Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia

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TRABALHO Ações
GESTAÇÃO GEMELAR COM INTERVALO ENTRE OS PARTOS DE 17 DIAS – RELATO DE CASO DE PARTO DIFERIDO
Curso Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
Tipo Trabalho de Conclusão de Curso
Data 22/01/2026
Área GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Orientador(es)
  • Klissia Pires Souza
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • JULIOCE DE MACEDO FILHO
    Banca
      Resumo
      Incidência de Parto Prematuro em Mulheres com Colo do Útero Curto: Uma Revisão Literária
      Curso Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
      Tipo Artigo Científico
      Data 07/01/2026
      Área GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
      Orientador(es)
      • Nadia Stella Viegas dos Reis
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Ana Luiza Guimarães Oliveira
        Banca
          Resumo
          Malformação Arteriovenosa Uterina como Causa Rara de Hemorragia Pós-Parto Secundária: Revisão da Literatura
          Curso Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
          Tipo Artigo Científico
          Data 25/12/2025
          Área GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
          Orientador(es)
          • Nadia Stella Viegas dos Reis
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Ariane Galene Ferreira da Silva
            Banca
              Resumo
              PROTOCOLO CLÍNICO DE ELEGIBILIDADE E TRATAMENTO CIRÚRGICO DA GINECOMASTIA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
              Curso Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
              Tipo Artigo Científico
              Data 22/12/2025
              Área GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
              Orientador(es)
              • Raquel Cristina Rodrigues
              Coorientador(es)
                Orientando(s)
                • ISABELA CALDEIRA
                Banca
                  Resumo
                  Diagnóstico ultrassonográfico do espectro da placenta acreta e atualizações nas estratégias de manejo obstétrico: Uma revisão de literatura
                  Curso Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
                  Tipo Artigo Científico
                  Data 26/11/2025
                  Área GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
                  Orientador(es)
                  • Nadia Stella Viegas dos Reis
                  Coorientador(es)
                    Orientando(s)
                    • Isabella Alves Propécio
                    Banca
                      Resumo
                      HIPERTENSÃO NA GESTAÇÃO: COMO O PRÉ-NATAL IMPACTA OS DESFECHOS PERINATAIS
                      Curso Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
                      Tipo Trabalho de Conclusão de Curso
                      Data 19/08/2025
                      Área GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
                      Orientador(es)
                      • Nadia Stella Viegas dos Reis
                      Coorientador(es)
                        Orientando(s)
                        • Eduarda Viana Maia Sutana
                        Banca
                          Resumo Objetivo: Avaliar a prevalência de gestantes com distúrbios hipertensivos da gestação (DHG) internadas em uma maternidade de referência em alto risco e investigar a relação entre a hipertensão e o pré-natal nos desfechos perinatais. Métodos: Foi realizado um estudo de coorte retrospectivo com 1.980 parturientes atendidas no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (HUMAP-UFMS) entre agosto de 2023 e julho de 2024. Os dados foram extraídos do banco de dados hospitalar e analisados com estatística descritiva e teste de Qui-quadrado de Pearson. Os desfechos perinatais avaliados incluíram Apgar no 5º minuto, óbito fetal, baixo peso ao nascer (< 2500g) e prematuridade. Resultados: A prevalência de gestantes com pressão arterial elevada foi de 23,3%. A análise específica das parturientes hipertensas revelou que o pré natal inadequado (≤ 6 consultas) foi significativamente associado a baixo peso ao nascer (p=0,03), vitalidade deprimida (Apgar < 7) (p=0,02) e prematuridade (p=0,002). No entanto, não foi encontrada associação significativa com óbito fetal. Conclusão: O número inadequado de consultas de pré-natal em gestantes com hipertensão está associado a desfechos perinatais adversos, como baixo peso ao nascer, vitalidade deprimida e prematuridade. A qualidade dos registros foi um desafio, e a melhoria no preenchimento do banco de dados do hospital, visando à uniformização e à completude das informações, é crucial para futuras investigações.
                          "Hímen Imperfurado com Formação de Hematocolpo: Relato de Caso e Revisão de Literatura."
                          Curso Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
                          Tipo Artigo Científico
                          Data 05/02/2025
                          Área GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
                          Orientador(es)
                          • Nadia Stella Viegas dos Reis
                          Coorientador(es)
                            Orientando(s)
                            • Gabriela Ewerling Souza
                            Banca
                            • Benedito de Oliveira Neto
                            • Nadia Stella Viegas dos Reis
                            Resumo
                            Tratamento de Púrpura Trombocitopênica Imune Refratária a Corticoterapia em Gestantes: Uma Revisão de Literatura
                            Curso Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
                            Tipo Artigo Científico
                            Data 17/01/2025
                            Área GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
                            Orientador(es)
                            • Nadia Stella Viegas dos Reis
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Sara Kaizer Galo Perusso
                              Banca
                                Resumo A Púrpura Trombocitopênica Imune é definida como contagem de plaquetas abaixo de 100x109/L marcada por sinais de sangramento espontâneo. É uma patologia frequentemente observada em gestantes. A fisiopatologia é uma reação de autoanticorpos que se ligam às proteínas da membrana das plaquetas. O diagnóstico é realizado por exclusão e confirmado pela resposta a terapêutica. Apresenta-se como um desafio durante o pré-natal e as diretrizes atuais apresentam protocolos de tratamento baseados em opiniões de especialistas e resultados de estudos retrospectivos. Método: Revisão narrativa de literatura com base nas plataformas de dados: Scielo e PubMed. Critérios de inclusão e exclusão foram aplicados, totalizando 34 artigos aqui discutidos. Resultados e Discussão: O
                                manejo da Púrpura Trombocitopênica Imune é bastante complexo, contando com corticoides orais e imunoglobulinas como primeira linha. Pacientes que refratárias ao tratamento de primeira linha podem fazer uso de agonistas do receptor de TPO, o qual tem apresentado bons resultados em relatos de casos, estudos retrospectivos e estudo experimental em animais publicados. A esplenectomia também é uma opção terapêutica de segunda linha, porém, apresenta maiores riscos quando realizadas em gestantes. Conclusão: A Púrpura Trombocitopênica Imune pode apresentar resistência a primeira linha de tratamento e protocolos de tratamento para gestantes resistentes são escassos. Dentre as opções terapêuticas de segunda linha, destacam-se o uso de Agonistas do Receptor de Trombopoietina e menos recomendado, a esplenectomia. Ensaios clínicos com terapias de segunda linha e protocolos
                                de tratamento para gestantes resistentes a corticosteroides são recomendados.
                                CORRELAÇÃO HISTOPATOLÓGICA DE LESÕES MAMÁRIAS COM IMAGENS ULTRASSONOGRÁFICAS EM MULHERES COM CLASSIFICAÇÃO BI-RADS 4 NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO MARIA APARECIDA PEDROSSIAN NO PERÍODO DE JANEIRO DE 2020 A JULHO DE 2024
                                Curso Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
                                Tipo Trabalho de Conclusão de Curso
                                Data 14/01/2025
                                Área GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
                                Orientador(es)
                                • Raquel Cristina Rodrigues
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Thays Andressa Albuquerque Monteiro
                                  Banca
                                    Resumo
                                    ASSOCIAÇÃO ENTRE SINTOMAS ANSIOSOS E QUALIDADE DO SONO EM MULHERES NO ÚLTIMO MÊS DA GESTAÇÃO NO PERÍODO DE DEZEMBRO DE 2022 A MARÇO DE 2023
                                    Curso Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
                                    Tipo Trabalho de Conclusão de Curso
                                    Data 27/11/2024
                                    Área GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
                                    Orientador(es)
                                    • Nadia Stella Viegas dos Reis
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Eduarda Lanzarini Lins
                                      Banca
                                        Resumo Objetivo: Estimar a prevalência de má qualidade de sono entre pacientes com sintomas ansiosos no último mês da gestação na maternidade do Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (HUMAP). Métodos: O presente estudo compreende um estudo observacional, transversal e descritivo, o qual compreende a análise de dados secundários de um estudo maior, de desenho transversal multicêntrico com coleta de dados em cidades das cinco macrorregiões brasileiras. A amostra abrangeu mulheres que deram à luz no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, em Campo Grande, MS, no período de 03 de dezembro de 2022 a 30 de março de 2023. Resultados: A maioria das gestantes apresentou sonolência e baixa qualidade de sono, segundo a Escala de Sonolência de Epworth e o Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh, com uma média de 10,05±3,98 pontos no PSQI. A ansiedade foi avaliada como mínima ou leve na maioria das mulheres, mas houve uma correlação significativa entre sintomas ansiosos e pior qualidade do sono. Sintomas de ansiedade classificados como moderado/grave estiveram associados a complicações adicionais e a autodeclaração racial branca, enquanto ansiedades mínima/leve foram mais comuns em mulheres pretas/pardas. Não foram encontradas associações entre distúrbios do sono ou ansiedade e outras comorbidades gestacionais, como hipertensão, pré-eclâmpsia e diabetes. Conclusão: O estudo encontrou uma correlação entre sintomas de ansiedade e distúrbios do sono no último mês de gestação, com variação entre grupos raciais e presença de comorbidades, sugerindo a necessidade de políticas públicas para melhorar o sono das gestantes. Apesar de não associar esses sintomas a desfechos obstétricos específicos devido ao tamanho da amostra, os achados reforçam a importância de avaliar e tratar a ansiedade e problemas de sono para reduzir a morbidade materna e fetal.
                                        Etiologia e Prognóstico da Hidropisia Fetal Não Imune: Uma Revisão de Literatura
                                        Curso Especialização em Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
                                        Tipo Artigo Científico
                                        Data 09/09/2024
                                        Área GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
                                        Orientador(es)
                                        • Nadia Stella Viegas dos Reis
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Yasmim Pereira Alves
                                          Banca
                                            Resumo Introdução: A Hidropisia Fetal é definida como acúmulo anormal de líquido nos compartimentos fetais. Estima-se que 1 em casa 1700 a 3000 gestações sejam acometidas por tal patologia. Podendo ser subdividida em isoimune ou não imune. A causa não imune corresponde a 90% dos casos e apresenta etiopatogenia variável. O prognóstico varia de acordo com a etiologia. Método: Revisão de literatura com buscas nas bases de dados PubMed e Scielo, conforme a pergunta norteadora: “Qual a causa etiológica e o prognóstico de pacientes acometidos por Hidropisia Fetal não imune?”. Resultados e Discussão: a Hidropisia Fetal é uma condição rara com alta taxa de morbimortalidade. Em relação a etiologia, estudos de coorte apresentam que a maior parte dos casos diagnosticados no primeiro trimestre apresentam como principal causa as anormalidades genéticas, tendo como principais síndromes associadas a síndrome de Down, Turner e Edwards. No segundo e terceiro trimestre as doenças hematológicas ganharam destaques com as talassemias, seguidas pelas alterações cardiológicas e infecções congênitas. Todas as causas de Hidropsia Fetal foram associadas a óbito fetal, parto prematuro e perdas neonatais. Conclusão: Os estudos discutidos nesta revisão evidenciaram que as principais causas etiológicas relacionadas a HF não imune são anormalidades genéticas, hematológicas e cardíacas. Quanto maior a idade gestacional ao diagnóstico, melhor o prognóstico. Estudos estabelecendo protocolos de manejo/aconselhamento são estimulados.
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