| CARACTERIZAÇÃO DE PUÉRPERAS E RECÉM-NASCIDOS E DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM EM ALOJAMENTO CONJUNTO |
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| Curso |
Mestrado em Enfermagem |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
08/08/2014 |
| Área |
ENFERMAGEM |
| Orientador(es) |
- Maria Auxiliadora de Souza Gerk
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Simone Sousa Oliveira Fonseca
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| Banca |
- Ana Paula de Assis Sales
- Cristina Brandt Nunes
- Maria Auxiliadora de Souza Gerk
- Maria Gorette dos Reis
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| Resumo |
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| Conhecimento e prática dos profissionais de enfermagem no cuidado ao indivíduo em risco e com úlcera de pressão |
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| Curso |
Mestrado em Enfermagem |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
31/07/2014 |
| Área |
ENFERMAGEM OBSTÉTRICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Adriane Pires Batiston
- Euzeli da Silva Brandão
- Luciana Contrera
- Mara Lisiane de Moraes dos Santos
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| Resumo |
O interesse da comunidade científica para o cuidado na prevenção e tratamento da úlcera por pressão (UPP) vem aumentando significativamente nos últimos anos. Este estudo teve como objetivo avaliar o conhecimento e a prática entre os profissionais da equipe de enfermagem (enfermeiros e auxiliares/técnicos) no cuidado ao indivíduo em risco e com UPP. Trata-se de um estudo transversal, no qual foram investigados variáveis sócio-demográficas, o conhecimento e as ações de enfermagem referentes à avaliação, prevenção e tratamento das UPP, bem como os fatores que interferem na gestão administrativa do cuidado. Foi elaborado um instrumento e validado por 10 juízes, enfermeiros especialista com qualificação específica e docente pós- doutor, doutor e mestres. A amostra foi composta de 197 profissionais de enfermagem, sendo 84,3% de auxiliares/técnicos de enfermagem e 15,7% de enfermeiros de três hospitais públicos. A idade média é de 36,71±0,68 anos, 73,6% do sexo feminino, com tempo médio de trabalho na instituição de 8,35±0,59 anos. Quanto ao uso de protocolo de prevenção da UPP, 59,4% desconhecem a existência do mesmo e 73,1% afirmaram não ter recebido capacitação específica para prevenção e tratamento da UPP. Entre os profissionais, 62,4% informaram possuir um bom conhecimento sobre o tema, entretanto, o percentual de acertos nas questões sobre UPP foi diferentes entre os profissionais, sendo 81,85% para enfermeiros e 72,44% para os auxiliares/técnicos de enfermagem, considerado insatisfatório. Sobre as principais ações de enfermagem, observou-se que 50,0% relataram sempre realizar o alívio de pressão, 70,0% fazem à prevenção da fricção e 62,0% a redução do cisalhamento. Quanto ao tratamento, 60,91% dos entrevistados afirmaram que a avaliação do indivíduo e da lesão é feita pelo enfermeiro, o tratamento é definido pelo médico em 50,0% dos casos e as ações são executadas pelos técnicos de enfermagem (46,70%), indicando a falta de integralidade no cuidado ao indivíduo. Dos elementos facilitadores e dificultadores, para o cuidado relacionado à UPP, foram citados como facilitadores: o processo de trabalho (55,9%) e os recursos humanos (45,2%); como dificultadores a falta de material (70,7%) e a alta carga de trabalho (54,7%). Conclui-se que o conhecimento dos profissionais é inadequado, o que se reflete nas práticas tanto de enfermeiros como auxiliares/técnicos de enfermagem, reduzindo as possibilidades de práticas preventivas e cuidado integral ao individuo portador da UPP.
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| Efeitos de intervenção educativa em higiene bucal na prática de profissionais de enfermagem e na incidência de pneumonia associada à ventilação. |
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| Curso |
Mestrado em Enfermagem |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
07/07/2014 |
| Área |
ENFERMAGEM MÉDICO-CIRÚRGICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Adriano Menis Ferreira
- Alessandro Diogo de Carli
- Maria Gorette dos Reis
- Paulo Zarate Pereira
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| Resumo |
Von Atzingen MD. Efeitos de intervenção educativa em higiene bucal na prática de profissionais de enfermagem e na incidência de pneumonia associada à ventilação. Campo Grande; 2014. [Dissertação – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul].
A pneumonia constitui a infecção mais incidente em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), onde pacientes submetidos à ventilação mecânica podem desenvolver a Pneumonia Associada à Ventilação (PAV). Estudos indicam que a higiene bucal precária pode estar associada ao desenvolvimento da PAV. O objetivo deste estudo foi avaliar se intervenções educativas sobre higiene bucal podem reduzir a densidade de incidência de PAV em pacientes que se encontram em ventilação mecânica. A amostra foi constituída por duas populações distintas: 61 pacientes adultos (30 na fase anterior a intervenção educativa e 31 na fase posterior), em ventilação mecânica a 48 h ou mais, internados na UTI da Sociedade Beneficente de Campo Grande – Santa Casa; e 103 colaboradores da equipe de enfermagem das UTI da mesma instituição. Foi determinado o Índice de Higiene Oral Simplificado (IHO-S) desses pacientes. Em seguida, procedimentos de higiene bucal foram realizados regularmente pela equipe de enfermagem, após capacitação dos profissionais sobre métodos adequados de higiene bucal em pacientes nessas condições. Novo IHO-S foi verificado por um período de dois meses após a capacitação sobre higiene bucal. Foi analisada a densidade de incidência de PAV seis meses antes e após a intervenção educativa, de acordo com dados secundários do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar. A equipe de enfermagem respondeu um questionário para avaliação do conhecimento sobre medidas de prevenção de PAV e foi realizada uma observação não participativa da técnica de higiene bucal praticada. Para a análise estatística foram aplicados os testes de t-student, teste do x2, exato de Fisher e Mann-Whitney, e nível de significância de 5%. Verificou-se que a intervenção educativa desenvolvida junto à equipe de enfermagem isoladamente não reduziu a incidência de PAV (p=0,240). Entretanto a intervenção educativa reduziu significantemente o acúmulo de biofilme dental, o que se traduziu em importante melhora na higiene bucal dos pacientes (p=0,002). Concluiu-se que a equipe de enfermagem apresentou baixo conhecimento sobre as medidas de prevenção à PAV (bundle) e não há uma padronização na técnica adotada pela equipe de enfermagem para higienização bucal.
Palavras-chave: Cuidados de enfermagem. Inflamação pulmonar. Higiene dentária.
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| Sistematização da assistência de enfermagem relacionada à qualidade de vida de pessoas em tratamento hemodialíco |
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| Curso |
Mestrado em Enfermagem |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
07/07/2014 |
| Área |
ENFERMAGEM |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ana Paula de Assis Sales
- Margarete Knoch
- Maria Auxiliadora de Souza Gerk
- Maria Gorette dos Reis
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| Resumo |
A Doença Renal Crônica (DRC) vem aumentando progressivamente em âmbito mundial, constituindo-se um grave problema de saúde pública no Brasil, devido à sua prevalência crescente e sua morbimortalidade elevada. A pesquisa estabeleceu como objetivo geral propor intervenções de enfermagem para pessoas com DRC, em tratamento dialítico, com enfoque na qualidade de vida (QV). Trata-se de um estudo exploratório, descritivo e transversal, com abordagem quantitativa, realizada no setor de hemodiálise de um Hospital Universitário e em três clínicas de hemodiálise de Campo Grande/MS, nos meses de agosto a outubro de 2013. A população do estudo compôs-se de 120 participantes, pessoas submetidas à hemodiálise nos locais de estudo, com idade igual ou acima de 18 anos. A coleta de dados foi realizada mediante a aplicação de um instrumento com questões que abordaram as características sociodemográficas dos componentes da amostra, e para a análise da qualidade de vida foi aplicado o instrumento genérico SF-36 (Medical Outcomes Study 36 - Item Short Form Health Survey) traduzido e validado em português, que avalia a percepção da qualidade de vida que a pessoa tem relacionando à sua própria saúde. Os participantes são, na maioria, homens 68 (56,7%), sendo que 78 (65%) se encontravam em união estável, com renda salarial de um salário mínimo 72 (62,5%), com ensino fundamental 97(80,8%) e 64 (53,3%) encontra-se afastado do trabalho/licença saúde. Quando cruzados os dados sociodemográficos com o SF-36, constatamos que os indivíduos estão piores em qualidade de vida no domínio “Limitação por Aspectos Físicos” (média=43,08) e melhores no domínio “Saúde Mental” (média=67,17). Foram encontrados 19 Diagnósticos de Enfermagem: autocontrole ineficaz da saúde, comportamento de saúde propenso a risco; controle ineficaz do regime terapêutico; disposição para autocontrole de saúde melhorado; estilo de vida sedentário; proteção ineficaz; eliminação urinária prejudicada; insônia; fadiga; intolerância à atividade; baixa autoestima situacional; distúrbio na imagem corporal; interação social prejudicada; integridade da pele prejudicada; conforto prejudicado; dor aguda; risco de desequilíbrio de volume de líquidos; risco de infecção; sentimento de impotência. A pesquisa destacou a necessidade de um envolvimento maior dos profissionais de saúde com as pessoas acometidas pela DRC, enfatizando que é preciso o envolvimento do enfermeiro, juntamente com a equipe de enfermagem, a fim de promover a educação em grupo durante as sessões de hemodiálise, incentivando maneiras novas de viver dentro de seus limites e mantendo a esperança e a alegria. |
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| “A Identificação dos Sintomas depressivos na Equipe de Enfermagem do serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Mato Grosso do Sul”. |
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| Curso |
Mestrado em Enfermagem |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
03/06/2014 |
| Área |
ENFERMAGEM |
| Orientador(es) |
- Mariluci Camargo Ferreira da Silva Candido
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- Mayara Caroline Ribeiro Antonio
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| Banca |
- Antonia Regina Ferreira Furegato
- Luciana Contrera
- Mariluci Camargo Ferreira da Silva Candido
- Sebastiao Junior Henrique Duarte
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| Resumo |
RESUMO
ANTONIO, M. C. R. A identificação dos sintomas depressivos na equipe de enfermagem do serviço de atendimento móvel de urgência de Mato Grosso do Sul. 104 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) –Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, 2014.
Há uma crescente discussão na comunidade científica sobre os transtornos mentais, em especial, acerca da depressão, devido ao fato dela estar relacionada como uma das principais causas de sobrecarga mental e incapacitação das atividades diárias na população em geral e em grupos específicos, sendo considerada como o mal do século e podendo atingir o topo das doenças mentais até 2020. Sabe-se que o trabalho e o ambiente no qual ele se desenvolve podem favorecer o aparecimento de doenças físicas e psíquicas. Os profissionais da área da saúde encontram-se mais vulneráveis à isso, principalmente quando exercem suas atividades em áreas e serviços específicos, como no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Assim, partindo do pressuposto de que as condições e o ambiente de trabalho influenciam significativamente na saúde do trabalhador e que a evolução dos transtornos mentais ocorre de forma gradativa, é imprescindível que os profissionais da equipe de enfermagem, que atuam no SAMU, devam ter sua saúde preservada, por meio de acompanhamento periódico de seu estado de saúde físico e mental. Com isso, o objetivo geral do estudo foi identificar a prevalência de sintomatologia sugestiva de depressão em profissionais de enfermagem de Serviços de Atendimento Móvel de Urgência de uma Região Central do Brasil. Os objetivos específicos foram relacionar as características sociodemográficas e profissionais com a sintomatologia de depressão e relacionar a prevalência de sintomatologia sugestiva de depressão com as alterações de saúde dos profissionais. Trata-se de um estudo epidemiológico, descritivo e transversal, com abordagem quantitativa dos dados, realizado entre julho e outubro de 2013, nos SAMUs da Macrorregião do estado de Mato Grosso do Sul. A população foi composta por 41 profissionais de enfermagem em Campo Grande (13 enfermeiros, 27 técnicos e 1 auxiliar de enfermagem); 14 em Três Lagoas (sete enfermeiros e sete técnicos); 11 em Dourados (4 enfermeiros, 5 técnicos e 2 auxiliares) e 19 em Corumbá (8 enfermeiros, 10 técnicos e 1 auxiliar). Os critérios de inclusão foram ser profissionais do quadro efetivo do serviço e aceitar participar da pesquisa mediante assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.Ressalta-se que não houve nenhuma recusa em participar da pesquisa. Os trabalhadores que estavam afastados, em período de férias e/ou licença no momento da coleta de dados, foram excluídos. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul sob o parecer nº. 282.196/2013. Para a coleta dos dados, aplicou-se o Inventário de Depressão de Beck, que identifica os sintomas sugestivos de depressão e um formulário adaptado para registrar as características sociodemográficas, profissionais e de saúde. A análise dos dados constou de: análise descritiva dos dados e dicotomização dos participantes em dois grupos (I: com sintomatologia de depressão e II: sem sintomatologia sugestiva de depressão). Utilizou-se os testes Qui-quadrado, Qui-quadrado de tendência e Teste Exato de Fisher, e foram calculadas as razões de prevalência, com os respectivos intervalos de confiança de 95%. Para as variáveis que influenciaram nos quadros de depressão, aplicou-se a Regressão de Cox. Dos 94 profissionais, 85 participaram do estudo, sendo que 48,2% estavam lotados no município de Campo Grande; 55,3% eram do sexo feminino e casados; 56,5% tinham idade menor ou igual a 35 anos; 51,8% ganhavam o equivalente a três salários ou menos; 67,0% moravam em imóvel próprio com a família; 57,7% eram técnicos de enfermagem; 49,4% trabalhavam na área a menos de dez anos; 74,1% trabalhavam no SAMU a menos de cinco anos; dos 37,6% de profissionais de nível superior (enfermeiros), 81,3% possuíam pós-graduação em nível de especialização; 56,5% não estavam estudando no momento da coleta de dados; 45,9% trabalhavam em período integral; 80,0% em período noturno; 72,9% possuíam somente um vínculo empregatício; 44,7% trabalhavam entre nove e dezesseis horas por dia; 78,8% dormiam de quatro a oito horas por noite e 94,1% possuíam veículo próprio para se locomover até o trabalho. A prevalência de sintomatologia sugestiva de depressão encontrada foi de 11,8%. Devido às características do trabalho em urgência e emergência é fundamental que o profissional tenha sua saúde física e mental preservada, através de acompanhamento periódico e de condições de trabalho, independente de sua atividade, em conformidade com a legislação de proteção ao trabalhador. Evidencia-se a necessidade de melhoria das condições de trabalho, de adoção de estratégias de enfrentamento e de medidas de prevenção, tendo em vista os sintomas assinalados no Inventário de Depressão de Beck com alto percentual para irritabilidade (65,9%), fadiga (64,7%), preocupação somática com o estado de saúde (43,5%), falta de satisfação (40,0%) e distúrbio do sono (62,3%). Relacionando as alterações de saúde com os sintomas sugestivos de depressão, houve associação significativa entre as variáveis, pois encontrou-se prevalência de sintomas sugestivos de depressão quatro vezes maior nos trabalhadores portadores de transtorno mental, em comparação aos não portadores deste tipo de doença. Conclui-se que, os profissionais que apresentaram escores para a sintomatologia sugestiva de depressão (11,8%) também mostraram alta porcentagem de sintomas depressivos assinalados no IDB e associação significativa com a prevalência de sintomatologia sugestiva de depressão e transtorno mental, além de outras doenças relacionadas. Sugere-se que é fundamental que ocorra a integração das políticas de Saúde Mental e Saúde do Trabalhador na perspectiva da compreensão de que o processo saúde-doença pode incidir no ambiente ocupacional.
Palavras-chave: Enfermagem Psiquiátrica. Equipe de Enfermagem. Saúde do Trabalhador. Serviços Médicos de Emergência. Transtornos Mentais.
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