| Megaleque fluvial do Aquidauana e suas mudanças ambientais no quaternário, borda sudeste do Pantanal Matogrossense |
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| Curso |
Mestrado em Geografia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
17/03/2016 |
| Área |
GEOGRAFIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Bruna Gardenal Fina Cicalise
- Edna Maria Facincani
- Vitor Matheus Bacani
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| Resumo |
O Megaleque Fluvial do Aquidauana é uma importante feição geomorfológica localizada na borda sudeste do Pantanal Mato-grossense. Com área de aproximadamente 3. 783. 48 km² possui em sua superfície geoformas deposicionais que indicam mudanças ambientais, principalmente de cunho paleo-hidrológico que vem ocorrendo na área desde o final do Pleistoceno até o presente. Dentre as geoformas que demonstram as evidências de tais mudanças se destacam: Lobos deposicionais (antigo, pré-atual e atual), cinturão de meandros abandonados, planície incisa abandonada do rio Aquidauana, paleocanais, barras em pontal, terraços marginais, crevasse splays e processos de avulsão que ocorrem, principalmente no lobo distributário atual. A planície incisa corta os três lobos deposicionais, tornando a parte superior do megaleque (lobo antigo e pré-atual) em área de degradação enquanto na porção inferior área de agradação (lobo atual). Relevante processo de avulsão ocorreu na fração medial da área, acarretando na brusca mudança de direção do rio Aquidauana que antes desaguava no rio Negro passando a ser atualmente afluente do rio Miranda e é a principal mudança paleo- hidrológica da área. Este evento está sendo considerado como consequente da neotectônica, uma vez que a área está fortemente influenciada por descontinuidades e sismos, que atuam na dinâmica geormorfológica recente. A evolução morfológica distinta dos lobos deposicionais e na planície incisa propiciam diferentes espécies de vegetação na área, cada um adaptado ao ambiente em que está submetido, sendo que, na planície incisa pode ser destacado o Novateiro (Triplaris Americana), o Acuri (Scheelea phalerata) e o Cipó D’água (Arrabadaea); nos lobos antigo e atual a Lixeira (Curatella americana) e o Paratudo (Tabebuia aurea); e no lobo atual o Genipapo (Genipa americana), o Barreiro (Proposis rubriflora) e o Acuri (Sheelea phalerata). Destaca-se o caráter multidisciplinar (Geologia, Geomorfologia e Botânica) e da utilização das geotecnologias para se entender a dinâmica da paisagem do Megaleque Fluvial do Aquidauana e do Pantanal como um todo.
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| Diagnóstico da fragilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio Santo Antônio - MS, como subsídio ao planejamento ambiental. |
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| Curso |
Mestrado em Geografia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
17/03/2016 |
| Área |
GEOGRAFIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Cleiton Messias Rodrigues Abrão
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| Banca |
- Jaime Ferreira da Silva
- Mauro Henrique Soares da Silva
- Vitor Matheus Bacani
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| Resumo |
As constantes ações antrópicas sobre o espaço geográfico vêm causando graves problemas aos sistemas naturais. Por isso, é necessário, antes de ocupar, conhecer as potencialidades e fragilidades desses ambientes. Nesse sentido, este trabalho tem por objetivo diagnosticar a fragilidade ambiental da Bacia Hidrográfica do rio Santo Antônio e propor um zoneamento ambiental preliminar com vista a um ordenamento territorial. Para isso, utilizou-se a metodologia de Ross (1994 e 2012) da fragilidade potencial e ambiental, apoiada em dados de sensoriamento remoto e por técnicas de geoprocessamento (álgebra de mapas, buffer) para elaboração dos materiais cartográficos. Utilizaram-se imagens dos satélites Landsat 5, 7 e 8 para o mapeamento das mudanças de uso da terra e cobertura vegetal em três períodos: 1986, 2000 e 2014. A fragilidade ambiental foi elaborada a partir da combinação dos mapas de fragilidade potencial com o mapa temático de uso e cobertura da terra de 2014. Os resultados demonstram que há predomínio de média fragilidade ambiental (74,81%), associada à ocupação majoritária da bacia pela pastagem, que ocupa 52,1% da área total. Em relação às Áreas de Preservação Permanente (APP), existem conflitos com tipos de uso, tendo sido possível observá-las ocupadas irregularmente por pastagem e agricultura e, consequentemente, com danos aos recursos hídricos. Considerando a situação em que se encontra a bacia, foi proposto um zoneamento ambiental preliminar com seis áreas pré-estabelecidas com critérios com diretrizes de uso e ocupação da área de modo sustentável com recomendações e restrições em áreas mais frágeis, bem como proposições de recuperação dos problemas existentes na bacia. |
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| Representação Sócioespacial no Baixo Curso do Rio Aquidauana: Estratégias Educativas para Gestão de Desastres Naturais |
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| Curso |
Mestrado em Geografia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
18/12/2015 |
| Área |
GEOGRAFIA |
| Orientador(es) |
- Vicentina Socorro da Anunciacao
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Elvira Fátima de Lima Fernandes
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| Banca |
- Jaime Ferreira da Silva
- Joelson Goncalves Pereira
- Vicentina Socorro da Anunciacao
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| Resumo |
Os municípios de Aquidauana e Anastácio, situados na porção oeste do estado de Mato Grosso do Sul, estão inseridos entre duas regiões morfoclimáticas de grande relevância fitogeográfica, o bioma Cerrado e Pantanal. Observa-se que o aumento significativo dos episódios de inundação nas áreas urbanas desses municípios está vinculado ao aumento dos índices pluviométricos na bacia hidrográfica do rio Aquidauana, às características geomorfológicas das áreas urbanas dos referidos municípios e à hidrologia da região, o que favorece a ocorrência de inundações graduais que se processam nos referidos espaços, visto que as terras que margeiam esse rio foram sendo gradativamente ocupadas, potencializando a ocorrência de desastre natural. Este trabalho busca analisar e compreender a problemática socioespacial urbana decorrente da ocupação inadequada nas margens do rio Aquidauana, visando elaborar estratégias educativas, para gestão de desastres naturais, com atores sociais nas cidades de Anastácio e Aquidauana; diagnosticar a ameaça socioespacial que interfere na vida dos atores sociais que ocupam esse espaço; cartografar as áreas vulneráveis a desastres naturais e perigo nas margens do rio Aquidauana nas sedes municipais de Anastácio e Aquidauana, estabelecer estratégias educativas sobre a gestão de riscos junto à comunidade local, abordando a relevância da bacia hidrográfica para manutenção das áreas urbanas. Para alcançar os objetivos, foram realizados visitas in loco, delimitação do espaço, inventariação dos lotes, mapeamento da planície de inundação nas margens direita e esquerda do rio Aquidauana, por meio do sistema CAD. Realizaram-se atividades educacionais por meio da construção de maquetes tridimensionais com crianças/adolescentes de instituições educacionais e assistenciais situadas nas proximidades da área de estudo, a partir do tema gerador “bacia hidrográfica”,estabelecendo uma articulação de elementos físicos e humanos, e representação da área suscetível à inundação dos dois municípios. Os resultados geraram três produtos relevantes: o mapeamento da função urbana, a delimitação da magnitude das inundações e a Área de Preservação Permanente nas duas cidades. Com a comunidade, foi desenvolvido um projeto de ensino envolvendo três instituições educacionais e duas assistenciais. Estima-se que,entre a execução das etapas e apresentações do projeto para sociedade local, aproximadamente 700 pessoas tenham se beneficiado das informações referentes às inundações sazonais que atingem os lotes estabelecidos nessa área. Dessa maneira, entende-se que o estudo colaborou com os anseios da sociedade local, servindo como contribuição para o entendimento da dinâmica das águas na região e auxiliando os atores sociais a compreenderem a ameaça e o perigo ao qual esse espaço está exposto, além da consideração de que a ocupação de áreas vulneráveis traz danos sociais e ambientais para o espaço geográfico. Acredita-se que o mapeamento dessas áreas possa vir a contribuir com o reordenamento socioespacial , das sedes municipais banhadas pelo prelúdio do baixo curso do rio Aquidauana. |
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