Mestrado em Psicologia

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Trabalhos

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TRABALHO Ações
O campo amoroso e sua relação com a verdade nas teorias de Freud e Lacan
Curso Mestrado em Psicologia
Tipo Dissertação
Data 26/07/2013
Área PSICOLOGIA
Orientador(es)
  • Tiago Ravanello
Coorientador(es)
    Orientando(s)
    • Marisa de Costa Martinez
    Banca
    • David Victor Emmanuel Tauro
    • Tiago Ravanello
    • Vera Maria Pollo Flores
    Resumo O presente texto visa abordar o amor na teoria freudiana e lacaniana, sustentando a hipótese
    de que este pode ser defendido segundo o axioma lacaniano do inconsciente estruturado como
    uma linguagem. Assim, percorremos algumas das diferentes formas de aparição do conceito
    de amor na teoria freudiana e lacaniana e suas relações com os conceitos de transferência,
    processos econômicos, pulsão, narcisismo, sexualidade, metáfora, desejo, com o intuito de
    apontar sua estrutura enquanto campo de fenômeno com aproximações e afastamentos frente
    a estes conceitos. Mesmo levando em consideração a importância do amor nas teorias de
    Freud e de Lacan, nossa hipótese é que o estatuto conceitual do amor ficou em aberto, e para
    retomá-lo, utilizaremos a verdade como fio condutor de nosso tema. Deste modo, entendemos
    que o amor em psicanálise, não poderia ser tomado de forma isolada, mas sim, só poderíamos
    discorrer sobre o mesmo, levando em consideração uma rede conceitual na qual ele está
    inserido, isto é, suas relações com a sexualidade, pulsão, desejo e gozo. Nas categorias de
    estudo do tema empregadas no trabalho ressaltamos a presença da correlação entre amor, falta
    e significante e por consequência, a verdade, como uma espécie de denominador comum.
    Assim, conforme concluiremos, Lacan não descarta a soberania da linguagem ao final de seu
    ensino e, nesse sentido, a torna resposta a uma utilização de cunho naturalista. Com base
    nessa abordagem, encontramos correlações entre a concepção de amor e de verdade estudadas
    por Freud e Lacan, na medida em que há efeitos recíprocos na constituição de um fenômeno
    no outro.
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    O conceito de angústia nas teorias de Freud e Lacan e suas relações com a linguagem
    Curso Mestrado em Psicologia
    Tipo Dissertação
    Data 25/07/2013
    Área PSICOLOGIA
    Orientador(es)
    • Tiago Ravanello
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Isloany Dias Machado
      Banca
      • Alexandra Ayach Anache
      • Christian Ingo Lenz Dunker
      • David Victor Emmanuel Tauro
      • Tiago Ravanello
      Resumo Este trabalho sustenta a hipótese de que o conceito da angústia, assim como os demais conceitos da economia psíquica, podem ser abordados segundo o axioma lacaniano do inconsciente estruturado como uma linguagem. Com este intuito, percorremos as duas teorias freudianas da angústia, a primeira como afeto transformado a partir do recalque, e a segunda, pertencente à segunda tópica, da angústia como sinal que aponta para o recalque, ou seja, como causa deste. Em seguida, destacamos a questão da tradução do termo Angst e propusemos algumas possíveis aproximações e afastamentos do conceito de angústia com as descrições de transtorno de ansiedade presentes no DSM-IV-TR e na CID 10, com o objetivo de apontar para um resquício da utilização da terminologia freudiana nos manuais, apesar de sua proposta universalizante e descritiva, sem o uso de referências teóricas diretas. Ao contrário do apagamento do sujeito proposto pelos manuais, temos as conceituações lacanianas sobre angústia, sobretudo a partir do Seminário 10, como constitutiva da estruturação do sujeito. Dentro desta perspectiva, destacamos alguns aspectos da abordagem da angústia na teoria lacaniana, tomando-a como um afeto que não engana, ou seja, como norteadora da ação do analista. Além disso, destacamos as relações do conceito de angústia e objeto a, e buscamos, a partir dos conceitos de discurso do analista, discutir a atuação do psicanalista frente à angústia e seu surgimento na clínica.
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