| SOBREPESO E OBESIDADE EM PRÉ-ESCOLARES DE 3 E 4 ANOS PARTICIPANTES DO ESTUDO SUNRISE BRASIL: PREVALÊNCIA SEGUNDO REGIÃO E CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
09/09/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Sarita de Mendonca Bacciotti
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- NAKAL LAURENÇO FORTUNATO DA SILVA
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| Banca |
- Joel Saraiva Ferreira
- María Rúa Alonso
- Sarita de Mendonca Bacciotti
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
A obesidade infantil constitui importante desafio de saúde pública e pode se manifestar desde os primeiros anos de vida. Entretanto, permanecem lacunas quanto à prevalência de excesso de peso especificamente entre crianças de 3 e 4 anos e à sua distribuição em diferentes contextos geográficos e sociodemográficos. Esta dissertação teve como objetivo analisar o sobrepeso e a obesidade em pré-escolares de 3 e 4 anos a partir de evidências da literatura e de dados do Estudo SUNRISE Brasil. Foram desenvolvidos dois estudos complementares. O primeiro consistiu em uma revisão de escopo, conduzida conforme as recomendações do Joanna Briggs Institute e do PRISMA-ScR, com buscas nas bases PubMed, Web of Science e Scopus. Foram incluídos 46 estudos de 25 países, sendo 27 transversais e 19 longitudinais. A prevalência de obesidade variou de 0,2% a 27,1%, com expressiva heterogeneidade nos indicadores antropométricos e critérios de classificação. Apenas um estudo foi realizado exclusivamente em área rural, evidenciando limitada representação desse contexto. O segundo estudo apresentou delineamento transversal e incluiu 1.351 crianças de 3 a 4,9 anos, recrutadas por conveniência em municípios das cinco regiões brasileiras, em áreas urbanas e rurais. Segundo o peso para estatura, 8,6% apresentaram excesso de peso, sendo 5,7% sobrepeso e 2,9% obesidade. Pelo IMC para idade, a prevalência de excesso de peso foi de 8,9%, sendo 5,5% sobrepeso e 3,4% obesidade. Foram observadas diferenças entre os participantes agrupados segundo região dos locais de coleta, com maiores prevalências de excesso de peso nos municípios da Região Sul, mas não foram identificadas diferenças significativas segundo sexo, idade, raça/cor, escolaridade dos responsáveis ou área de residência. A baixa estatura apresentou prevalência de 2,7% e o baixo peso de 0,5%. Conclui-se que o excesso de peso já está presente na idade pré-escolar, enquanto as evidências disponíveis apresentam importante heterogeneidade metodológica e limitada representação rural. Os resultados do SUNRISE Brasil ampliam o conhecimento sobre crianças de 3 e 4 anos em diferentes contextos brasileiros, embora a amostragem por conveniência impeça a generalização dos achados para a população nacional. |
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| "ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE MEDIDAS DO SISTEMA BACKSPINE, BACKSCANNER E RADIOGRAFIAS NA AVALIAÇÃO DAS CURVATURAS SAGITAIS EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM E SEM ESCOLIOSE |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
31/08/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Paula Ribeiro
- Glaucia Helena Goncalves
- Gustavo Christofoletti
- Thomaz Nogueira Burke
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| Resumo |
INTRODUÇÃO: A avaliação precisa das curvaturas da coluna vertebral, especificamente a cifose torácica e a lordose lombar, é crucial para o diagnóstico e o acompanhamento de alterações posturais em crianças e adolescentes. Atualmente, o método padrão-ouro é a radiografia, que utiliza o Ângulo de Cobb, mas sua repetição frequente em uma população em crescimento acarreta riscos significativos devido à exposição acumulada à radiação ionizante. Reconhecendo essa limitação, este estudo se insere em um cenário de escassez de alternativas não ionizantes validadas na população brasileira, buscando avaliar novas tecnologias tridimensionais de superfície de forma comparativa. OBJETIVO: Avaliar de forma comparativa o desempenho dos sistemas de avaliação tridimensional sem radiação, baseados em Inteligência Artificial, BackSpine3D e BackScanner, na mensuração da cifose torácica e da lordose lombar em crianças e adolescentes com e sem escoliose, utilizando a radiografia como método de referência. METODOLOGIA: Estudo transversal e observacional com dados secundários de dois bancos de dados: estudantes sem escoliose (Grupo UFMS / BD1-CMCG, n=95) e pacientes com escoliose (Grupo Escoliose Brasil / BD2-EB, n=230), com idades entre 10 e 17 anos. Os participantes foram submetidos ao escaneamento tridimensional do tronco pelo sistema BackSpine3D (câmera de profundidade Structure acoplada ao iPad, sem marcadores) e à radiografia panorâmica da coluna em ortostase (projeções AP e perfil) para obtenção do Ângulo de Cobb de referência. Os modelos 3D também foram avaliados em relação ao sistema BackScanner. A precisão preditiva de ambos os sistemas foi quantificada pelo cálculo do Root Mean Square Error (RMSE) em relação ao exame radiográfico. RESULTADOS: Na amostra CMCG (n=95), o RMSE para a cifose torácica foi de 15,73° para o BackSpine e de 12,82° para o BackScanner (redução de 18,50% em relação ao BackSpine); para a lordose lombar, os valores foram de 20,16° para o BackSpine e 23,75° para o BackScanner (aumento de 17,80% em relação ao BackSpine). Na amostra EB (n=230), o RMSE para a cifose torácica foi de 13,49° (BackSpine) e 16,58° (BackScanner) (aumento de 22,90% no erro); para a lordose lombar, obteve-se RMSE de 27,13° (BackSpine) e 27,28° (BackScanner) (diferença de 0,16° ou aumento de 0,60% no erro). Os resultados revelaram que o desempenho dos sistemas variou conforme a curvatura e a população analisada, não havendo uma superioridade sistemática e uniforme de um método de superfície sobre o outro. O 7 tamanho do erro na estimativa da lordose lombar foi significativamente maior em comparação com a cifose torácica em ambas as amostras, o que reflete a grande influência da inclinação pélvica e da distribuição de tecidos moles sobre o contorno de superfície corporal na região lombar. CONCLUSÃO: Tanto o BackSpine3D quanto o BackScanner apresentam potencial clínico promissor como ferramentas não invasivas e isentas de radiação para triagem e acompanhamento longitudinal das curvaturas sagitais. Contudo, devido aos expressivos valores de RMSE encontrados, os sistemas tridimensionais de superfície ainda não devem substituir o exame radiográfico em situações clínicas que exijam máxima precisão na avaliação estrutural e tomada de decisões terapêuticas. |
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| FADIGA NEUROMUSCULAR PÓS-JOGO EM ATLETAS DE FUTSAL: AVALIAÇÃO TEMPORAL COM TESTES DE SALTO VERTICAL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Artigo Científico |
| Data |
07/08/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Hugo Alexandre de Paula Santana
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Patricia Riquelme de Barros
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| Banca |
- Hugo Alexandre de Paula Santana
- Joel Saraiva Ferreira
- Marcelo Goncalves Duarte
- Renato Silva Nacer
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| Resumo |
Introdução: O futsal é caracterizado por ações intermitentes de alta intensidade que impõem elevada demanda neuromuscular aos atletas, favorecendo o desenvolvimento de fadiga central e periférica após as partidas. O monitoramento da recuperação é fundamental para subsidiar o planejamento do treinamento, otimizar o desempenho esportivo e minimizar os efeitos da fadiga. Objetivo: Analisar o comportamento temporal da potência muscular dos membros inferiores em atletas universitários de futsal nos períodos de 24, 48 e 72 horas após uma partida, por meio de testes de salto vertical. Métodos: Estudo observacional analítico realizado com dez atletas universitários de futsal. As avaliações foram realizadas em cinco momentos: pré-jogo (MD-1), imediatamente após a partida (Match Day), 24 horas (MD+1), 48 horas (MD+2) e 72 horas (MD+3). O desempenho neuromuscular foi avaliado pelos testes SJ e CMJ em plataforma de força, sendo analisadas variáveis cinéticas e cinemáticas. A carga externa da partida foi monitorada por meio do sistema GPS Polar Team Pro® (10 Hz). A percepção subjetiva de esforço da sessão (PSEs) foi obtida imediatamente após a partida, enquanto a qualidade total de recuperação (TQR) foi avaliada nos momentos pós-jogo. Os dados foram analisados por ANOVA para medidas repetidas, seguida do teste post hoc de Tukey, e correlação de Pearson, adotando-se nível de significância de 5%. Resultados: O SJ apresentou maior sensibilidade para detectar alterações decorrentes da fadiga neuromuscular, evidenciadas por reduções significativas na altura do salto, velocidade de saída e tempo de voo, principalmente em MD+1, com recuperação progressiva nas avaliações subsequentes. No CMJ, observaram-se alterações significativas na força pico relativa e no índice de força reativa (RSI), indicando comprometimento da capacidade de produção rápida de força após a partida. As variáveis de carga externa relacionadas às acelerações e desacelerações apresentaram correlações moderadas com parâmetros dos testes de salto, enquanto as medidas perceptivas apresentaram associação limitada com o desempenho neuromuscular. Conclusão: A fadiga neuromuscular provocada por uma partida de futsal foi mais evidente nas primeiras 24 horas após o jogo, com recuperação progressiva ao longo de 72 horas. O SJ demonstrou maior sensibilidade para identificar alterações temporais associadas à fadiga neuromuscular, enquanto o CMJ complementou essa avaliação por meio da força pico relativa e do índice de força reativa (RSI). Além disso, acelerações e desacelerações apresentaram maior associação com as alterações neuromusculares do que a distância total percorrida, enquanto os indicadores perceptivos acompanharam apenas parcialmente o processo de recuperação dos atletas. |
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| EFEITOS DE UM JOGO DE FUTSAL SOBRE A FORÇA MUSCULAR ISOMÉTRICA E A MUDANÇA DE DIREÇÃO: ANÁLISE TEMPORAL DA RECUPERAÇÃO EM ATLETAS AMADORES |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
06/05/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Hugo Alexandre de Paula Santana
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Karoline dos Santos Quirino
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Hugo Alexandre de Paula Santana
- José Fernando Vila Nova de Moraes
- Marcelo Goncalves Duarte
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| Resumo |
Introdução: O futsal é um esporte caracterizado com altas demandas neuromusculares, devido a exigência de ações rápidas como sprints, saltos e mudanças de direção. Logo, um bom desempenho esportivo está ligado à estrutura física, força, potência e agilidade dos atletas. Ademais movimentos de aceleração e desaceleração, duração do jogo, comportamentos táticos e técnicos consomem energia com altas demandas musculares podendo induzir à fadiga. Saber quando os jogadores estão recuperados para um novo treino ou partida é de interesse de toda comissão técnica, logo, avaliar capacidade de sprints, força e potência muscular pode ser uma boa estratégia, com intenção de monitorar a fadiga e recuperação muscular. Objetivos: O objetivo primário deste estudo é analisar as forças de extensão e flexão do joelho, antes e após uma partida de futsal identificando o comportamento das forças até 3 dias após o jogo. Métodos: Trata-se de um estudo observacional transversal, onde foram convidados a participar os jogadores universitário de futsal. Para avaliar os fatores de desempenho foram utilizados os testes de força muscular de extensão e flexão do joelho com o dinamômetro isométrico; assim como o teste de mudança de direção 505 modificado. As variáveis analisadas foram avaliadas em momentos distintos, um momento pré-jogo e em três momentos pós-jogos (24h, 48h e 72h), com o objetivo de identificar qual o comportamento dos dados em diferentes momentos. Resultados e Conclusão: Os resultados indicaram que a força muscular de extensores e flexores do joelho manteve-se estável após a partida de futsal ao comparar dados pré com três dias posteriores, enquanto o desempenho na mudança de direção apresentou melhora ao longo do período de recuperação. Esses achados contribuem para a compreensão das respostas neuromusculares e auxiliam no planejamento do treinamento e da recuperação em atletas de futsal. |
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| EFEITOS ENTRE GRAMA NATURAL E ARTIFICIAL NO DESEMPENHO FÍSICO DE JOVENS JOGADORES DE FUTEBOL: UM ESTUDO EXPERIMENTAL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
12/03/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- JOÃO PEDRO DE LIMA DOARTH
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| Banca |
- Hugo Alexandre de Paula Santana
- João Cláudio Braga Pereira Machado
- Rodolfo Andre Dellagrana
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O desempenho no futebol é influenciado por fatores físicos, técnicos, táticos e psicológicos, bem como por constrangimentos ambientais. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de diferentes terrenos (grama natural e artificial) nas respostas físicas de jovens jogadores de futebol. Inicialmente, 18 atletas da categoria sub-15 masculino foram submetidos à avaliação antropométrica e ao protocolo de identificação de talentos no futebol (WILSON et al., 2021), visando à distribuição equilibrada das equipes nas etapas subsequentes. 13 atletas completaram todas as fases do estudo e participaram de jogos reduzidos 6x6 (área por jogador = 102,08 m²), compostos por dois tempos de seis minutos e intervalo de 90 segundos, utilizando GPS de 10 Hz. Os dados foram apresentados por meio de estatística descritiva. A normalidade foi verificada por meio do teste de Shapiro-Wilk e as comparações através de teste t pareado e ANOVA de medidas repetidas. Os resultados demonstraram valores superiores em grama natural (NG) em comparação com a grama artificial (AT) (p < 0,05) para Distância Total Percorrida (metros; NG: 999,5±408,4; AT: 830,4±387,8), Distância Percorrida (metros por minuto; NG: 79,0±32,5; AT: 67,0±31,0), Velocidade Média (km·h⁻¹; NG: 4,9±2,0; AT: 4,2±1,9) e Sprints (>19 km·h⁻¹; NG: 4,4±3,8; AT: 2,9±3,0). Além disso, houve diferença estatística na interação entre superfície e zonas de velocidade para a distância percorrida, acelerações e uma zona de desaceleração, com resultados superiores em grama natural. Conclui-se que, na categoria sub-15, a prática do futebol em grama natural impõe maior demanda física quando comparada à grama artificial. |
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| EFEITOS DA COMBINAÇÃO DE TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE (HIIT) COM SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A REMODELAÇÃO ESTRUTURAL DE DIFERENTES OSSOS EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
04/03/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Marcio Ian De Souza Pereira
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Charles Taciro
- Letícia Alves Paiva
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
Introdução: a análise do tecido ósseo é capaz de fornecer importantes dados que embasam estudos sobre fraturas, lesões articulares e patologias. É bem fundamentado que o exercício físico impacta positivamente nesse tecido e com o crescente interesse em treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) e a suplementação com creatina é interessante avaliar o impacto dessa combinação sobre a remodelação óssea. Objetivo: Analisar os efeitos da combinação de HIIT com suplementação com creatina sobre histomorfometria e composição estrutural do espectro Raman em diferentes ossos de ratos. Métodos: Esse estudo experimental foi realizado com 20 ratos Wistar machos com 60 dias de idade que foram distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário sob creatina (CR), treinado controle (T) e treinado sob creatina (TCR). Os grupos CR e TCR receberam dieta padrão suplementada com creatina monoidratada. Enquanto T e TCR realizaram cinco sessões semanais de protocolo HIIT (corrida em esteira com 3 min 60% x 4 min 85% da VMáx). Este ciclo foi repetido por sete vezes, completando 49 minutos cada sessão. Após a eutanásia foi analisada fosfatase alcalina em laboratório e realizada coleta do fêmur e tíbia para análise de histofotometria e análise de espectroscopia Raman. Os resultados foram analisados de forma descritiva e quantitativa através de análise de variância de medidas repetidas (p < 0,05). Resultados: O protocolo HIIT melhorou o desempenho físico dos ratos e reduziu ingestão alimentar e calórica, índice de massa corporal e índice de Lee, com influência da creatina somente nos grupos treinados. Além disso, o HIIT resultou em menor fração de área trabecular e total no fêmur enquanto a combinação de HIIT com a suplementação de creatina aumentou fração de area e area total da tibia. Não houve alteração nos níveis de fosfatase alcalina ou bandas de Raman. Conclusão: o HIIT promoveu diferentes efeitos na histomorfometria óssea, com redução da fração de área trabecular e total no fêmur e aumento desses na tíbia quando associado a suplementação com creatina. |
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| EFEITOS DA DISTRAÇÃO POR USO DO CELULAR NO DESEMPENHO DE CONDUTORES: UMA ANÁLISE COMPARATIVA EM AMBIENTE SIMULADO |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
26/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Gustavo Christofoletti
- Karina Ayumi Martins Utida
- Thomaz Nogueira Burke
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| Resumo |
Introdução: O ato de dirigir exige alta demanda cognitiva e integração motora, processos que são severamente prejudicados por tarefas secundárias. O uso de telefones celulares ao dirigir é um dos principais fatores de risco para acidentes de trânsito globalmente, carecendo de análises experimentais imersivas sobre diferentes modalidades de distração. Objetivo: Avaliar, por meio de simulação em realidade virtual 3D, como conversas telefônicas e o envio de mensagens de texto influenciam os comportamentos de segurança e o desempenho motor ao dirigir. Métodos: Trinta e três participantes (16 do sexo masculino e 17 do sexo feminino; idade média: 28,0 ± 3,3 anos) realizaram um protocolo de direção de 9 minutos em simulador 3D. Cada participante foi submetido a três condições: (1) condução livre (sem distrações), (2) conversação ao celular e (3) digitação de mensagens. Foram analisados indicadores de direção insegura: distração do olhar, número de acidentes, invasão de faixas de pedestres, paradas ilegais, falha em sinalizar, avanço de semáforo vermelho e excesso de velocidade. Os riscos relativos foram estimados via modelos de regressão de Poisson. Resultados: Ambas as tarefas secundárias aumentaram significativamente a probabilidade de violações de trânsito. Em comparação à condução livre, conversar ao telefone elevou o risco de acidentes em 131%, de paradas ilegais em 124% e de invasão de faixas de pedestres em 84%. O envio de mensagens de texto foi ainda mais crítico, aumentando o risco de acidentes em 215%, paradas ilegais em 141% e invasão de faixas em 110%. Não foram observadas alterações significativas na velocidade média ou no avanço de semáforos. Conclusão: O uso do celular, independentemente da modalidade, prejudica substancialmente a segurança rodoviária e o desempenho do condutor. Os achados reforçam a necessidade de políticas públicas e estratégias educativas focadas na redução da condução distraída. |
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| VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE PREVISÃO DE RESPOSTA AO EXERCÍCIO FÍSICO ASSOCIADO À VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NA DPOC |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
20/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Paulo de Tarso Guerrero Muller
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Daniel Martins Pereira
- Gisele Walter da Silva Barbosa
- Karla Luciana Magnani Seki
- Paulo de Tarso Guerrero Muller
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| Resumo |
CORRÊA, L. M. Validação de um modelo de previsão de resposta ao exercício físico
associado à ventilação não invasiva na DPOC. Campo Grande – MS, 2026. [Dissertação de
Mestrado Universidade Federal de Mato Grosso do Sul].
A DPOC é uma doença caracterizada por sintomas respiratórios crônicos que impactam na
qualidade de vida. A reabilitação pulmonar é indicada para esta população, mas a limitação ao
exercício causada pelo surgimento desses sintomas é uma barreira no tratamento. A
associação da VNI ao exercício surge como uma estratégia para promover maior tolerância ao
exercício, com objetivo de suprir a demanda ventilatória do paciente. Entretanto, a indicação
é empírica e carece de parâmetros para a individualização do tratamento, visto que segundo a
literatura, apenas 50% dos pacientes respondem de forma significativa com aumento na
tolerância ao exercício. O objetivo deste estudo é validar um modelo de previsão de resposta
ao exercício físico associado à ventilação não invasiva na DPOC, previamente desenvolvido.
Participam da pesquisa treze indivíduos com DPOC classificação GOLD II, III, e IV,
otimizados para o tratamento medicamentoso e livres de exacerbações. As avaliações
consistiram de entrevista, teste de esforço cardiopulmonar em cicloergômetro, aferição da
pressão inspiratória máxima, testes de esforço com carga constante também no
cicloergômetro associadas ao uso de máscara orofacial com aplicação de VNI e terapia
SHAM. Os dados foram analisados e avaliados de acordo com o modelo pré-estabelecido
estudado para categorização em respondedor (R) ou não respondedor (NR) à associação de
VNI ao exercício. Na prática clínica, o modelo apresentou baixa acurácia (44,2%),
sensibilidade (33,3%) e especificidade (57,1%) e capacidade preditiva limitada, incorrendo
em erros de classificação como falsos positivos e negativos. Diante da falha do modelo em
identificar precisamente a resposta dos pacientes à ventilação não invasiva, a indicação do
suporte ventilatório deve seguir baseada na avaliação clínica individualizada, evidenciando a
necessidade de pesquisas futuras para o desenvolvimento de modelos mais refinados. |
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| VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE PREVISÃO DE RESPOSTA AO EXERCÍCIO FÍSICO ASSOCIADO À VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NA DPOC |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
20/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Daniel Martins Pereira
- Gisele Walter da Silva Barbosa
- Karla Luciana Magnani Seki
- Paulo de Tarso Guerrero Muller
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| Resumo |
A DPOC é uma doença caracterizada por sintomas respiratórios crônicos que impactam na qualidade de vida. A reabilitação pulmonar é indicada para esta população, mas a limitação ao exercício causada pelo surgimento desses sintomas é uma barreira no tratamento. A associação da VNI ao exercício surge como uma estratégia para promover maior tolerância ao exercício, com objetivo de suprir a demanda ventilatória do paciente. Entretanto, a indicação é empírica e carece de parâmetros para a individualização do tratamento, visto que segundo a literatura, apenas 50% dos pacientes respondem de forma significativa com aumento na tolerância ao exercício. O objetivo deste estudo é validar um modelo de previsão de resposta ao exercício físico associado à ventilação não invasiva na DPOC, previamente desenvolvido. Participam da pesquisa treze indivíduos com DPOC classificação GOLD II, III, e IV, otimizados para o tratamento medicamentoso e livres de exacerbações. As avaliações consistiram de entrevista, teste de esforço cardiopulmonar em cicloergômetro, aferição da pressão inspiratória máxima, testes de esforço com carga constante também no cicloergômetro associadas ao uso de máscara orofacial com aplicação de VNI e terapia SHAM. Os dados foram analisados e avaliados de acordo com o modelo pré-estabelecido estudado para categorização em respondedor (R) ou não respondedor (NR) à associação de VNI ao exercício. Na prática clínica, o modelo apresentou baixa acurácia (44,2%), sensibilidade (33,3%) e especificidade (57,1%) e capacidade preditiva limitada, incorrendo em erros de classificação como falsos positivos e negativos. Diante da falha do modelo em identificar precisamente a resposta dos pacientes à ventilação não invasiva, a indicação do suporte ventilatório deve seguir baseada na avaliação clínica individualizada, evidenciando a necessidade de pesquisas futuras para o desenvolvimento de modelos mais refinados. |
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| ASSOCIAÇÃO ENTRE APTIDÃO FÍSICA, SINTOMAS CLÍNICOS E AUTOEFICÁCIA EM INDIVÍDUOS COM ARTRITE REUMATOIDE: UM ESTUDO TRANSVERSAL |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Thomas Ícaro Balta Moutinho
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| Banca |
- Juliana Hotta Ansai
- Marcelo Goncalves Duarte
- Paula Felippe Martinez
- Thomaz Nogueira Burke
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| Resumo |
A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica associada a dor, fadiga, redução da aptidão física e incapacidade funcional, com impacto significativo sobre a qualidade de vida. A autoeficácia, definida como a crença do indivíduo em sua capacidade de manejar os desafios impostos pela doença, tem emergido como um determinante psicossocial relevante nos desfechos clínicos da AR. Este estudo transversal teve como objetivo analisar a associação entre aptidão física, sintomas clínicos, nível de atividade física e autoeficácia em adultos com AR. Participaram do estudo indivíduos em acompanhamento ambulatorial, submetidos a avaliação única que incluiu a Arthritis Self-Efficacy Scale (ASES-8), escalas de dor (EVA) e fadiga (FAS), instrumentos de funcionalidade (HAQ e WHODAS 2.0), além do Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). A aptidão física foi avaliada por meio da força de preensão manual, teste de sentar e levantar cinco vezes (FTSTS) e capacidade cardiorrespiratória estimada pelo Chester Step Test (VO₂máx). A atividade da doença foi avaliada pelo DAS-28. Os resultados demonstraram que maiores níveis de autoeficácia associaram-se a menor fadiga, menor incapacidade funcional e melhor desempenho cardiorrespiratório. A atividade física autorreferida apresentou associações fracas a moderadas com a autoeficácia e com desfechos clínicos, enquanto as medidas objetivas de aptidão física, especialmente o VO₂máx, mostraram associações mais consistentes com funcionalidade e limitação global. Observou-se ainda elevada prevalência de comprometimento funcional e baixa aptidão cardiorrespiratória na amostra. Em conjunto, os achados indicam que a funcionalidade na AR resulta de uma interação complexa entre fatores físicos e psicossociais, com a autoeficácia atuando como elemento central na modulação dos sintomas e do desempenho funcional. Esses resultados reforçam a importância de abordagens de reabilitação integradas, que combinem intervenções físicas e estratégias voltadas ao fortalecimento da autoeficácia. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do
tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia
cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui-se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Silvio Assis de Oliveira Junior
|
| Coorientador(es) |
|
| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marcos Ferreira Minicucci
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui- se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marcos Ferreira Minicucci
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui- se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE COMBINADO À SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA SOBRE A EXPRESSÃO DE PROTEÍNAS REGULADORAS DA MORFOLOGIA MIOCÁRDICA EM RATOS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
13/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
|
| Orientando(s) |
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| Banca |
- Letícia Alves Paiva
- Marcos Ferreira Minicucci
- Marianna Rabelo de Carvalho Mourao
- Silvio Assis de Oliveira Junior
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| Resumo |
O treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) tem sido amplamente investigado por promover adaptações cardiovasculares e metabólicas. A suplementação com creatina, por sua vez, é reconhecida por seu papel no metabolismo energético celular, embora seus efeitos sobre a remodelação cardíaca, especialmente quando associada ao HIIT, ainda não estejam completamente elucidados. Nesse contexto, questiona-se se a associação entre HIIT e creatina é capaz de modular adicionalmente a remodelação do miocárdio por meio de alterações estruturais e da regulação de proteínas envolvidas no controle do crescimento e da organização do tecido cardíaco. A hipótese foi de que a creatina potencializaria as adaptações cardíacas induzidas pelo HIIT, refletidas em alterações morfológicas e na expressão de proteínas da via miostatina–folistatina. Foram utilizados 48 ratos Wistar machos, distribuídos em quatro grupos: sedentário controle (C), sedentário suplementado com creatina (Cr), HIIT controle (H) e HIIT suplementado com creatina (HC). Os animais treinados realizaram protocolo de HIIT em esteira rolante, enquanto a suplementação consistiu na adição de 2% de creatina monohidratada à ração. Avaliaram-se composição corporal, desempenho funcional, perfil bioquímico sérico, morfologia cardíaca macro e microscópica e a expressão miocárdica de miostatina, folistatina e receptor de activina IIb. O HIIT promoveu redução da ingestão alimentar, da massa corporal e da adiposidade, além de melhora do desempenho físico. Morfologicamente, o treinamento induziu aumento da área transversal dos cardiomiócitos e da fração intersticial de colágeno, independentemente da suplementação. No âmbito molecular, o HIIT modulou a expressão do receptor de activina IIb, sem alterações em miostatina e folistatina, não sendo observada potencialização desses efeitos pela creatina. Conclui- se que o HIIT exerce papel central nas adaptações metabólicas e estruturais do miocárdio, enquanto a suplementação com creatina, nas condições experimentais adotadas, não promoveu efeitos adicionais relevantes sobre a remodelação cardíaca induzida pelo exercício. |
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| Associações entre Fatores Maternos, Interação e Desfechos Precoces do Desenvolvimento em Lactentes Pré-Termo |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
12/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ayrles Silva Gonçalves Barbosa Mendonça
- Daniele de Almeida Soares Marangoni
- Roberta Lins Gonçalves
- Tathiana Ghisi de Souza
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| Resumo |
Introdução: A saúde materna, as condições gestacionais e a qualidade da interação mãe-lactente são determinantes importantes dos desfechos do desenvolvimento infantil. A compreensão desses fatores amplia a visão sobre o desenvolvimento global da criança e permite identificar riscos e elementos protetores que influenciam trajetórias mais saudáveis desde os primeiros meses de vida. Objetivo: Investigar as associações entre a qualidade dos GMs, a interação mãe-lactente, o estresse percebido materno e o desenvolvimento infantil em lactentes pré-termo durante a hospitalização e após a alta. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional longitudinal, recorte do projeto AMORA e aprovado pelo comitê de ética da instituição proponente (CAAE: 67923223.7.0000.0021). Os dados foram coletados entre outubro de 2025 e outubro de 2025. As ferramentas de avaliação utilizadas foram: General Movements Assesment (GMA), Escala de Estresse Percebido (PSS), Recorded Interaction Task (RIT) e Escala Bayley de Desenvolvimento do Bebê e da Criança Pequena, terceira edição (BSDI-III). Resultados: 68 recém-nascidos pré-termo e suas mães foram acompanhados e avaliados durante os 4 primeiros meses de vida conforme idade corrigida. Os dados foram analisados no software SPSS, versão 23.0. Houve associação significativa entre a qualidade dos GMs na admissão e na alta hospitalar [χ²(2) = 9,051; p = 0,005; V = 0,616]. A qualidade da interação mãe–lactente (RIT) apresentou correlação moderada e significativa com o desempenho em linguagem, tanto considerando o escore total (ρ = 0,511; p = 0,025) quanto o engajamento do lactente isoladamente (ρ = 0,536; p = 0,018). Conclusão: Os resultados demonstram que tanto a qualidade dos GMs quanto a interação mãe–lactente constituem importantes indicadores de risco e proteção para o desenvolvimento de lactentes pré-termo, sobretudo nas habilidades de linguagem. Esses achados reforçam a relevância de avaliações sistemáticas e de estratégias de suporte parental desde o período de hospitalização. |
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| Associações entre Fatores Maternos, Interação e Desfechos Precoces do Desenvolvimento em Lactentes Pré-Termo |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
12/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ayrles Silva Gonçalves Barbosa Mendonça
- Daniele de Almeida Soares Marangoni
- Roberta Lins Gonçalves
- Tathiana Ghisi de Souza
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| Resumo |
Introdução: A saúde materna, as condições gestacionais e a qualidade da interação mãe-lactente são determinantes importantes dos desfechos do desenvolvimento infantil. A compreensão desses fatores amplia a visão sobre o desenvolvimento global da criança e permite identificar riscos e elementos protetores que influenciam trajetórias mais saudáveis desde os primeiros meses de vida. Objetivo: Investigar as associações entre a qualidade dos GMs, a interação mãe-lactente, o estresse percebido materno e o desenvolvimento infantil em lactentes pré-termo durante a hospitalização e após a alta. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional longitudinal, recorte do projeto AMORA e aprovado pelo comitê de ética da instituição proponente (CAAE: 67923223.7.0000.0021). Os dados foram coletados entre outubro de 2025 e outubro de 2025. As ferramentas de avaliação utilizadas foram: General Movements Assesment (GMA), Escala de Estresse Percebido (PSS), Recorded Interaction Task (RIT) e Escala Bayley de Desenvolvimento do Bebê e da Criança Pequena, terceira edição (BSDI-III). Resultados: 68 recém-nascidos pré-termo e suas mães foram acompanhados e avaliados durante os 4 primeiros meses de vida conforme idade corrigida. Os dados foram analisados no software SPSS, versão 23.0. Houve associação significativa entre a qualidade dos GMs na admissão e na alta hospitalar [χ²(2) = 9,051; p = 0,005; V = 0,616]. A qualidade da interação mãe–lactente (RIT) apresentou correlação moderada e significativa com o desempenho em linguagem, tanto considerando o escore total (ρ = 0,511; p = 0,025) quanto o engajamento do lactente isoladamente (ρ = 0,536; p = 0,018). Conclusão: Os resultados demonstram que tanto a qualidade dos GMs quanto a interação mãe–lactente constituem importantes indicadores de risco e proteção para o desenvolvimento de lactentes pré-termo, sobretudo nas habilidades de linguagem. Esses achados reforçam a relevância de avaliações sistemáticas e de estratégias de suporte parental desde o período de hospitalização. |
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| ASSOCIAÇÕES ENTRE FATORES MATERNOS, INTERAÇÃO E DESFECHOS PRECOCES DO DESENVOLVIMENTO EM LACTENTES PRÉ-TERMO |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
10/02/2026 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Daniele de Almeida Soares Marangoni
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Ana Carolina Aguirres Braga
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| Banca |
- Ayrles Silva Gonçalves Barbosa Mendonça
- Daniele de Almeida Soares Marangoni
- Roberta Lins Gonçalves
- Tathiana Ghisi de Souza
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| Resumo |
Introdução: A saúde materna, as condições gestacionais e a qualidade da interação mãe-lactente exercem influência significativa sobre o desenvolvimento infantil. Entretanto, ainda são escassos os estudos que acompanham lactentes pré-termo desde o período de hospitalização até os primeiros meses após a alta, combinando avaliações neuromotoras precoces, medidas padronizadas de desempenho neuropsicomotor e indicadores da dinâmica mãe-lactente. Objetivo: Investigar as associações entre a qualidade dos general movements (GMs), interação mãe-lactente, estresse percebido materno e desenvolvimento infantil em lactentes pré-termo durante a hospitalização e após a alta. Metodologia: Estudo observacional analítico longitudinal conduzido entre outubro de 2024 e outubro de 2025. Os lactentes foram avaliados na admissão do estudo, na alta hospitalar e aos 3 meses de idade corrigida para a prematuridade, por meio da General Movements Assessment (GMA) e, aos 4 meses, pela Escala Bayley de Desenvolvimento do Bebê e da Criança Pequena, terceira edição (BSDI-III). O estresse materno foi mensurado pela Escala de Estresse Percebido (PSS-14) quando o lactente atingia 40 semanas, e a interação mãe-lactente foi avaliada aos 3 meses pela Recorded Interaction Task (RIT). As categorias da GMA foram comparadas pelo teste exato de Fisher, com magnitude expressa pelo V de Cramer. As relações entre interação mãe-lactente, estresse materno e desempenho na BSDI-III foram analisadas por correlação de Spearman, sendo as variáveis significativas incluídas em modelos de regressão linear. Resultados: Participaram 57 díades mãe-lactente; destas, 23 díades realizaram o seguimento completo. Observou-se associação significativa entre a qualidade dos GMs na admissão e na alta (p = 0,003; V = 0,690). Não houve associação entre os GMs na alta e aos 3 meses de idade (p = 1,000). A qualidade da interação mãe-lactente correlacionou-se de forma moderada e significativa com a linguagem (ρ = 0,588; p = 0,013). Considerando-se isoladamente o engajamento do lactente, essa associação foi forte e significativa (ρ = 0,653; p = 0,005). Em contrapartida, a interação materna isolada não se associou de forma significativa à linguagem do lactente (ρ = 0,434; p = 0,082). No que se refere ao domínio cognitivo, a qualidade da interação mãe-lactente demonstrou uma correlação moderada e significativa, tanto pelo escore total (ρ = 0,520; p = 0,033) quanto pelo engajamento do lactente, analisado isoladamente (ρ = 0,496; p = 0,043). A interação materna, por sua vez, não mostrou correlação estatisticamente significativa com o desempenho do lactente (ρ = 0,333; p = 0,192). Não houve correlação entre as pontuações no RIT e o domínio motor (ρ’s < 0,357; p’s > 0,159) da BSDI-III. O estresse materno percebido correlacionou-se de forma negativa e moderada com o domínio de linguagem (ρ = –0,416; p = 0,048), indicando que quanto maior a percepção materna de estresse, pior o desempenho linguístico do lactente. Não foram encontradas correlações significativas entre estresse materno e os domínios cognitivo (ρ = -0,155; p = 0,480) e motor (ρ = –0,013; p = 0,951) da BSDI-III. Na regressão linear múltipla, o modelo para o desempenho linguístico mostrou-se significativo [Fp = 0,030], indicando que o estresse materno exerceu efeito sobre esse domínio. Níveis mais elevados de estresse associaram-se a pior desempenho linguístico do lactente, explicando 32% da variância do escore de linguagem. O modelo para cognição não foi estatisticamente significativo [p = 0,314]. Conclusão: A trajetória favorável dos modelos maternos reforça a capacidade de organização neurológica precoce, apesar da vulnerabilidade clínica na ausência de lesão cerebral. A interação entre mãe e bebê foi um preditor do desenvolvimento precoce da linguagem e da cognição infantil, e o estresse materno foi um preditor do desenvolvimento precoce da linguagem infantil. Esses achados são consistentes com um modelo diádico do desenvolvimento inicial, no qual o risco biológico, o estado emocional materno e o envolvimento diádico estão inter-relacionados e associados conjuntamente às trajetórias de desenvolvimento. |
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| CORRELAÇÃO DA AVALIAÇÃO ELETROMIOGRÁFICA DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO E AVALIAÇÃO URODINÂMICA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
01/12/2025 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
- Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
- Carla Adelino Suaid
- Gustavo Christofoletti
- Marco Antonio Goncalves
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| Resumo |
A incontinência urinária é uma disfunção recorrente e de alto impacto na
vida das mulheres, a avaliação realizada com a Eletromiografia de Superfície (EMG) é
altamente recomendada e permite caracterizar as fibras musculares dessas pessoas
com essa condição. Objetivo: Comparar o perfil eletromiográfico do assoalho pélvico
em participantes com IUE, IUU, IUM e sem IU. Metodologia: Trata-se de pesquisa de
caráter transversal, prospectivo, observacional, a amostra será por conveniência, é
esperada a participação de 136 participantes de acordo com o cálculo amostral, serão
coletadas respostas de questionários, e todos os participantes serão avaliados com uso
da Eletromiografia (EMG) que tem caráter objetivo e analisa de forma detalhada a
função muscular. Os participantes com incontinência urinária serão divididas em quatro
grupos: G1 com IUE, G2 com IUU, G3 IUM e G4 Sem IU, de acordo com o resultado do
exame urodinâmico, as consultas ocorrerão em momento único através dos respectivos
instrumentos: Avaliação da bexiga hiperativa OAB - V8 (1); Qualidade de Vida - ICIQ –
SF (2); Questionário para Diagnóstico da incontinência urinária: Questionário para
Diagnoóstico da Incontinência (QUID-br); e por último Three Incontinence Questionnaire
– 3IQ-Br (3) para diferenciar o tipo de incontinência; A função da musculatura do
assoalho pélvico será avaliada de acordo com o esquema PERFECT e através da EMG,
a avaliação eletromiográfica registrará objetivamente dados específicos como a
contração muscular e suas medidas de amplitude em microvolts; o tônus basal com
valores em segurança, fibras fásicas (força/velocidade), fibras lentas (resistência
muscular), predominância de fibras (tipo I e/ou II) demonstradas através da frequência
de sinal e monitoramento da presença ou não de sinergismo abdominopélvico.
Resultados Esperados: Caracterização da função muscular do assoalho pélvico,
hiperatividade da bexiga, qualidade de vida e tipo de incontinência urinária. Serão
consideradas relevantes as análises que apresentam p valor |
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| CORRELAÇÃO DA AVALIAÇÃO ELETROMIOGRÁFICA DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO E AVALIAÇÃO URODINÂMICA NA INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
01/12/2025 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Beatriz Gomes de Souza Pegorare
- Carla Adelino Suaid
- Gustavo Christofoletti
- Marco Antonio Goncalves
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| Resumo |
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| EFEITOS AGUDOS DA TERAPIA FOTOBIOMODULADORA CONTROLADA POR DOSE-DEPENDÊNCIA NO DESEMPENHO E FADIGA MUSCULAR DURANTE A CONTRAÇÃO ISOMÉTRICA DE EXTENSÃO DO JOELHO EM PESSOAS IDOSAS |
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| Curso |
Mestrado em Ciências do Movimento |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
05/09/2025 |
| Área |
EDUCAÇÃO FÍSICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Adalberto Vieira Corazza
- Hugo Alexandre de Paula Santana
- Marcelo Augusto Assunção Sanches
- Thomaz Nogueira Burke
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| Resumo |
COSTA, Marcos Sampaio. EFEITOS AGUDOS DA TERAPIA FOTOBIOMODULADORA CONTROLADA POR DOSE-DEPENDÊNCIA NO DESEMPENHO E FADIGA MUSCULAR DURANTE A CONTRAÇÃO ISOMÉTRICA DE EXTENSÃO DO JOELHO EM PESSOAS IDOSAS. 2025. f. Dissertação (Mestre em Ciência do Movimento) – Programa de Pós-Graduação em Ciência do Movimento, Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS, Campo Grande, MS, Brasil.
A prática do exercício físico é importante para a qualidade de vida no envelhecimento, entretanto cerca de 55% das pessoas idosas desistem de realiza-lo devido à fadiga muscular. A Terapia de fotobiomodulação (TFBM) é utilizada para estimular o rendimento físico em atletas e indivíduos saudáveis. Este estudo teve como objetivo analisar a aplicação prévia da TFBM ao Teste de Resistência Isométrica (TRI) no músculo quadríceps femoral (QF) de idosas na promoção do desempenho físico. As participantes (28 mulheres, 71,22±5,83 anos) do estudo duplo-cego foram divididas aleatoriamente nos grupos tratado com TFBM Ativa e TFBM Placebo, sendo o estudo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMS, com parecer número 6.529.039. A TFBM foi realizada com a Matriz de Lasers (830 nm) e LEDs (850 nm) em uma aplicação prévia ao TRI na área do QF. As participantes desenvolveram o TRI (60% da contração isométrica voluntária máxima - CIVM), até o limite de tolerância (20% da CIVM), com registro eletromiográfico (Frequência Mediana–Fmed), do tempo de resistência e da força muscular. Após 48 horas realizaram aplicação ativa ou placebo da TFBM antes do TRI (registro da Fmed e tempo de resistência). Os tempos de resistência foram normalizados em Percentual da Variação do Tempo (∆t (%)). A TFBM Ativa demonstrou maior ∆t (%) (194,21%), com diferença significante em relação a TFBM Placebo (70,16%) (p |
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