Mestrado em Saúde da Família

Atenção! O edital referente ao processo seletivo e arquivos pertinentes ao curso estão disponíveis no site do curso.
Os resultados dos processos seletivos serão divulgados no site do curso.

Trabalhos

Trabalhos Disponíveis

TRABALHO Ações
Inserção do Telessaúde Brasil Redes na estratégia de saúde da família em Mato Grosso do Sul
Curso Mestrado em Saúde da Família
Tipo Dissertação
Data 16/04/2015
Área SAÚDE COLETIVA
Orientador(es)
  • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Michele Batiston Borsoi
    Banca
    • Érika Kaneta Ferri
    • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
    • Maria Cristina Abrão Nachif
    • Sandra Maria do Valle Leone de Oliveira
    Resumo O Telessaúde Brasil Redes é um programa do Ministério da Saúde que utiliza tecnologias de informação e comunicação aplicadas à saúde com oferta de serviços de teleassistência e tele-educação. Visando o fortalecimento da atenção primária em saúde e aumento da resolutividade das equipes de saúde da família foi implantado no Brasil em 2007 e em Mato Grosso do Sul em 2010. O objetivo do trabalho foi conhecer o uso do programa Telessaúde Brasil Redes pelas equipes de saúde da família de Mato Grosso do Sul. Trata-se de um estudo observacional de caráter retrospectivo, que analisou os dados dos Relatórios de Gestão de 2010 à 2014 e do sistema de registro de teleconsultorias. Identificou a evolução de profissionais cadastrados no sistema do Telessaúde, as teleconsultorias realizadas de 2012 à 2014 por especialidade e as atividades de tele-educação. No período do estudo foi observado o aumento de profissionais cadastrados no sistema de teleconsultorias em 2012 (1528), em 2013 (2331) e em 2014 (2619). Todas as categorias profissionais tiveram aumento nos anos estudados e são usuários potenciais de todos os recursos do programa. O aumento significativo da categoria médica pode ter sofrido a influência do Programa Mais Médicos. No período do estudo foram realizadas 730 teleconsultorias distribuídas em 2012 (337), 2013 (214) e em 2014 (179). Os especialistas que mais responderam foram as seguintes áreas: enfermagem, obstetrícia, odontologia e ginecologia. Os conteúdos conforme as áreas foram concentrados nas clínicas básicas a fim de contribuir no aumento da resolutividade das equipes. As atividades de tele-educação ofertadas foram em temas do cotidiano das equipes de saúde da Família. Foram 45 atividades de tele-educação do tipo webconferência com duração média de 120 minutos cada (5400 minutos de atividades produzidas gravadas na galeria de vídeos do programa). Os resultados mostram o aumento de profissionais cadastrados, como potenciais usuários, mas com uma necessidade emergente de estímulo ao uso e ampla divulgação dos serviços ofertados pelo programa para que o aumento do quantitativo de profissionais cadastrados reflita no aumento na demanda de teleconsultorias e de todos os recursos do programa, para aumento da resolutividade local e qualificação de encaminhamentos. As ações de tele-educação, a modalidade mais ofertada foi a webconferência que mostrou uma potente ferramenta de educação permanente em saúde ao atualizar profissionais em seus locais de trabalho.
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    Caracterização epidemiológica dos hipertensos cadastrados no hiperdia do município de Itaquiraí - MS
    Curso Mestrado em Saúde da Família
    Tipo Dissertação
    Data 31/03/2015
    Área SAÚDE COLETIVA
    Orientador(es)
    • Rosangela da Costa Lima
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Eduardo Henrique Pereira Sandim
      Banca
      • Maria Gorette dos Reis
      • Patricia Moita Garcia Kawakame
      • Rosangela da Costa Lima
      • Sonia Maria Oliveira de Andrade
      Resumo A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma doença que apresenta importante impacto comprometendo a qualidade de vida da população, além de elevar os custos para o sistema público de saúde brasileiro. Os objetivos desta pesquisa foram caracterizar os usuários hipertensos cadastrados no programa Hiperdia do município de Itaquiraí, estado do Mato Grosso do Sul, verificar a completude das informações contidas na ficha do Hiperdia estudado, conhecer a prevalência de hipertensão em usuários cadastrados no Hiperdia e analisar a associação entre as variáveis sociodemográficas e a pressão arterial. Trata-se de um estudo descritivo, quantitativo. Foram analisadas informações de 719 fichas de cadastro do Hiperdia de quatro unidades de Estratégia Saúde da Família rurais e uma urbana do município estudado, no período de 2000 a 2013. Quanto à completude aproximadamente 100% das fichas apresentaram informações sobre idade (98%) e sexo (98,6%). As variáveis raça/cor (58,7%), escolaridade (57,7%), situação familiar conjugal (50,6%). Sobre as variáveis de saúde antecedentes familiares cardiovasculares tinha 92,4%, doença renal crônica (90,7%), diabetes mellitus tipo 1 (88,8%), diabetes mellitus tipo 2 e acidente vascular cerebral (91,0%), infarto agudo do miocárdio (88,9%), outras coronariopatias (87,8%), sobrepeso e obesidade e sedentarismo (88,6%), tabagismo (88,3%). A pressão arterial elevada esteve presente em 64,0% dos indivíduos. Predominou a faixa etária entre 55 a 70 anos (44,1%) e cerca de 30% dos usuários possuíam idade inferior a 55 anos, eram do sexo feminino (64,5%), da raça/cor branca (51,2%), tinham baixa escolaridade – não sabendo ler/escrever (34,7%) e alfabetizados (40,7%) e conviviam com companheira (o) e filho (s) (58,0%). Sobrepeso e obesidade foi registrado em 31,7% das fichas, sedentarismo em 29,2% e tabagismo em 19,4%. Menos de 10% dos hipertensos apresentaram outras morbidades. As características avaliadas não estiveram estatisticamente associadas com a pressão arterial elevada, demonstrado-se também neste estudo a importância da organização da atenção à HAS a nível municipal, tornando-se uma ferramenta de contribuição para os gestores e profissionais envolvidos na Estratégia Saúde da Família.
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      ATENÇÃO A SAÚDE DAS MULHERES COM EXAME DE COLPOCITOLOGIA ONCÓTICA ALTERADO
      Curso Mestrado em Saúde da Família
      Tipo Dissertação
      Data 17/03/2015
      Área SAÚDE COLETIVA
      Orientador(es)
      • Ana Rita Barbieri Filgueiras
      Coorientador(es)
        Orientando(s)
        • Ana Cristina Bortolasse de Farias
        Banca
        • Ana Rita Barbieri Filgueiras
        • Edson Mamoru Tamaki
        • Luiza Helena de Oliveira Cazola
        • Mara Lisiane de Moraes dos Santos
        Resumo O câncer de colo uterino é um problema de saúde pública porque compromete a saúde de um
        significativo número de mulheres. Estima-se que em 2.030, haja 27 milhões de casos
        incidentes de câncer, 17 milhões de mortes e 75 milhões de pessoas com a doença. Este
        estudo objetivou identificar e analisar a rede de atenção à saúde das mulheres com resultado
        do exame de colpocitologia oncótica e discutir os fluxos assistenciais existentes na atenção
        primária, especializada e hospitalar para o tratamento de lesões do colo uterino. Trata-se de
        um estudo transversal, tendo como cenário os municípios que compõem a microrregião de
        saúde de Nova Andradina, Mato Grosso do Sul. Foi realizada uma pesquisa em diferentes
        sistemas de informações e os dados primários foram coletados nos meses de janeiro a abril de
        2014, por meio de entrevistas semi-estruturadas, com 51 profissionais que atendem a mulher
        nos diferentes pontos assistenciais da rede. Os resultados foram analisados por meio de
        estatística descritiva. Dentre os principais resultados foi evidenciada a existência dos pontos
        de atenção e procedimentos em conformidade com a Diretriz Brasileira de Rastreamento do
        Câncer do Colo do Útero; o despreparo dos profissionais da atenção básica para prestar a
        assistência que compete a este nível; falta de comunicação entre os pontos de atenção;
        ausência de contra referência e o não monitoramento da mulher quando encaminhada. A
        rotina para os encaminhamentos é feita de diferentes formas sem um protocolo instituído e há
        dificuldades para agendar consultas e exames complementares. Na atenção especializada,
        conclui-se que a oferta da assistência é menor que a demanda, há falta de material e
        equipamentos para exames complementares e é frequente o não comparecimento de mulheres
        agendadas. Coordenadores municipais doPrograma de Saúde da Mulher não registram
        resultados dos exames. A partir desses resultados conclui-se que apesar de existir pontos de
        atenção à saúde da mulher com diagnóstico de patologia cervical, há falhas na organização da
        rede o que compromete o seguimento e assistência às mulheres que precisam de intervenção.
        A falta de um sistema de comunicação formalmente instituído entre os pontos assistenciais e
        serviços de regulação é um problema relevante e é preciso estabelecer rotinas de comunicação
        compartilhadas e protocolos de regulação para assegurar a integração. Os resultados da
        pesquisa serão encaminhados aos gestores que podem, a partir das evidências encontradas
        definirem ações educativas junto aos profissionais envolvidos nas rotinas e protocolos;
        instituírem processos de comunicação inter e intra municipais conferindo eficácia ao sistema
        de regulação e monitoramento; e pactuarem uma oferta de serviços adequada à demanda.
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        Assessment of Chronic Illness Care - ACIC: avaliação do instrumento na Estratégia Saúde da Família
        Curso Mestrado em Saúde da Família
        Tipo Dissertação
        Data 12/03/2015
        Área SAÚDE COLETIVA
        Orientador(es)
        • Luiza Helena de Oliveira Cazola
        Coorientador(es)
          Orientando(s)
          • Karine Cavalcante da Costa
          Banca
          • Ana Rita Barbieri Filgueiras
          • Edson Mamoru Tamaki
          • Luiza Helena de Oliveira Cazola
          • Renata Palopoli Picoli
          Resumo Esse estudo teve por objetivo avaliar o instrumento Assessment of Chronic Illness
          Care (ACIC) mediante as diretrizes da Rede de Atenção à Saúde (RAS) quanto à
          atenção às condições crônicas na Estratégia Saúde da Família em Campo Grande,
          Mato Grosso do Sul. As condições crônicas figuram entre as principais causas de
          morbimortalidade no mundo, situação encontrada no Brasil e em Mato Grosso do
          Sul. O modelo de atenção desenvolvido não dá conta das especificidades destas
          condições, necessitando transformação do processo de trabalho realizado pelos
          serviços de saúde, principalmente na Atenção Primária à Saúde. Para tanto,
          pretendeu-se identificar relações entre o ACIC com os elementos constitutivos da
          RAS, o que permitiu discutir a pertinência do ACIC, à luz do referencial teórico
          proposto e adotado para organizar os fluxos assistenciais. Também analisou-se a
          aplicação do instrumento ACIC junto à 30 profissionais de cinco equipes da
          Estratégia de Saúde da Família (ESF) urbanas existentes nos quatro distritos
          sanitários na capital do Mato Grosso do Sul. Os resultados demonstraram que todas
          as dimensões do instrumento ACIC relacionaram-se com os elementos constituintes
          da RAS. Quanto à aplicação do instrumento, as cinco equipes de ESF avaliadas,
          consideraram sua capacidade para atenção às condições crônicas como razoável,
          sendo o sistema de informação clínica a principal fragilidade e o desenho do sistema
          de prestação de serviços de saúde, dimensão a qual atribuiu-se a maior nota.
          Também constatou-se a dificuldade em relação à compreensão de alguns conceitos
          importantes para a atenção às condições crônicas pelos profissionais. A partir dos
          resultados obtidos nesse estudo é possível concluir que o instrumento ACIC pode
          ser uma importante ferramenta voltada para a organização da atenção às condições
          crônicas, por ser factível quanto a sua aplicação, e permitir conhecer os processos
          de trabalho em equipe e compreender sua relação com a atenção às condições
          crônicas, além de ser aplicável para diferentes sistemas de saúde. Sua utilização na
          análise de cada dimensão pode propiciar uma reflexão dos profissionais acerca de
          seus processos de trabalho e destacar os pontos fortes desenvolvidos pela equipe e
          os que precisam ser aprimorados. Recomenda-se prosseguir com este estudo
          avaliando a percepção dos usuários quanto à qualidade do cuidado prestado pelos
          profissionais da equipe.
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          Educação permanente e sua interface com a atenção primária na região de saúde de Dourados/MS
          Curso Mestrado em Saúde da Família
          Tipo Dissertação
          Data 22/12/2014
          Área SAÚDE COLETIVA
          Orientador(es)
          • Joel Saraiva Ferreira
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Flavia Claudia Krapiec Jacob de Brito
            Banca
            • Ana Rita Barbieri Filgueiras
            • Crhistinne Cavalheiro Maymone Goncalves
            • Joel Saraiva Ferreira
            • Luiza Helena de Oliveira Cazola
            Resumo No Brasil, a formação profissional na área da saúde ainda é constituída de processos pedagógicos arraigados no modelo médico-assistencialista, com acentuado destaque para aquisição de conhecimentos técnico-científicos, associados a métodos diagnósticos e terapêuticos. Quando o profissional, formado nesse contexto, se insere no campo de atuação prática da saúde pública, depara-se com um sistema de saúde que preconiza a atenção primária, por meio da estratégia de saúde da família, como a ordenadora de todos os níveis de atenção, o que requer competências profissionais que não se restringem àquelas comumente obtidas na formação inicial da graduação. Nesse sentido, a política de educação permanente em saúde se apresenta como um importante mecanismo para superar possíveis dificuldades relacionadas à formação e atuação dos profissionais de saúde. Considerando tal circunstância, o presente estudo foi desenvolvido com o objetivo de analisar a implementação da política de educação permanente na região de saúde de Dourados-MS e sua interação com a atenção primária. Para isso, realizou-se uma pesquisa documental com desenho quantitativo, descritivo, seccional, baseada em dados secundários do período de 2008 a 2013. A fonte de dados para as análises realizadas foram 72 atas da Comissão Intergestores Regionais (CIR) da região de saúde de Dourados-MS e 42 atas da Comissão Permanente de Integração Ensino-Serviço (CIES), além dos Relatórios Técnicos da Escola de Saúde Pública e da Escola Técnica do SUS, ambas vinculadas à Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul. Os resultados do estudo indicaram que no período estudado foram desenvolvidos 15 projetos vinculados à política de educação permanente em saúde no estado de Mato Grosso do Sul, por meio dos quais vários cursos foram destinados à região de saúde de Dourados e, destes, 40% voltados à atenção primária e 60% voltados à atenção especializada e/ou gestão. Destaca-se, nesse sentido, a microrregião de Ponta Porã, que apesar de ter o menor número absoluto de municípios, foi contemplada com o maior número de cursos. Já o maior número total de profissionais contemplados ficou com a microrregião de Dourados, que agrega, proporcionalmente, o maior número de profissionais de saúde da região estudada. Em relação à evasão dos cursos oferecidos, chamou a atenção o elevado percentual dessa situação (20,5%), uma vez que a maioria desses cursos ocorreu no município sede das microrregiões, exatamente como uma estratégia de descentralização e potencialização dos processos formativos no SUS. Por fim, concluiu-se que existe a evidente necessidade de elaboração de estratégias para adequação do processo de trabalho para desenvolver a política de educação permanente em saúde nas microrregiões que compõem a região de saúde de Dourados-MS, especialmente quando o objeto dessas ações é a atenção primária à saúde.
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            Mudanças no processo de trabalho de egressos de um curso de especialização em saúde da família
            Curso Mestrado em Saúde da Família
            Tipo Dissertação
            Data 17/12/2014
            Área SAÚDE COLETIVA
            Orientador(es)
            • Alessandro Diogo de Carli
            Coorientador(es)
              Orientando(s)
              • Leika Aparecida Ishiyama Geniole
              Banca
              • Alessandro Diogo de Carli
              • Edilson Jose Zafalon
              • Maria Celina Piazza Recena
              • Raphael Augusto Teixeira de Aguiar
              Resumo A partir de 2010, atenção especial tem sido dada para ações de Educação Permanente em Saúde, com ênfase para as que se realizam no contexto da Saúde da Família. O objetivo desse estudo foi verificar a ocorrência de mudanças no processo de trabalho dos profissionais egressos de um Curso de Especialização em Saúde da Família. Trata-se de estudo quantitativo, seccional, com base em dados primários, desenvolvido no período de fevereiro a abril de 2014, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Participaram desse estudo 87 profissionais da Estratégia Saúde da Família, os quais responderam a um questionário em
              escala Likert e a questões objetivas que versaram sobre os atributos da Atenção Primária à Saúde (APS), comparando-os a antes e a depois do curso. Houve adequação das ações em todos os itens avaliados, com diferença estatisticamente significativa para todas as comparações (p<0,05, teste de Mann-Whitney). No entanto, somente a adequação de competências profissionais não é suficiente para responder às demandas apresentadas pela população. Pode-se concluir que o curso desencadeou mudanças significativas nos processos de trabalho.
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