível competitivo, a motivação será o foco das atenções. Os pais também têm papel de destaque na relação com a motivação para a prática esportiva, sendo eles os primeiros agentes de socialização e influenciadores de atitudes positivas e negativas de seus filhos. Há evidências da influência parental no apoio às NPB em diferentes níveis competitivos. Objetivo: Analisar a percepção de atletas brasileiros das modalidades esportivas do Atletismo (AT) e da Ginástica Artística (GA), quanto às necessidades psicológicas básicas, motivação no esporte e motivação parental. Métodos: No estudo transversal e quantitativo, realizado com 55 atletas do sexo masculino e feminino das modalidades esportivas do Atletismo (n= 24) e da Ginástica Artística (n= 31), foram aplicados os questionários Escala de Satisfação das Necessidades Básicas no Esporte - BNSSS, Escala de Motivação para o Esporte – SMS II e o Clima Motivacional Percebido pelos Pais – PIMCQ-2P, todos em ambiente virtual através do site do Projeto Medalha. Na estatística, foi realizado o teste Shapiro-Wilk para verificação da normalidade dos dados, as análises descritivas (M±DP) e de variância - ANCOVA (p≤0,05). Resultados e Discussão: Referentes às NPB, em todos os atletas foram observados níveis satisfatórios de apoio para as dimensões de Autonomia, Competência e Relacionamento. Quanto à motivação no esporte, no AT em ambos os sexos e na GA para o sexo feminino, os atletas demonstraram estarem mais motivados intrinsecamente. Na percepção do atleta sobre a motivação parental da mãe e do pai, os atletas de ambas as modalidades perceberam a motivação mais intrinsicamente também. Nas comparações, foram observadas diferenças significativas nas NPB somente na comparação entre as modalidades esportivas, na qual atletas do AT apresentaram mais Autonomia (p=0,03) em relação aos da GA. Foram encontradas diferenças significativas na motivação no esporte somente na comparação entre as categorias competitivas, na qual atletas da categoria juvenil apresentaram mais Desmotivação (p=0,01), e por fim, diferenças significativas na motivação parental somente na comparação entre categorias competitivas, onde os atletas da categoria infantil perceberam mais a motivação para o Prazer na Aprendizagem (p=0,01) e os atletas da categoria juvenil perceberam mais a motivação com Ênfase no Erro (p=0,02). Considerações finais: A pesquisa pode ser uma ferramenta útil para uma maior compreensão dos fatores que podem potencializar ou atenuar a vontade de atletas em permanecer em suas modalidades esportivas. Ademais, pode auxiliar os clubes, os treinadores e os pais/responsáveis a refletirem sobre a criação um ambiente mais propício para a satisfação das NPB, auxiliando no crescimento universal e no desenvolvimento pessoal e social dos atletas.
                                    Palavras-chave: Necessidades psicológicas. Motivação esportiva. Motivação parental.
                                    Os efeitos agudos da ingestão de Tereré (ilex paraguariensis) sobre indicadores de hidratação em judocas
                                    Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                    Tipo Dissertação
                                    Data 12/09/2023
                                    Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                    Orientador(es)
                                    • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Felipe Eliezer Ferreira Denarde
                                      Banca
                                      • Carlos Alexandre Fett
                                      • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                                      • Dayanne Sarah Lima Borges
                                      • Jeeser Alves de Almeida
                                      Resumo Introdução: A erva-mate (EM) (Ilex paraguariensis), consumida com água gelada,
                                      ou seja, tereré, contém compostos químicos (ex. cafeína, polifenóis e saponinas)
                                      com propriedades vasodilatadoras, hidratantes e estimulantes que poderiam auxiliar
                                      atletas, especialmente os de luta, que costumam experimentar fadiga e desidratação
                                      em decorrência da alta intensidade/duração dos treinamentos/competições, do
                                      quimono e das estratégias de perda rápida de peso. Entretanto, em nossa revisão,
                                      não encontramos estudos envolvendo erva-mate e hidratação de atletas. Objetivo:
                                      Avaliar os efeitos agudos da ingestão de tereré (erva-mate) sobre os indicadores de
                                      hidratação em judocas. Metodologia: Trata-se de um estudo randomizado, uni-cego
                                      e cruzado (já aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa) envolvendo 9 judocas (5
                                      homens e 4 mulheres, 18 ± 2,71 anos), saudáveis, federados e experientes no
                                      esporte (10,11 ± 3,05 anos). A hidratação foi avaliada por medidas de peso corporal,
                                      água corporal total, água intra e extracelular (por bioimpedância elétrica), escala e
                                      sensação de sede e gravidade específica da urina. As medidas foram feitas antes
                                      (M1 - 0 minuto), após 60 minutos (M2 - 80 minuto) da ingestão de tereré (50g de
                                      erva com água gelada 6mL/kg) ou água gelada (6mL/kg) e logo após a realização de
                                      uma sessão de treinamento do judô (M3 ~181 minuto). O teste ANOVA Two-way de
                                      medidas repetidas não mostrou efeito significante de interação grupo × momento
                                      (p > 0,05) para nenhum desfecho analisado. A sensação e escala de sede
                                      aumentaram significativamente após a sessão de treinamento, porém sem
                                      diferenças entre grupos (p > 0,05). Conclusão: Nossos achados sugerem que a
                                      ingestão aguda do tereré (Ilex paraguariensis) foi tão eficaz quanto a água para
                                      promover a hidratação dos judocas.
                                      Modulação autonômica e capacidade aeróbica em mulheres com fibromialgia segundo nível de atividade física
                                      Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                      Tipo Dissertação
                                      Data 11/09/2023
                                      Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                      Orientador(es)
                                      • Paula Felippe Martinez
                                      Coorientador(es)
                                        Orientando(s)
                                        • Ana Plácida Marino Chamani Almanza
                                        Banca
                                        • Claudiane Maria Barbosa
                                        • Luiz Carlos Marques Vanderlei
                                        • Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
                                        • Paula Felippe Martinez
                                        Resumo Introdução: A fibromialgia é uma condição de etiologia multifatorial caracterizada por dor
                                        difusa e que está associada com alterações na modulação autonômica. Nesse contexto, há evidências que a capacidade aeróbica e o nível de atividade física podem influenciar a modulação autonômica cardíaca em indivíduos com fibromialgia. Objetivo: Avaliar e comparar a modulação autonômica e a capacidade aeróbica em mulheres com fibromialgia e sem fibromialgia segundo o nível de atividade física. Métodos: Trata-se de estudo transversal com amostra do tipo não probabilístico por conveniência constituída de mulheres com idade de 18 a 50 anos com diagnóstico de fibromialgia (GF, n= 21) e grupo controle pareado por idade de mulheres sem fibromialgia (GC, n= 17). O nível de atividade física (AF) foi avaliado por meio do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ) versão curta e pela contagem do número de passos diários por meio de pedômetro. Posteriormente, a combinação dos resultados do IPAQ e do uso do pedômetro foi utilizada para classificar o nível de AF das participantes do GC e GF em ativas e inativas (GC inativa; GC ativa; GF inativa; GF ativa). A capacidade aeróbica foi estimada pelo consumo máximo de oxigênio obtido a partir de teste submáximo em bicicleta ergométrica utilizando protocolo Astrand-Ryhming. A modulação autonômica foi avaliada por meio da análise da variabilidade da frequência cardíaca (VFC) em repouso nas posições deitado e sentado. Resultados: Os grupos foram homogêneos quanto à idade. O MET-min/semana da atividade vigorosa foi menor em GF que em GC. Não houve influência do nível de AF pelo critério duplo sobre a VFC na posição sentado, porém o GF apresentou menores valores da VFC que o GC. Houve influência do nível de AF sobre VO2máx, sendo que indivíduos ativos apresentam maior VO2máx que indivíduos inativos. O VO2máx não se correlacionou com os índices de VFC da posição sentada e deitada em GF e em GC. Conclusão: Mulheres com fibromialgia apresentam menor variabilidade da frequência cardíaca em repouso na posição sentada comparado ao grupo sem fibromialgia. O nível de atividade física influencia de forma semelhante a capacidade aeróbica dos indivíduos com e sem fibromialgia, porém não influencia a modulação autonômica.
                                        FUNCIONALIDADE E SARCOPENIA EM MULHERES COM FIBROMIALGIA SEGUNDO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA
                                        Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                        Tipo Dissertação
                                        Data 11/09/2023
                                        Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                        Orientador(es)
                                        • Paula Felippe Martinez
                                        Coorientador(es)
                                        • Christianne de Faria Coelho Ravagnani
                                        Orientando(s)
                                        • Dayani Silva da Cruz
                                        Banca
                                        • Luís Alberto Gobbo
                                        • Mariana Bogoni Budib
                                        • Paula Felippe Martinez
                                        • Suzi Rosa Miziara Barbosa
                                        Resumo Introdução: A fibromialgia é uma condição crônica de causa desconhecida, caracterizada por ampla sensibilidade dolorosa e fadiga. Há evidências que a fibromialgia, independente da faixa etária traz prejuízos à funcionalidade do indivíduo. Além disso, sabe-se que a sarcopenia e o nível de atividade física podem interferir na funcionalidade, porém, até o presente momento, há escassez de estudos avaliando a associação dessas variáveis em indivíduos com fibromialgia. Objetivo: Avaliar e comparar a funcionalidade e a sarcopenia secundária em mulheres com e sem fibromialgia segundo o nível de atividade física. Métodos: Estudo transversal, realizado na Clínica Escola Integrada da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (CEI/UFMS), cuja amostra é composta por 50 mulheres com idade entre 20 e 50 anos, divididas em dois grupos, fibromialgia (GF; n= 25) e controle (GC; n= 25), pareadas por idade. As participantes foram avaliadas quanto à prática de atividade física (AF) por meio de autorrelato utilizando o Questionário Internacional de Atividade Física – IPAQ versão curta, e por método objetivo por meio do uso do pedômetro. A combinação dos resultados das avaliações objetivas e subjetivas da atividade física (IPAQ e pedômetro) foi utilizada para classificar o nível de AF das participantes do GC e GF em ativa e inativa (GC inativa; GC ativa; GF inativa; GF ativa). A funcionalidade foi avaliada por meio do WHODAS 2.0. Para avaliação da ocorrência de sarcopenia, todas as participantes foram avaliadas quanto à força muscular por meio do teste de sentar e levantar de cinco repetições (5STS), massa muscular esquelética apendicular (ASMM) por meio da análise de bioimpedância (BIA) e desempenho físico por meio do Timed-Up and Go Test (TUG Test). A sintomatologia da doença foi avaliada por meio do Questionário Sobre Impacto da Fibromialgia – QIF e a avaliação da intensidade da dor mensurada por meio da Escala de Avaliação Numérica (NRS). Aspectos Éticos: Protocolo de pesquisa aprovado sob parecer nº 5.265.046 e CAAE nº 53942021.4.0000.0021. Resultados: Não houve diferença quanto ao gasto energético total calculado a partir da atividade física autorrelatada entre o GC e GF, porém houve menor participação do GF em atividade física vigorosa (GC: 800(120-1440); GF: 0(0-960), p= 0,029). Não houve diferença significativa entre os grupos para atividade física avaliada de forma objetiva pelo uso do pedômetro (GC: 7349±3278; GF: 5700±3147 passos/dia, p= 0,07). A ocorrência de pré-sarcopenia foi significativamente maior no grupo fibromialgia (60%) que no grupo controle (8%; p<0,001). Entretanto, não houve ocorrência de sarcopenia e sarcopenia severa em nenhum dos grupos. O GF apresentou pior nível de incapacidade, entre moderada a grave (GC:14±10; GF:54±23, p<0,001), menor força muscular (GC:10±3; GF: 17,5±6,5; p<0,001) e pior capacidade funcional (GC: 6,5±0,8; GF: 9±2,5, p<0,001), em comparação ao GC. Após a subdivisão dos grupos pelo nível de AF (IPAQ e pedômetro), verificamos que a fibromialgia, como fator independente, piora significativamente as variáveis 5STS, TUG Test e WHODAS. Não houve interação significativa entre os fatores doença e nível de atividade física para nenhuma das variáveis. O nível de AF, como fator isolado, influenciou de maneira significativa somente a variável ângulo de fase na análise de bioimpedância. Observamos correlação moderada e significativa entre funcionalidade e aspectos relacionados à sarcopenia, como força muscular (r= 0,720, p<0,001) e desempenho físico (r= 0,714, p<0,001). Conclusão: Mulheres adultas com fibromialgia apresentam pior funcionalidade e maior ocorrência de pré-sarcopenia quando comparadas a mulheres sem fibromialgia com idade semelhante. O nível de AF, como fator isolado, não influenciou a força muscular, a capacidade funcional, a massa muscular e a funcionalidade em ambos os grupos.
                                        Ansiedade pré competitiva e desempenho em atletas de ginástica artística feminina
                                        Curso Mestrado em Ciências do Movimento
                                        Tipo Dissertação
                                        Data 05/09/2023
                                        Área EDUCAÇÃO FÍSICA
                                        Orientador(es)
                                        • Sarita de Mendonca Bacciotti
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Higor Alexandre Alves de Oliveira
                                          Banca
                                          • Fabiane de Oliveira Macedo
                                          • Joel Saraiva Ferreira
                                          • José Eduardo Fernandes Ferreirinha
                                          • Sarita de Mendonca Bacciotti
                                          Resumo Introdução: A ginástica artística feminina (GAF) é uma modalidade na qual exige alto desempenho nas capacidades físicas e motoras atribuídas a perfeição técnica em quatro aparelhos, sendo o solo o único que exige alta demanda artística combinada a obrigatoriedade musical, resultando em maior demanda metabólica nas ginastas. Por se tratar de uma modalidade na qual exige muita concentração para realizar séries perfeccionistas torna-se relevante analisar a ansiedade somática, cognitiva e a autoconfiança principalmente durante as competições, e analisar as influências que podem ser benéficas nesse ambiente como o desempenho aeróbio. Objetivo: Analisar a relação do desempenho aeróbio e a gordura corporal na ansiedade pré competitiva de ginastas durante apresentação de série na prova/aparelho solo.
                                          Métodos: O presente estudo descritivo com delineamento transversal, foi conduzido com uma amostragem por conveniência não probabilística constituída por 12 atletas de GAF com idade de 9 a 12 anos de dois centros de treinamento da cidade de Campo Grande – MS, separados em dois grupos de maior e menor desempenho pela mediana do score geral atribuído da combinação desempenho aeróbio com menor percentual de gordura. A coleta dos dados foi realizada por meio de aplicação de questionários as ginastas, a fim de obter dados sobre ansiedade pré competitiva (CSAI-2R) e informações o treinamento. Foram realizadas avaliações antropométricas e de composição corporal, testes de desempenho aeróbio. Resultados: Os valores por grupo de maior e menor desempenho de ansiedade somática foram 20.9±5.6 vs 22.8±9.9, ansiedade cognitiva 24.3 ±5.27 vs 23.3±7.7e autoconfiança 24.0±7.79 vs 20.6±5.1, em relação ao desempenho aeróbio obtivemos os valores de VO2max de 48.4±1.98 vs 45.4±4.0 ml·min-1·kg-1 e percentual de gordura 12±6.4 vs 18.7±5.9%. Conclusão: Apesar de não ter sido encontrado diferença estatística entre os grupos e correlação entre as variáveis, há a necessidade em ter mais estudos para investigar os fatores que permeiam a ansiedade pré competitiva na GA e a influência do desempenho cardiorrespiratório e composição corporal, já que poucos estudos trazem diferenças nesses quesitos e recentemente tem conquistado relevância estudos de desempenho aeróbio nessa modalidade.
                                          Página 3 de 6 (20 de 104 registros).