| A Propedêutica hegeliana e a simbologia das mandalas: uma experiência na iniciação filosófica do ensino médio. |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
29/09/2022 |
| Área |
FILOSOFIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
- Polyana Cristina Tidre
- Ricardo Pereira de Melo
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| Resumo |
Uma formação escolar que contemple uma educação integral é pauta frequente e não recente de discussões e documentos que orientam as práticas educacionais no cenário nacional. É requerida das reflexões e propostas que se empenham por esta educação orgânica a necessidade de se pensar como efeito deste processo, indivíduos aptos a se inserirem no âmbito coletivo e social de maneira participativa, crítica e transformadora. O repertório intelectual fornecido pelo ensino de filosofia, integrado aos outros saberes acessados na escola, podem representar um caminho para o despertar de um sujeito que se reconhece pertencente e, portanto, se compromete com o aprimoramento do processo social. Inserido em um contexto marcado pela busca de uma identidade cultural autêntica, Hegel desenvolve uma obra fundante no aprofundamento filosófico sobre a complexidade da formação humana, na qual se insere inevitavelmente a educação escolar. Ademais, o despertar da consciência que deseja explorar os conceitos do mundo, mas que atravessa diversas contrariedades até que possa efetivar-se na conciliação entre o que se conhece e quem conhece, pode ser proporcionado pela experiência filosófica. A Propedêutica Filosófica, obra utilizada como principal referência desta pesquisa, reúne anotações e planejamentos das aulas do professor Hegel, através dos quais demonstra veemente preocupação em aproximar o processo educacional escolar e sua refinada teoria filosófica. Pretende-se na travessia desta investigação, ampliar as possibilidades de inserção da teoria hegeliana no currículo proposto para o estudo da filosofia no ensino médio. Objetivo sequente ao principal desafio deste trabalho, o de eleger, imersos ao sistema filosófico hegeliano, conceitos que possam estar relacionados à centralidade do percurso individual que se empenha ao convívio ético-social. Esta pesquisa intenta oferecer ao professor de filosofia uma experiência didática integradora, que concilie o estudo de elementos centrais da sofisticada obra hegeliana a uma singular expressão criativa, a das mandalas. Unindo a exploração teórica da Bildung e do caminho da consciência, desenvolvidos por Hegel, aos significados a que as mandalas podem estar associadas, almeja-se desenvolver uma prática que possibilite a concatenação conceitual através de uma experiência estética. Os quatro capítulos desenvolvidos neste trabalho pretendem conduzir o leitor pelos principais caminhos articulados neste processo, a fim de oportunizar o contato com o diálogo empreendido entre as duas dimensões elementares deste estudo. As mandalas, assim como a filosofia hegeliana, representam ambientes inexplorados pelos mais jovens, o que incita à prática sugerida o envolvimento teórico precedente, elaborado neste trabalho a partir de uma sequência de aulas que intercalam o engajamento conceitual e o exercício artístico. As semelhanças constituintes das mandalas e dos aspectos destacados da teoria de Hegel, puderam ser observadas a partir de um processo paciente e incessante de busca por um encontro do ser com o mundo. Os diversos sentidos que se combinam à vivacidade da simbologia das mandalas, podem aprazivelmente conectar o acesso das mentes jovens à densidade dos conceitos filosóficos propostos nesta pesquisa, por meio de uma intensa experiência teorética e reflexiva das consciências envolvidas neste processo de trocas e mediações. |
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| TRABALHO E FILOSOFIA DO TRABALHO: UM PROJETO PARA PENSAR O FUTURO DO JOVEM NO ENSINO MÉDIO |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
30/08/2021 |
| Área |
ÉTICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- SANDRA REGIANE RODRIGUES PEREIRA
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| Banca |
- DANIEL SALESIO VANDRESEN
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
- Ricardo Pereira de Melo
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| Resumo |
O presente trabalho tem como objetivo relatar a pesquisa filosófica realizada a partir das aulas de Filosofia sobre a importância do trabalho à luz do pensamento hegeliano, e verificar as possibilidades de análise da relação do mundo do trabalho e os jovens estudantes do terceiro ano do ensino médio, no que tange aos seus aspectos sobre o trabalho na educação do homem dentro da filosofia do trabalho. O refletir filosófico da concepção do trabalho para os seres humanos permite a visualização da passagem do que é material para a compreensão de si mesmo e do outro. Na obra Fenomenologia do Espírito, Hegel expõe sistematicamente como
a consciência se apresenta na sociedade moderna e como o espírito livre expressa o seu saber, exteriorizando-o na cultura material e imaterial na constante formação na própria história da humanidade. Para compreender o trabalho na complexidade da sociedade contemporânea globalizada, é necessário entender o trabalho e sua essência fundamental para a existência humana, uma vez que, quando o homem modifica a natureza, transforma a si mesmo. Na referida obra o filósofo apresenta a parábola do Senhor e do Escravo, em que duas consciências buscam o reconhecimento da consciência-de-si e caminham para o reconhecimento da consciência-para-si. O trabalho então, é entendido como a mediação que
supera o individualismo e registra refletidamente sua característica naquilo que era apenas natureza, traduzindo essa intencionalidade em cultura (Bildung). Nessa visão civilizatória do processo de humanização do ser, as autonomias são preservadas a partir da valorização do trabalho, da produção coletiva. A partir do trabalho o homem é capaz de projetar-se, idealizando objetos, ou seja, o trabalho possui uma finalidade. Logo, o trabalho age sobre a natureza das coisas e na natureza das relações entre os sujeitos, e, ao mesmo tempo em que o ser humano se autoproduz pelo trabalho surgem contradições que perpassam esse processo. O processo de ensino e aprendizagem filosófico que ocorreu dentro de sala, externou-se a partir de eventos promovidos pela instituição escolar e ofertados para a comunidade interna (estudantes do ensino médio, professores, funcionários e pais dos estudantes) e comunidade externa (convidados, professores e estudantes de outras redes de ensino). Assim, com o intuito de entendimento dessa relação trabalho e o mundos dos homens, finaliza-se com pesquisa quantitativa-qualitativa a partir da qual pode-se inferir acerca da práxis humana, que abrange alguns aspectos da vida em sociedade. |
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| A IDEIA DE FORMAÇÃO CULTURAL (BILDUNG) NO JOVEM-NIETZSCHE ENQUANTO PRÁTICA DIDÁTICA DO FILOSOFAR: REFLEXÕES PARA O PROFESSOR DE ENSINO MÉDIO DE ESCOLA PÚBLICA |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
25/08/2021 |
| Área |
FILOSOFIA |
| Orientador(es) |
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Antonio Edmilson Paschoal
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
- Ricardo Pereira de Melo
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| Resumo |
Nessa dissertação buscamos construir um itinerário pedagógico e filosófico nas obras do chamado ‘jovem-Nietzsche’ cujo objetivo é diagnosticar e propor sua maneira de filosofar denominada genealógica enquanto possível método de ensino para o professor de filosofia no ensino médio de escola pública; também comparamos criticamente os conjuntos de habilidades e competências exigidos por meio de documentos oficiais a este profissional em contraste com o entendimento de Educação para Nietzsche expressado pelo conceito de Formação Cultural (Bildung). Desse modo, nossa interpretação fundamentada por revisão bibliográfica e análise documental identifica que tal método no ‘jovem-Nietzsche’ estrutura-se por dois caminhos: da educação estética (formação da sensibilidade) e da educação filosófica (avaliação e interpretação crítica de valores).
Palavras-chave: jovem-Nietzsche; formação cultural; método; genealogia.
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| VALORES DA JUSTIÇA RESTAURATIVA E A PRÁTICA NO ENSINO DE FILOSOFIA EM SALA DE AULA |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
04/06/2021 |
| Área |
ÉTICA |
| Orientador(es) |
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- ALVARO JOSÉ VEDOVATI GARCIA
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| Banca |
- Luciano Carlos Utteich
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
- Ricardo Pereira de Melo
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| Resumo |
A Justiça Restaurativa é um tema relativamente novo no Brasil que vem sendo cada vez mais estudado e aplicado em diversas esferas, como a educação, violência doméstica, indígenas, sistema prisional e sistema judiciário. A presente dissertação visa contribuir para a disseminação desta teoria e prática nas Escolas da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul, partindo da sua relação com a Filosofia. Assim, este trabalho busca conceituar o tema com base na revisão bibliográfica sobre o assunto e dialogando com a Filosofia Kantiana. A defesa de Kant de que a moralidade deve ter validade universal traz grande contribuição para os procedimentos da Justiça Restaurativa, pois é uma referência sobre a ética, a moral e a justiça que estão correlacionadas com os valores refletidos em todas as práticas restaurativas realizadas. A Justiça Restaurativa é um novo modelo de justiça voltado para as situações prejudicadas pela existência da violência. Valoriza a autonomia e o diálogo, criando oportunidades para que as pessoas envolvidas no conflito (autor e receptor do fato, familiares e comunidade) possam dialogar e entender a causa real do conflito, objetivando restaurar a harmonia e o equilíbrio entre todos. A ética restaurativa é de inclusão e de responsabilidade social e promove o conceito de responsabilidade ativa. O maior ponto de contato entre as práticas restaurativas é a mudança de percepção em relação ao conflito, com a inclusão, que decorre do direito de pertencer, a igualdade, a dignidade da pessoa humana, o que possibilita a reconciliação e abre o caminho para a paz, possibilitando, por sua vez, a construção de um ambiente escolar com uma convivência mais harmoniosa. Levando em consideração minha prática somada ao embasamento teórico descrito, observa-se a necessidade de ampliação dessa prática na Rede Estadual de Ensino (REE) de Mato Grosso do Sul, considerando que hoje somente cinco escolas são atendidas com o programa. O resultado auferido nas escolas com o aporte da Justiça Restaurativa articulado com os demais projetos pedagógicos desenvolvidos na Escola Estadual Lino Villachá no percurso dos últimos anos (2017-2019) aponta resultados que merecem atenção no sentido da formação do ser humano para o relacionamento correto consigo mesmo, com o outro, com o meio ambiente e com o mundo. Como produto deste trabalho, foi criado uma Cartilha direcionado às escolas enfatizando como receber adolescentes e jovens que cumprem medidas socioeducativas.
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| O mito alegórico como fonte de sensibilização para filosofar: a fábula educativa em Platão e Harry Potter |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
31/08/2020 |
| Área |
FILOSOFIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- FERNANDA LAIS DA SILVA CARNEIRO DOS SANTOS
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| Banca |
- Gerson Pereira Filho
- Maira de Souza Borba
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
- Ricardo Pereira de Melo
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| Resumo |
Essa dissertação pretende mostrar uma fonte de sensibilização para o filosofar com o objetivo de despertar o interesse dos mais jovens. Utilizando para isso o filosofar pela metáfora, pela alegoria, pela fantasia e pelo mito. Alguns pensadores conceituados fazem uso do mito alegórico como filosofia metafórica, ou seja, o mito (ou parte dele) pode não estar tão separado do logos, como falam os manuais de filosofia. Essa dissertação quer retomar, que até mesmo o maior representante da tradição clássica e supostamente crítico da mitologia, Platão, não rompe totalmente com o mito, ao contrário, os personagens de sua obra o utilizam para levantar reflexões filosóficas e o fazem com grande êxito. Se o caminho tradicional do discurso já está sendo desenvolvido e explorado há muito tempo, talvez possamos pegar uma “nova rota”, ou melhor, renovar uma velha rota. Por trás de livros que parecem simples “historinhas”, como por exemplo, a saga Harry Potter, é possível ver representações que trazem reflexões filosóficas de modo análogo e com espontaneidade, que transformam a maneira de ver a vida de muitos dos seus leitores. É possível então que a autora J.K Rowling se utilize dos mesmos meios que Platão? Por intermédio da pesquisa teórica e desenvolvimento da parte prática através da utilização de trechos de filmes e jogos didáticos baseados em Harry Potter e na filosofia por detrás das páginas e cenas, foi introduzido o diálogo da filosofia presente na saga, sendo ela uma espécie de representante contemporânea do mito alegórico como um caminho para o ensino. O produto final é um roteiro das aulas, efetuadas durante a aplicação da parte prática, para iniciar essas aulas foi criado um jogo didático. Também foi iniciado um canal de vídeos sobre o assunto, como material complementar. |
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| O USO DE ESPAÇOS PÚBLICOS NO ENSINO DE FILOSOFIA |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
22/07/2020 |
| Área |
FILOSOFIA BRASILEIRA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
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| Resumo |
A presente dissertação é o resultado da pesquisa de mestrado que teve por objeto a utilização
dos espaços públicos como recurso didático para o ensino de Filosofia no Ensino Médio,
visando despertar no aluno o interesse pela disciplina, daí o tema “O uso de espaços públicos
no ensino de Filosofia: uma experiência a partir de Montesquieu”. A hipótese levantada foi a
de que o uso dos espaços públicos no ensino de Filosofia pode contribuir na superação do
desinteresse do estudante pelo ensino de Filosofia em sala de aula. O lugar da pesquisa foi
uma escola da rede pública de ensino do Estado do Paraná, com recorte geográfico ao
munícipio de Foz do Iguaçu, local em que o autor deste trabalho exerce docência em
Filosofia; e recorte temático para a separação dos poderes em Montesquieu. A metodologia
constou de pesquisa bibliográfica, implementação da proposta, aplicação de questionário,
avaliação dos resultados e produção de um produto final na forma de uma sequência didática.
Os resultados encontrados apontaram que o uso de espaços públicos no ensino de Filosofia
desperta no estudante um interesse maior para o conteúdo a ser trabalhado no ambiente
escolar, logo, acredita-se que a pesquisa pode nortear a prática docente dos professores de
Filosofia a partir do uso de espaços públicos, objetivando a promoção de uma prática docente
que chame a atenção do aluno para a Filosofia e crie nele uma empatia pelos temas, conteúdos
e filósofos a serem estudados na escola. |
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| O uso dos espaços públicos no ensino de filosofia |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
22/07/2020 |
| Área |
FILOSOFIA BRASILEIRA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Heitor Romero Marques
- Jose Carlos da Silva
- Ricardo Pereira de Melo
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| Resumo |
A presente dissertação é o resultado da pesquisa de mestrado que teve por objeto a utilização
dos espaços públicos como recurso didático para o ensino de Filosofia no Ensino Médio,
visando despertar no aluno o interesse pela disciplina, daí o tema “O uso de espaços públicos
no ensino de Filosofia: uma experiência a partir de Montesquieu”. A hipótese levantada foi a
de que o uso dos espaços públicos no ensino de Filosofia pode contribuir na superação do
desinteresse do estudante pelo ensino de Filosofia em sala de aula. O lugar da pesquisa foi
uma escola da rede pública de ensino do Estado do Paraná, com recorte geográfico ao
munícipio de Foz do Iguaçu, local em que o autor deste trabalho exerce docência em
Filosofia; e recorte temático para a separação dos poderes em Montesquieu. A metodologia
constou de pesquisa bibliográfica, implementação da proposta, aplicação de questionário,
avaliação dos resultados e produção de um produto final na forma de uma sequência didática.
Os resultados encontrados apontaram que o uso de espaços públicos no ensino de Filosofia
desperta no estudante um interesse maior para o conteúdo a ser trabalhado no ambiente
escolar, logo, acredita-se que a pesquisa pode nortear a prática docente dos professores de
Filosofia a partir do uso de espaços públicos, objetivando a promoção de uma prática docente
que chame a atenção do aluno para a Filosofia e crie nele uma empatia pelos temas, conteúdos
e filósofos a serem estudados na escola. |
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| "Ética e Esporte: uma introdução prática à virtude moral aristotélica" |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
28/02/2020 |
| Área |
FILOSOFIA BRASILEIRA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- EVERALDO SEBASTIÃO FERREIRA MARTINS
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| Banca |
- Cristina de Souza Agostini
- Jose Carlos da Silva
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
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| Resumo |
A pesquisa teve por objetivo analisar a relação entre o ensino de filosofia e a prática esportiva escolar em particular a análise e o desenvolvimento de virtudes morais aristotélicas em alunos atletas. Os dados foram coletados por meio de levantamento e análise do desempenho escolar de alunos atletas junto aos professores de Educação Física. Verificou-se um bom desempenho escolar de alunos atletas tanto na questão de notas quanto na comportamental destacando uma melhor capacidade em lidar com os problemas e demandas apresentadas no decorrer do ano letivo, demonstrando uma maior capacidade de interação principalmente durante as atividades esportivas.Maior independência e autonomia. Conclui-se que, a prática esportiva escolar no campo investigado, ou seja, daqueles alunos atletas, favorece a aprendizagem e o desenvolvimentos das virtudes morais. E que através de uma proposta de interdisciplinaridade entre as aulas de educação física e a de filosofia pode favorecer o melhor desempenho e o desenvolvimento de virtudes dentro do ambiente escolar. |
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| "Valores democráticos e elaboração de conceitos : Tocqueville e Deleuze nas aulas de filosofia" |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
28/02/2020 |
| Área |
FILOSOFIA BRASILEIRA |
| Orientador(es) |
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Ester Maria Dreher Heuser
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
- Ricardo Pereira de Melo
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| Resumo |
RESUMO
Este trabalho teve como objeto apresentar a filosofia compreendida como criadora de conceitos, em Deleuze, e como a partir desta perspectiva, pode auxiliar na discussão dos valores democráticos nas aulas de filosofia. Por meio de uma experiência prática em sala de aula, mostra como a atividade filosófica permite a constituição de cidadãos mais críticos através das práticas argumentativas. O texto discute dois elementos: A noção do ensino de filosofia como atividade filosófica de criação de conceitos e os conceitos em Tocqueville de: igualdade de condições, a relação igualdade - liberdade, a tirania da maioria e a importância da vida associativa. E apresenta processos argumentativos no produto elaborado (aqui entendidos como as diferentes situações didáticas onde o aluno é levado a discutir, debater e expor com justificativas suas ideias) nas aulas de filosofia. O resultado visa propor uma sequência didática. A análise e os resultados desta prática serão apresentados como um adendo à proposta curricular, para o ensino de filosofia, da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul, pois a mesma não contempla os autores abordados. O que poderia, assim, nortear o trabalho de outros profissionais da mesma área de ensino.
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| "Identidade e alteridade na perspectiva de Martin Buber: uma análise sobre os paraguaios na cidade de Jardim e suas relações em sala de aula" |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
05/12/2019 |
| Área |
ÉTICA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- PEDRO RAMÃO ROJAS CORONEL
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| Banca |
- Jose Carlos da Silva
- Luciane Pinho de Almeida
- Ronaldo Amaral
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| Resumo |
O presente trabalho tem por objetivo disponibilizar um aplicativo digital em formato de sequência didática para o ensino de Filosofia, utilizando os passos metodológicos propostos por Silvio Gallo, baseados nos modos de relação Eu-Tu e Eu-Isso preconizados por Martin Buber, no intuito de ser um recurso que auxilie professores da educação básica, especialmente de Filosofia, à possibilidade de uma reflexão Filosófica acerca da discriminação existente sobre os paraguaios a partir de uma ontologia da relação. Pretende-se também examinar sobre a origem do preconceito estabelecido, a simbolização do outro e a construção da alteridade em região de fronteira, mais especificamente na cidade de Jardim e Naviraí do estado do Mato Grosso do Sul e demonstrar campos de constituições integradoras, baseada na dialogicidade para o reconhecimento da diferença e a sua comunicação, e se torne um fenômeno para a consciência dos educandos moldando suas práticas relacionais, contribuindo para a formação do seu caráter independente, e contribua na sua autoavaliação sobre os casos concretos de suas ações, almejando uma cultura de solidariedade. |
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| Como ensinar Marx no Ensino Médio: aulas introdutórias ao Método de Marx |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
31/10/2019 |
| Área |
FILOSOFIA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Jadir Antunes
- Maria Lucia Paniago Lordelo Neves
- Ricardo Pereira de Melo
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| Resumo |
O objetivo do trabalho é demonstrar como se pode trabalhar os conceitos marxistas para explicar situações de análise e crítica. Isto requer uma metodologia que ajude na compreensão dos conceitos ao mesmo tempo em que se evita demonstrar que se trata de um método único |
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| As Ferramentas de comunicação das redes sociais como apoio às aulas de Filosofia no Ensino Médio |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
30/04/2019 |
| Área |
FILOSOFIA |
| Orientador(es) |
- Erickson Cristiano dos Santos
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Erickson Cristiano dos Santos
- Jose Carlos da Silva
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
- Sílvio César Moral Marques
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| Resumo |
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| O Diálogo platônico à luz da poética de Aristóteles: a prática da escrita literária no ensino de filosofia |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
30/04/2019 |
| Área |
FILOSOFIA |
| Orientador(es) |
|
| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Arnaldo Pinheiro Mont'Alvão Júnior
- Erickson Cristiano dos Santos
- Jose Carlos da Silva
- Stefan Vasilev Krastanov
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| Resumo |
A presente dissertação de mestrado trata de uma metodologia de ensino de filosofia que visa incorporar a prática da escrita literária no cotidiano de alunos de ensino médio. Tal abordagem metodológica tem como fundamento uma reinterpretação dos diálogos de Platão como obras de ficção literária e como marcos do nascimento daquilo que mais tarde veio se chamar romance. Este passo é dado com o respaldo de Emily Wilson que em sua obra A morte de Sócrates afirma categoricamente que Sócrates é o primeiro personagem de romance. Nesta perspectiva, a mudança operada por Platão nas formas estilísticas da escrita de seu tempo cria, substituindo o discurso ritmado e rimado da poesia por um discurso lógico e histórico em prosa, uma nova arte poética, menos sedutora e mais esclarecedora, mas, ainda, catártica e verossímil, elementos que, segundo Aristóteles, são próprios de toda arte poética. Tal interpretação dos diálogos platônicos coloca a possibilidade de incorporar a ficção literária no ensino de filosofia com o objetivo de esclarecer conceitos que são incorporados em uma vivência dramática fictícia. Os conceitos são pensados e compreendidos em uma relação com os desafios do mundo da vida que o personagem tem, no caso, o próprio aluno, de enfrentar. O instrumento de análise escolhido foi um Diário de gravidez onde o aluno narra uma gravidez precoce: meninos engravidaram alguém, meninas estão grávidas. As dificuldades enfrentadas neste contexto dramático são relacionadas com a história da filosofia e é solicitado do aluno que cite, em algum momento do diário, o pensamento de algum filósofo a fim de jogar luz sobre estas dificuldades. Os resultados da aplicação dessa metodologia confirmam a sua eficácia com algumas restrições. É um método que exige tempo para que o professor possa avaliar com clareza os diários dos alunos. Em média os alunos escrevem entre 5 e 10 páginas originais. Alguns deles podem apresentar talento nato para a escrita e devem ser estimulados a continuar escrevendo. O ambiente, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul, onde a pesquisa foi realizada fez toda a diferença na qualidade dos trabalhos dos alunos. |
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| O Imperativo categórico kantiano e sua aplicabilidade em sala de aula |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
17/04/2019 |
| Área |
FILOSOFIA |
| Orientador(es) |
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
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| Banca |
- Erickson Cristiano dos Santos
- Heitor Romero Marques
- Jose Carlos da Silva
- Ricardo Pereira de Melo
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| Resumo |
A presente dissertação tem como objetivo desenvolver uma sequência didáticapor meio de um estudo de caso que possa despertar nos alunos do Ensino Médio uma consciência ética a partir do Imperativo Categórico kantiano.A dissertação está dividida em quatro capítulos. No capítulo Iinvestiga a lei moral kantiana como fundamento da razão prática, tendo como base as obrasFundamentação da Metafísica dos Costumese a Crítica da razão prática. No capítulo II aborda o ensino de filosofia no Ensino dentro de uma perspectiva kantiana a partir de seu texto Resposta à pergunta: o que é o esclarecimento? No capítulo 3 é abordado o estudo de caso como estratégia metodológica da pesquisa. Por fim, no capítulo 4 é apresentado o produto dessa dissertação, uma sequência didática da aplicabilidade o Imperativo Categórico kantiano em sala de aula. |
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| Invenção versus Erudição: uma metodologia de ensino baseada no tripé metodológico - incômodo, leitura virgem e interdisciplinaridade |
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| Curso |
Mestrado em Filosofia |
| Tipo |
Dissertação |
| Data |
16/04/2019 |
| Área |
FILOSOFIA |
| Orientador(es) |
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
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| Coorientador(es) |
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| Orientando(s) |
- VERA LÚCIA TEIXEIRA KRASTANOV
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| Banca |
- Ester Maria Dreher Heuser
- Marta Rios Alves Nunes da Costa
- Ricardo Pereira de Melo
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| Resumo |
O presente estudo tem como intuito de trazer à luz os principais problemas do ensino de filosofia que se resumem em três, a saber: como atrair a atenção dos alunos para a filosofia?; como torná-los agente da sua propria formação?; como sanar as deficiências de outros conhecimentos necessários para a compreensão da filosofia?; e, a partir destes problemas, criar uma possível proposta metodológica, inspirada em alguns conceitos de Foucault, tais como: disciplinamento e controle, subjetividade, cuidado de si, poder, verdade política, entre outros, que coadunam com o nosso intuito de colocar uma clara distinção entre saber erudição, que vigora nas instituições escolares e estimula a reprodução, e a nossa proposta de saber invenção, que, ao nosso ver, abre as possibilidades de um pensamento criativo e crítico para o ensino de filosofia. Esta nova proposta consiste em um tripé metodológico, a saber: O incômodo, cuja missão constitui em atrair a atenção dos alunos para a discussão filosófica. A leitura virgem de textos filosóficos, por sua vez, assume a importância de matéria prima para construção de novas perspectivas e embasamento do pensamento crítico. Por fim, a interdisciplinaridade tem como objetivo de alargar a cultura geral e tornar mais fácil a compreensão do ensino de filosofia. |
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