Mestrado em Biologia Animal

Atenção! O edital referente ao processo seletivo e arquivos pertinentes ao curso estão disponíveis no site do curso.
Os resultados dos processos seletivos serão divulgados no site do curso.

Trabalhos

Trabalhos Disponíveis

TRABALHO Ações
Percepção de risco e tomada de decisão em Leptodactylus podicipinus (Cope, 1862) (Anura, Leptodactylidae)
Curso Mestrado em Biologia Animal
Tipo Dissertação
Data 22/02/2018
Área ZOOLOGIA
Orientador(es)
  • Nelson Rufino de Albuquerque
Coorientador(es)
  • Diego Jose Santana Silva
Orientando(s)
  • Guilherme Alexandre Sestito Dias
Banca
  • Ariovaldo Antonio Giaretta
  • Cynthia Peralta De Almeida Prado
  • Nelson Rufino de Albuquerque
  • Rhainer Guillermo Nascimento Ferreira
Resumo Dentre as fases da vida de um organismo, o período de reprodução é a fase que mais expõe
os indivíduos ao risco de predação. Nós estudamos a influência da maturação sexual na
tomada de decisão e distância de fuga em fêmeas de Leptodactylus podicipinus e
descrevemos suas respostas defensivas. Para saber como a maturação sexual influencia na
tomada de decisão e distância de fuga das fêmeas, geramos um risco de predação para
avaliar suas respostas nesse contexto. A tomada de decisão em fêmeas de L. podicipinus não
foi influenciada pelo estágio de maturação em que a fêmeas se encontravam. No entanto, o
estágio de maturação influenciou a distância de fuga adotada, que decresceu a medida que
as fêmeas se tornaram mais propensas a reproduzir. As respostas defensivas apresentadas
foram fuga e imobilidade; fuga apresentou quatro tipos de variações, na qual a variação de
um salto seguido de imobilidade foi a mais utilizada. O decréscimo da distância de fuga sugere
que as fêmeas menos propensas são mais alertas ao risco e provavelmente possuem uma
maior probabilidade de reprodução futura. A fuga, apesar de sua simples execução, é uma
resposta muito versátil, além de poder ser combinada a outros comportamentos, aumentando
a efetividade da defesa. A imobilidade é um comportamento que dificulta a localização da
presa, provavelmente, pela falta de movimento. Esse comportamento atrelado a coloração
críptica aumentam as chances da presa não ser percebida.
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    Análise filogenética do complexo Leptophis ahaetulla (Linnaeus, 1758) (Serpentes, Colubridae)
    Curso Mestrado em Biologia Animal
    Tipo Dissertação
    Data 22/02/2018
    Área ZOOLOGIA
    Orientador(es)
    • Nelson Rufino de Albuquerque
    Coorientador(es)
      Orientando(s)
      • Fernanda Martins dos Santos
      Banca
      • Giovanna Gondim Montingelli
      • Julia Klaczko
      • Nelson Rufino de Albuquerque
      • Paulo Gustavo Homem Passos
      • Sergio Roberto Posso
      • Vanda Lucia Ferreira
      Resumo Leptophis ahaetulla compreende um complexo atualmente constituído de nove subespécies amplamente distribuídas na região Neotropical. Apesar de estudos prévios sobre a análise morfológica, um número de questões relativas às relações entre as subespécies e espécies do gênero permanecem apenas parcialmente estabelecidas. Utilizamos 36 caracteres fenotípicos, sendo 18 destes contínuos, em uma análise de Máxima Parcimônia, a fim de reconstruir as relações intraespecíficas do grupo. Utilizamos as espécies Chironius carinatus, C. flavolineatus, Dendrophidion dendrophis e Mastigodryas bifossatus como grupos-externos. Em adição, fizemos outra análise de Máxima Parcimônia baseada em genes mitocondriais. Nesta última o relacionamento filogenético de quatro das nove subespécies foi testado com L. depressirostris, L. diplotropis, Chironius carinatus, C. flavolineatus, D. percarinatum e M. boddaerti. Os resultados obtidos na análise dos caracteres fenotípicos suportam fracamente as relações entre as subespécies. Apesar disso, a análise recuperou dois clados distintos congruentes com a atual distribuição do complexo. O número de dentes maxilares, palatinos e dentários compõem as sinapomorfias recuperadas sustentam o clado do complexo. A análise dos caracteres genotípicos suporta fortemente o clado das subespécies e L. coeruleodorsus. Embora as relações intraespecíficas parcialmente resolvidas, o monofiletismo foi recuperado em ambas as análises.
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        Hábitos alimentares de Moenkhausia intermedia (Eigenmann, 1908) e Moenkhausia sanctaefilomenae (Steindachner, 1907) (Characiformes: Characidae) do alto Rio Sucuriú, Mato Grosso do Sul
        Curso Mestrado em Biologia Animal
        Tipo Dissertação
        Data 20/02/2018
        Área ZOOLOGIA
        Orientador(es)
        • José Sabino
        Coorientador(es)
        • Maria Jose Alencar Vilela
        Orientando(s)
        • Josileide de Castro Santana
        Banca
        • Erica Maria Pellegrini Caramaschi
        • Fabio de Oliveira Roque
        • José Sabino
        • Katiane Mara Ferreira
        • Lilian Casatti
        • Lucélia Nobre Carvalho
        Resumo O objetivo deste estudo foi descrever a dieta de duas espécies de Characidae, Moenkhausia intermedia e Moenkhausia sanctaefilomenae, ocorrentes na área de influência de uma Pequena Central Hidrelétrica no alto Rio Sucuriú, localizado no estado de Mato Grosso do Sul. Deste modo, foram analisadas as variações sazonais, as mudanças na alimentação em relação ao tamanho dos indivíduos, a importância das presas e a estratégia alimentar na dieta destes peixes, além disso, foram avaliadas as mudanças na alimentação decorrentes do represamento do rio. As coletas foram realizadas entre outubro de 2005 a dezembro de 2015. Foram feitas coletas antes e após o represamento, na estação de chuva (março a outubro) e na estação da seca (abril a setembro). Foram analisados 394 indivíduos de Moenkhausia intermedia e 158 indivíduos de Moenkhausia sanctaefilomenae, utilizando a frequência de ocorrência, o método de pontos e o índice de importância alimentar. As amostras foram examinadas separadamente, antes e após o represamento, por estação (seca e chuva), por classe de tamanho e pela origem do alimento (autóctone, alóctone e indeterminada). Ao todo foram registradas 18 categorias alimentares para ambas as espécies em estudo. As categorias alimentares mais importantes na dieta das duas espécies foram Matéria orgânica e Partes de insetos. Diferenças significativas foram encontradas entre as duas classes de tamanho revelando mudanças na dieta entre os menores e os maiores indivíduos para as duas espécies. As análises do nMDS indicaram que nas estações de seca e chuva a espécie M. intermedia teve pequenas mudanças na diversidade dos itens alimentares, porém, houve um aumento no volume de alguns itens nos meses mais secos em relação aos meses de chuva, e que a dieta desta espécie foi bastante similar antes e após o represamento. Moenkhausia sanctaefilomenae também teve algumas variações na sua alimentação nos períodos estudados, com uma menor diversidade de itens na estação seca, e que houve uma dissimilaridade na dieta antes e após o represamento. Ambas as espécies podem ser consideradas onívoras com tendência a insetivoria, pois se alimentaram de diversos itens, e a grande maioria foram insetos. Os resultados indicaram que M. intermedia se habituou bem as mudanças sofridas pelo represamento, pois sua dieta foi bastante similar no pré e pós-represamento. Por outro lado, a dieta de M. sanctaefilomenae sofreu algumas variações após o represamento, indicando que a espécie não se ambientou muito bem as mudanças causadas pelo represamento. Podemos concluir que as duas espécies em estudo se comportaram de maneiras diferentes no ambiente modificado pela construção da barragem. Moenkhausia intermedia continuou se alimentando de forma bastante similar, o que não aconteceu para a espécie M. sanctaefilomenae, que houve uma diminuição na sua dieta.
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          Moscas (Diptera, Nycteribiidae e Streblidae) ectoparasitas de morcegos (Mammalia, Chiroptera) em remanescentes urbanos de Cerrado
          Curso Mestrado em Biologia Animal
          Tipo Dissertação
          Data 19/02/2018
          Área ZOOLOGIA
          Orientador(es)
          • Gustavo Graciolli
          Coorientador(es)
            Orientando(s)
            • Gustavo Lima Urbieta
            Banca
            • ANALIA GLADYS AUTINO
            • Elizabete Captivo Lourenço
            • Enrique Reyes Novelo
            • Erich Arnold Fischer
            • Gustavo Graciolli
            • Marcelo Oscar Bordignon
            Resumo O bioma Cerrado sofre constantes alterações por ações antrópicas e pela urbanização de modo geral. A fauna de morcegos e suas moscas ectoparasitas nesses ambientes é pouco inventariada e subamostrada. Além disso, as relações entre morcego-mosca nesses ambientes são pouco compreendidas. Pensando nisso, aqui nós realizamos três trabalhos em remanescentes urbanos de Cerrado: 1) - descrevemos a comunidade de morcegos e criamos uma lista atualizada de morcegos em Campo Grande, MS; 2) - descrevemos a comunidade de moscas ectoparasitas, as infracomunidades, a especificidade parasitária, a prevalência e intensidade média de infestação e 3) - estruturamos as relações morcego-mosca em nível de redes de interações ecológicas. Para os três trabalhos realizamos capturas de morcegos e coleta de moscas em três remanescentes urbanos no município de Campo Grande, MS. Utilizamos seis redes de neblina (6,0m x 3,0m). Os principais resultados foram: 1) - Capturamos 537 indivíduos pertencentes a 15 espécies. As espécies mais abundantes foram: Artibeus planirostris (35,01%, n = 188), Artibeus lituratus (16,76%, n = 90) e Myotis nigricans (13,78%, n = 74). Totalizamos 29 espécies de morcegos registradas para o município de Campo Grande distribuídas em três famílias e sete subfamílias. 2) – Coletamos 371 moscas ectoparasitas de 14 espécies. A prevalência de moscas ectoparasitas foi de 0,3 a 43,5% e a intensidade media de infestação de 1 a 12. Encontramos 16 infracomunidades em cinco espécies de morcegos. Em relação a especificidade, 65% das moscas estavam associadas a um único hospedeiro (monoxênicos). 3) – Encontramos redes altamente especializadas e modulares nas três áreas de estudo. Houve também similaridade entre a composição de espécies de morcego e mosca entre as áreas. Os valores das métricas não foram distintos entre as áreas. De modo geral, as interações morcegos-moscas são pouco influenciadas pelo grau de urbanização e cobertura vegetal remanescente.
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              Influência da idade de regeneração da vegetação na riqueza de formigas em uma área de cerrado
              Curso Mestrado em Biologia Animal
              Tipo Dissertação
              Data 15/02/2018
              Área ZOOLOGIA
              Orientador(es)
              • Ramon Jose Correa Luciano de Mello
              Coorientador(es)
              • Rodrigo Aranda
              Orientando(s)
              • Mariáh Leite Tibcherani
              Banca
              • Carla Rodrigues Ribas
              • Fabio de Oliveira Roque
              • FABRICIO BEGGIATO BACCARO
              • Paulo Robson de Souza
              • Ramon Jose Correa Luciano de Mello
              • ROGERIO ROSA DA SILVA
              Resumo A perda de habitat e a fragmentação de áreas naturais são as principais causas da perda da biodiversidade, afetando a riqueza, abundância e distribuição de espécies. Neste contexto, o Cerrado, com cerca de 2 milhões de km², encontra-se ameaçado devido, principalmente, a expansão da agricultura e pecuária. Tal expansão e degradação do Cerrado ameaça severamente o bioma e as espécies endêmicas, tornando necessário o monitoramento e as políticas para a futura prevenção do bioma. Considerando os problemas ambientais decorrentes da perda de habitat, métodos voltados para o monitoramento ambiental estão sendo utilizados através de bioindicadores. Assim, formigas tem sido utilizadas como bioindicadores de qualidade ambiental e funcionamento do ecossistema por estarem presentes tanto em áreas preservadas, quanto em áreas degradadas, por apresentarem grande abundância, complexidade estrutural, facilidade de amostragem e identificação e sensibilidade a alterações ambientais. Tais características permitem a verificação da qualidade ambiental através de respostas rápidas e facilmente interpretáveis.
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                Associações entre Bruquíneos (Chrysomelidae, Bruchinae) e Palmeiras (Arecaceae) na Serra da Bodoquena e no Pantanal sul: taxonomia dos estágios imaturos e DNA barcode
                Curso Mestrado em Biologia Animal
                Tipo Dissertação
                Data 31/08/2017
                Área ZOOLOGIA
                Orientador(es)
                • Gustavo Graciolli
                Coorientador(es)
                  Orientando(s)
                  • Urielton Martins Monteiro
                  Banca
                  • Adelita Maria Linzmeier
                  • Fabio de Oliveira Roque
                  • Jose Ricardo Miras Mermudes
                  • Ramon Jose Correa Luciano de Mello
                  • Sergio Ide
                  Resumo Chrysomelidae são besouros predominantemente desfolhadores, mas uma exceção ocorrendo no hábito
                  alimentar em Bruchinae, onde as larvas são brocas de sementes, atacando principalmente leguminosas e palmáceas,
                  conhecidos como bicho-do-coco e carunchos de várias outras sementes, causando grande prejuízo a cultura dessas
                  plantas. Os Bruchinae possuem uma dieta alimentar muito homogênea, pois as larvas de todas as espécies são
                  espermófagas, em geral, no ciclo de vida bruquíneos colocam os ovos sobre o fruto ou semente, após a eclosão dos
                  ovos, as larvas penetram em uma ou várias sementes e vagens. A maioria das espécies possui hábito diurno, com
                  algumas exceções, como os bruquíneos das palmeiras ( Arecaceae ), que aparentemente possuem hábito noturno. A
                  subtribo Pachymerina, composta por 21 espécies em quatro gêneros, sendo uma delas conhecida apenas pelo registro
                  fóssil. Ocorrendo a preferência entre os gêneros desses besouros por Arecaceae de determinados táxons, como tribos
                  e subfamílias. A relação entre Pachymerina e as palmeiras na região Neotropical tem sido estudada há décadas,
                  principalmente na América Central. Bondar, um naturalista de meados do século passado registrou pachymerinas para
                  o Brasil principalmente para a região Norte e Bahia. Já para o Brasil Central faltam informações sobre esses besouros,
                  com muitas lacunas a serem exploradas, e possivelmente espécies a serem descritas. Para os estágios imaturos de
                  Pachymerina, poucos trabalhos são encontrados e a morfologia dos ovos de Bruchinae foram raramente estudadas, no
                  Brasil as descrições resumem-se a poucas espécies predadoras de sementes de leguminosas. Desta forma, neste
                  trabalho fazemos uma compilação sobre as interações Pachymerina- Arecaceae registradas para o Brasil, e também
                  apresentamos novos dados de amostragem realizadas na região do Médio Taquari, Pantanal sul e Planalto da
                  Bodoquena no estado de Mato Grosso do Sul. No campo foram coletados frutos de palmeiras predados por bruquíneos
                  e em algumas exceções por adultos já vivendo fora do fruto. Os frutos foram levados para o laboratório para posterior
                  triagem e acompanhamento do desenvolvimento, obtendo assim tanto indivíduos imaturos quanto adultos.
                  Apresentamos também novos registros de interação com palmeiras para Pachymerus spp., Speciomerus spp., e uma
                  redescrição da morfologia dos ovos de Pachymerus nucleorum (Fabricius).
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                    Morfometria geométrica de opiliões subterrâneos do gênero Eusarcus na Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul (Opiliones: Gonyleptidae)
                    Curso Mestrado em Biologia Animal
                    Tipo Dissertação
                    Data 31/08/2017
                    Área ZOOLOGIA
                    Orientador(es)
                    • Gustavo Graciolli
                    Coorientador(es)
                      Orientando(s)
                      • Elisa Ferreira de Almeida Mello
                      Banca
                      • Abel Perez Gonzalez
                      • Alessandra Gutierrez de Oliveira
                      • Márcio Bernardino da Silva
                      • Marcos Ryotaro Hara
                      • Maria Elina Bichuette
                      Resumo Nove espécies de opiliões troglóbios do gênero Eusarcus Perty, habitantes de um complexo de cavernas situados na Serra da Bodoquena - MS, tiveram o escudo dorsal e a região das coxas fotografadas para estudos de morfometria geométrica. Encontramos um instrumento eficiente para detectar dimorfismos sexual dentro grupo e uma nova potencialidade de estudos taxonômicos para fêmeas de opiliões. Também, observamos valores de significância entre diferentes conjuntos de imagens para distância de Mahalanobis e apontamos sobreposições da forma e similaridades entre as espécies.
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                        Comunidades de insetos (Hexapoda) associados à massas fecais de equinos
                        Curso Mestrado em Biologia Animal
                        Tipo Dissertação
                        Data 26/05/2017
                        Área ZOOLOGIA
                        Orientador(es)
                        • Ramon Jose Correa Luciano de Mello
                        Coorientador(es)
                          Orientando(s)
                          • Mariana Castro da Costa e Almeida
                          Banca
                          • Alessandre Pereira Colavite
                          • Fernando Paiva
                          • Paula Fernanda Motta Rodrigues
                          • Paulo Robson de Souza
                          • Vera Cristina Silva
                          Resumo Diversos fatores podem influenciar a riqueza e composição das comunidades dos insetos coprófilos. Duas ordens que compõem as comunidades desses organismos se destacam em riqueza e abundância, Coleoptera e Diptera. Besouros desempenham importante papel na reciclagem de nutrientes, especialmente durante o ínstar larval. Da ordem Coleoptera, representantes da família Scarabaeidae possuem o hábito de depositar seus ovos em matéria fecal de diversas espécies de mamíferos. O desenvolvimento dessas larvas nesse local é importante para a decomposição e reciclagem dos nutrientes disponíveis neste tipo de ambiente. Este trabalho teve como objetivo inventariar a comunidade de insetos atraídos para massas fecais de equinos, identificar a sucessão desta comunidade durante os três dias consecutivos de exposição das fezes e comparar a fauna registrada em ambientes com diferentes usos do solo (mata e pastagem). A área de estudo se localiza em Rochedo, MS e se enquadra na classificação de Köppen como Aw – tropical úmido, com verão chuvoso e inverno seco. As coletas foram realizadas de junho de 2015 a abril de 2016, em expedições trimestrais, foram coletados 2072 espécimes de coleópteros, 22348 dípteros e 233 himenópteros. Em relação à dinâmica de visitação das fezes não foi observada diferença entre os ambientes de mata e pasto, todas as ordens coletadas apresentaram mais indivíduos na área de pasto e somente a ordem Diptera apresentou o mesmo número de famílias nas duas áreas, Coleoptera e Hymenoptera apresentaram mais famílias no pasto, contrariando dados de outros estudos. O dendograma de agrupamento não mostrou diferença na composição das famílias encontradas nas armadilhas.
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                            Taxonomia e distribuição de Cladocera (Crustacea: Diplostraca) na bacia do Rio Miranda, Mato Grosso do Sul
                            Curso Mestrado em Biologia Animal
                            Tipo Dissertação
                            Data 18/05/2017
                            Área ZOOLOGIA
                            Orientador(es)
                            • William Marcos da Silva
                            Coorientador(es)
                              Orientando(s)
                              • Lidiane Valeska Severino
                              Banca
                              • Lourdes Maria Abdu El-moor Loureiro
                              • Odete Rocha
                              • Ricardo Henrique Gentil Pereira
                              • Rodrigo Pires Dallacqua
                              Resumo Na Bacia do rio Miranda foram registradas 25 espécies de Cladocera em 23 pontos amostrais. Moina minuta foi a espécie mais frequente, seguida de Ilyocryptus spinifer e Macrothrix spinosa. Sididae, Daphniidae e Macrothricidae foram as famílias mais representativas em relação ao número de espécies, seguindo padrão de abundância similar aos estados de São Paulo e Minas Gerais, na região Sudeste. Treze espécies foram pouco frequentes ou de rara ocorrência. Foi elaborada chave de identificação das espécies encontradas e realizado o mapeamento da distribuição de espécies com frequência maior e menor que 25%
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                                Revisão Taxonômica e Variação Geográfica do Philydor rufum (Vieillot 1818) (Aves: Furnariidae)
                                Curso Mestrado em Biologia Animal
                                Tipo Dissertação
                                Data 28/04/2017
                                Área ZOOLOGIA
                                Orientador(es)
                                • Rudi Ricardo Laps
                                Coorientador(es)
                                  Orientando(s)
                                  • Sandro Paulino de Faria
                                  Banca
                                  • Claydson Assis
                                  • Marco Aurélio Crozariol
                                  • Sergio Roberto Posso
                                  • Vítor de Queiroz Piacentini
                                  Resumo Através das análises de coloração de plumagem e partes nuas, morfometria e distribuição geográfica, a taxonomia do limpa-folha-de-testa-baia, Philydor rufum (Vieillot, 1818) foi revisada e a validade da subespécie Philydor rufum chapadense (Zimmer, 1935) foi testada. As características diagnósticas propostas para Philydor rufum chapadense são refutadas e esta subespécie não é uma unidade taxonômica válida, devendo ser sinonimizada à Philydor rufum rufum.
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                                    Estrutura populacional, sobrevivência aparente e área de vida de Phrynops geoffroanus (Testudines, Chelidae) em um rio urbano
                                    Curso Mestrado em Biologia Animal
                                    Tipo Dissertação
                                    Data 27/04/2017
                                    Área ZOOLOGIA
                                    Orientador(es)
                                    • Luiz Gustavo Rodrigues Oliveira Santos
                                    Coorientador(es)
                                      Orientando(s)
                                      • Márcia Marrie Pinheiro Muller
                                      Banca
                                      • Flavio De Barros Molina
                                      • Laura Verrastro Vinas
                                      • Rafael Dettogni Guariento
                                      • Shirley Famelli da Costa
                                      Resumo Alterações no ambiente em consequência da urbanização permitem que poucas espécies consigam aí permanecer, contando-se entre elas alguns quelônios. Tais modificações, além das próprias características dos quelônios, provavelmente, influenciam nos parâmetros populacionais e nos padrões de movimento, como razão sexual, estrutura populacional, sobrevivência aparente e área de vida. O objetivo do trabalho foi analisar a estrutura populacional, sobrevivência aparente e área de vida de Phrynops geoffroanus em um rio urbano em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil. Realizei as coletas em quatro sessões de amostragem pelo método de captura-marcação-recaptura com armadilhas quadradas e, principalmente, armadilhas do tipo covo. Pelo modelo de população fechada de Huggins Full Heterogeneity, estimei a capturabilidade e sobrevivência aparente e, posteriormente, a abundância. Eu obtive as localizações da área de vida de treze indivíduos (7 fêmeas e 6 machos) por telemetria. O dimorfismo sexual foi a favor das fêmeas e a sobrevivência aparente foi alta para fêmeas, machos e jovens, sendo maior nas transições do período seco para o chuvoso. A abundância foi crescente ou estável ao longo das sessões, variando entre 31 e 121 indivíduos, com maior abundância de adultos e sem diferença na razão sexual. A alta sobrevivência aparente pode ter sido influenciada pelo pouco tempo de estudo em relação a longevidade de quelônios e/ou pelo comportamento residente dos cágados. Não houve efeito do tamanho do corpo nem do sexo no tamanho de áreas de vida. Esta ausência de efeito pode estar ligada ao baixo custo energético do deslocamento aquático ou a características individuais não mensuradas.
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                                        Diversidade e Taxonomia de Copepoda (Crustacea, Hexanauplia) na Bacia do Rio Miranda, Mato Grosso do Sul, Brasil
                                        Curso Mestrado em Biologia Animal
                                        Tipo Dissertação
                                        Data 27/04/2017
                                        Área ZOOLOGIA
                                        Orientador(es)
                                        • William Marcos da Silva
                                        Coorientador(es)
                                          Orientando(s)
                                          • Jéssica Delilo Duarte
                                          Banca
                                          • Edinaldo Nelson dos Santos-Silva
                                          • Gilmar Perbiche Neves
                                          • Gustavo Graciolli
                                          • Kennedy Francis Roche
                                          • Martha Angélica Gutierrez-Aguirre
                                          Resumo Uma avaliação das espécies de Copepoda com ocorrência na bacia do rio Miranda é apresentada, bem como uma chave taxonômica com ênfase nas características morfológicas mais importantes para identificação das espécies, visando facilitar a identificação e atualização da lista de espécies que ocorrem no estado de Mato Grosso do Sul. Foram analisados 23 corpos de água lênticos distribuídos nos limites da bacia. Um total de 10 gêneros e 23 espécies, sendo 18 de Cyclopoida e cinco de Calanoida, foram encontradas na bacia, suas localizações foram mapeadas através de pontos georreferenciados e assim foi feito o mapeamento das espécies mais frequentes e raras. As espécies mais representativas para Cyclopoida foram Microcyclops anceps e Thermocyclops decipiens e para Calanoida, Notodiaptomus deitersi.
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                                            Diversidade, taxonomia e conservação de anfíbios do estado do Tocantins
                                            Curso Mestrado em Biologia Animal
                                            Tipo Dissertação
                                            Data 31/03/2017
                                            Área ZOOLOGIA
                                            Orientador(es)
                                            • Diego Jose Santana Silva
                                            Coorientador(es)
                                              Orientando(s)
                                              • Leandro Alves da Silva
                                              Banca
                                              • Débora Leite Silvano
                                              • Felipe Sá Fortes Leite
                                              • Franco Leandro de Souza
                                              • Paula Hanna Valdujo
                                              Resumo A extensão da nossa compreensão a respeito da biodiversidade da Terra é continuamente desafiada por recorrentes descobertas de novas espécies e distribuições previamente não conhecidas para algumas linhagens, geralmente reveladas após amostragens em áreas pouco estudadas. De modo geral, essa é uma situação frequente no Neotrópico. Dentre os grupos de vertebrados, os anfíbios são conspicuamente diversificados na região Neotropical. No entanto, algumas áreas dessa região possuem a fauna de anfíbios pobremente conhecida, como o caso do estado do Tocantins. De fato, essa lacuna não é apenas de cunho geográfico, pois, como consequência do esforço amostral insuficiente nessa região, muitos grupos taxonômicos também são negligenciados. A presente dissertação abordou aspectos da diversidade, taxonomia e conservação de anfíbios do estado do Tocantins. Associando dados oriundos da literatura, amostragens em campo e análise de espécimes depositados em museus, nós encontramos uma rica comunidade de anfíbios com ocorrência para o Tocantins (90 espécies distribuídas em 14 famílias), a qual é composta por espécies compartilhadas entre diferentes domínios, em especial a Amazônia, a Caatinga e o Cerrado. Também encontramos diversos novos registros de espécies previamente não conhecidas para a região, bem como linhagens candidatas a espécies novas. Baseados na taxonomia integrativa, pudemos confirmar o status de espécies novas para alguns desses registros, e descrevemos formalmente três dessas espécies, uma pertencente ao gênero Hyalinobatrachium (Centrolenidae) e duas para o grupo Hypsiboas semilineatus (Hylidae). Ambas as espécies novas ocorrem em áreas de Cerrado, mas pertencem a linhagens de origem amazônica, e evidenciam a influencia da fauna amazônica sobre a biodiversidade do Cerrado. Nesse contexto, matas de galeria associadas à grandes bacias hidrográficas (e.g. Rios Tocantins e Araguaia), que conectam regiões nucleares dos domínios Amazônia e Cerrado, podem ter sido usadas como corredores de dispersão para essas linhagens. No presente trabalho, apresentamos o primeiro amplo esforço de amostragem de anfíbios para o estado do Tocantins, onde evidenciamos uma notável diversidade de espécies, oriunda de diferentes domínios brasileiros. A compilação de dados de diferentes origens (literatura, amostragens de campo e museus) e o uso da taxonomia integrativa foi crucial tanto para diagnosticar a notável diversidade de anfíbios do estado do Tocantins, quanto para descobrir e descrever as três espécies novas.
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                                                Taxonomia integrativa de Hydrodynastes gigas (Duméril, Bibron & Duméril, 1854) em diferentes bacias hidrográficas
                                                Curso Mestrado em Biologia Animal
                                                Tipo Dissertação
                                                Data 24/03/2017
                                                Área ZOOLOGIA
                                                Orientador(es)
                                                • Diego Jose Santana Silva
                                                Coorientador(es)
                                                  Orientando(s)
                                                  • Priscila Santos Carvalho
                                                  Banca
                                                  • Daniel Fernandes da Silva
                                                  • Marco Aurélio de Sena
                                                  • Paulo Gustavo Homem Passos
                                                  • Renato Silveira Bérnils
                                                  • Vanda Lucia Ferreira
                                                  Resumo A região Neotropical é caracterizada pela alta diversidade e presença de grandes bacias hidrográficas, que exercem um papel importante no padrão de distribuição e evolução da biota. Hydrodynastes gigas é uma espécie semiaquática e amplamente distribuída pela América do Sul. Utilizamos uma abordagem integrativa a fim de verificar o status taxonômico de H. gigas verificando se existe espécies crípticas sob este nome, e verificamos a validade taxonômica de Hydrodynastes melanogigas. Nós realizamos uma análise filogenética com mtDNA 16S (491 pb), análises de morfometria tradicional e morfometria geométrica, análise merística e morfologia hemipeniana das populações de H. gigas. Nossos resultados moleculares revelaram que H. gigas é uma espécie amplamente distribuída pela América do Sul com baixa diversidade genética e haplotípica, fato este também corroborado pelos resultados morfológicos. Não foi possível separar as espécies H. gigas e H. melanogigas com base nos caracteres merísticos e morfométricos (MANOVA), enquanto que a morfometria geométrica distingue as duas espécies. Este resultado precisa ser visto com cautela, logo que uma análise molecular é imprescindível para verificar o status taxonômico de H. melanogigas. A discreta estruturação geográfica observada em H. gigas e a ausência da mesma em H. bicinctus é comumente encontrada em espécies com alto potencial de dispersão. Provavelmente, o fato das duas espécies serem semiaquáticas, generalistas e, de grande porte permite que elas consigam forragear satisfatoriamente no ambiente aquático e terrestre, proporcionando assim maior dispersão, principalmente pelos rios, e promovendo o fluxo gênico entre as populações.
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                                                    Caracterização dos metazoários parasitos e da dieta de Scinax fuscovarius (Anura: Hylidae) em uma região da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Brasil
                                                    Curso Mestrado em Biologia Animal
                                                    Tipo Dissertação
                                                    Data 15/03/2017
                                                    Área ZOOLOGIA
                                                    Orientador(es)
                                                    • Luiz Eduardo Roland Tavares
                                                    Coorientador(es)
                                                      Orientando(s)
                                                      • Isabela Caroline Oliveira da Silva
                                                      Banca
                                                      • Diego Jose Santana Silva
                                                      • Fabricio Hiroiuki Oda
                                                      • Reinaldo José da Silva
                                                      • Ricardo Massato Takemoto
                                                      Resumo Scinax fuscovarius é um anuro da família Hylidae, amplamente distribuído nas regiões Centro Oeste, Nordeste e Sudeste do Brasil, também na Argentina, Paraguai e Bolívia. Estudos realizados com espécimes coletadados no Paraguai, Peru, e Brasil (nos estados do Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, e São Paulo) reportam 10 espécies de metazoários parasitos para este hylideo, sendo 7 nematodas, 1 acantocéfalo, 1 cestoda e uma espécie de oligoqueta endoparasito. Com 2 espécies sem registros de localidade. Neste contexto, este estudo descreve a composição dos metazoários parasitos de S. fuscovarius na região da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Brasil. Foram coletados 75 espécimes por busca ativa noturna, em outubro e novembro de 2015, e abril e maio de 2016, no Parque Nacional da Serra da Bodoquena. Quarenta e três (57,3%) estavam parasitados com pelo menos uma das 19 morfoespécies de metazoários parasitos encontrados, sendo 11 os nematodas em estágio adulto (Ascarididae gen. sp., Aplectana lopesi, Cosmocerca brasiliense, Cosmocerca parva, Cosmocercidae gen. sp., Nematoda gen. sp., Oxyascaris caudacutus, Philometridae gen. sp., Rhabdias sp., Rhabdias cf. elegans e Rhabdias cf. fuelleborni), três em estágio larval (Aplectana sp., Cosmocercoidea fam. gen. sp. e Spirurida fam. gen. sp.), dois trematodas (Mesocoelium monas e metacercária tipo Neascus), procercóides de cestoda (Proteocephalidea fam. gen. sp.), ácaros em fase larval (Eutrombicula sp.), e os oligoquetas (Dero (Allodero) lutzi). Os metazoários parasitos A. lopesi, C. brasiliense, C. parva, Cosmocercidae gen. sp., Oxyascaris caudacutus e o oligoqueta D. (A.) lutzi já possuem registros em S. fuscovarius no Paraguai, Peru e Brasil nos estados do Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná. Assim a ocorrência destas morfoespécies de parasitos na região da Serra da Bodoquena representa um novo registro de localidade para esta espécie de hospedeiro, e S. fuscovarius também é um novo hospedeiro para as demais 13 morfoespécies de parasitos encontrados.
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                                                        Diversidade e genética populacional de abelhas solitárias (Hymenoptera: Apidae) do Cerrado e Pantanal de Mato Grosso do Sul
                                                        Curso Mestrado em Biologia Animal
                                                        Tipo Dissertação
                                                        Data 14/03/2017
                                                        Área ZOOLOGIA
                                                        Orientador(es)
                                                        • Rodrigo Pires Dallacqua
                                                        Coorientador(es)
                                                          Orientando(s)
                                                          • Edivan dos Santos Mendes
                                                          Banca
                                                          • Douglas de Araujo
                                                          • Rodrigo Aranda
                                                          • Rogerio Silvestre
                                                          • Tiago Mauricio Francoy
                                                          • William Fernando Antonialli Júnior
                                                          Resumo As abelhas constituem um dos grupos de polinizadores de maior importância em ecossistemas tropicais. Estima-se que 85% de todas as espécies de abelhas sejam solitárias. Dentre várias metodologias para inventariar a fauna de abelhas com este hábito de vida, os ninhos-armadilha e as iscas-odor possibilitam a obtenção de informações importantes acerca de biologia das espécies amostradas. O presente trabalho teve como objetivo estudar a diversidade de espécies de himenópteros que nidificam em cavidades pré-existentes, bem como das espécies de euglossíneos, em três fragmentos de Cerrado localizados no perímetro urbano da cidade de Campo Grande/MS. Para tanto, foram confeccionados dois tipos de ninhos-armadilha: Gomos de Bambu e Tubos de Papel Color 7 com diâmetro e espessuras variáveis. Adicionalmente, iscas odor foram oferecidas com oito essências voláteis distintas nos mesmos pontos de coleta, para captura de machos de euglossíneos. Entre setembro de 2015 e Agosto de 2016, foram coletados 63 ninhos, 52 deles fundados por vespas pertencentes à seis famílias e 11 fundados por abelhas de dois gêneros, Centris (Apidae) e Coelioxys (Megachilidae). Com as iscas-odor foram capturados 266 machos de euglossíneos, pertencentes a 11 espécies. Euglossa carolina, Eulaema nigrita e Euglossa melanotricha foram as espécies mais abundantes. Os dados adquiridos são importantes na expansão do conhecimento acerca da distribuição das espécies presentes nas áreas de Cerrado estudadas, oferecendo dados sobre estrutura de ninhos e biologia de nidificação das espécies capturadas, além um panorama geral das espécies de euglossíneos presentes nas áreas.
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                                                            Descrição da morfologia externa de pupários de dípteros estreblídeos e infracomunidades de Streblidae e Nycteribiidae (Diptera) sobre morcegos numa área de ecótono entre Cerrado e Mata Atlântica no Estado de Mato Grosso do Sul
                                                            Curso Mestrado em Biologia Animal
                                                            Tipo Dissertação
                                                            Data 07/03/2017
                                                            Área ZOOLOGIA
                                                            Orientador(es)
                                                            • Marcelo Oscar Bordignon
                                                            Coorientador(es)
                                                              Orientando(s)
                                                              • Guilherme Douglas Piel Dornelles
                                                              Banca
                                                              • Analía Gladys Autino
                                                              • Ana Maria Rui
                                                              • Ludmilla Moura de Souza Aguiar
                                                              • Luiz Eduardo Roland Tavares
                                                              Resumo Streblidae e Nycteribiidae são famílias de moscas hematófagas ectoparasitas obrigatórias de morcegos. Entre abril de 2015 e agosto de 2016 capturamos morcegos e coletamos seus respectivos ectoparasitos numa área de transição entre Cerrado e Mata Atlântica no Sudeste de Mato Grosso do Sul, além de capturas ocasionais na Base de Estudos do Pantanal da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. As capturas no sudeste do estado foram com o objetivo de coletar o pupário de diferentes espécies de Streblidae e Nycteribiidae, e consequentemente descrever as infracomunidades dessas moscas. As coletas no pantanal visaram aumentar número de pupários de espécies diferentes. Com isso, descrevemos a morfologia externa do pupário de oito espécies de moscas estréblidas e elaboramos uma chave de identificação, além de descrever índices ecológicos quantitativos, prevalência e intensidade média de infestação, das infracomunidades encontradas.
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                                                                Comunidade de morcegos (Mammalia, Chiroptera) em uma paisagem fragmentada no Sudeste de Mato Grosso do Sul
                                                                Curso Mestrado em Biologia Animal
                                                                Tipo Dissertação
                                                                Data 06/03/2017
                                                                Área ZOOLOGIA
                                                                Orientador(es)
                                                                • Marcelo Oscar Bordignon
                                                                Coorientador(es)
                                                                  Orientando(s)
                                                                  • Anderson Odon Pereira
                                                                  Banca
                                                                  • Erich Arnold Fischer
                                                                  • Gustavo Graciolli
                                                                  • Margareth Lumy Sekiama
                                                                  • Ricardo Moratelli Mendonça da Rocha
                                                                  Resumo Os morcegos são um grupo com grande diversidade de espécies e hábitos alimentares, possuindo grande importância ecológica. Como a antropização pode causar efeitos diversos nas comunidades animais e o cerrado é um domínio que vem sofrendo grandes alterações, este trabalho teve por objetivo avaliar como a comunidade de morcegos se distribui nas diferentes formações de uma área alterada de cerrado. Foram realizadas 36 noites de amostragem com redes de neblina entre 2015 e 2016, 18 na estação seca e 18 na chuvosa, totalizando um esforço amostral de 23.328 m².h. distribuídos igualmente entre três formações: fragmento grande, mata ciliar e fragmentos pequenos. Foram comparadas a taxa de captura, diversidade, similaridade e as guildas alimentares encontradas entre as três áreas amostradas. No total, 452 morcegos de 17 espécies distribuídas em quatro famílias foram capturados, sendo a espécie mais abundante Artibeus planirostris (n=126). Não foram encontradas diferenças significativas na taxa de captura e na diversidade entre as áreas, porém houve variações na presença das guildas alimentares entre elas. Frugívoros foram mais abundantes nas três áreas, e não houve captura de animalívoros nos fragmentos pequenos e de hematófagos no fragmento grande. As formações com maior similaridade foram o fragmento grande e os fragmentos pequenos, enquanto as formações com menor similaridade foram a mata ciliar e os fragmentos pequenos. A riqueza encontrada para as três áreas foi bem próxima da riqueza estimada pelo índice Chao-1.
                                                                  Download
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                                                                    Curso Mestrado em Biologia Animal
                                                                    Tipo Dissertação
                                                                    Data 03/03/2017
                                                                    Área ZOOLOGIA
                                                                    Orientador(es)
                                                                    • Rafael Dettogni Guariento
                                                                    Coorientador(es)
                                                                      Orientando(s)
                                                                      • Eduardo Oliveira Pacheco
                                                                      Banca
                                                                      • Diego Jose Santana Silva
                                                                      • Roger Paulo Mormul
                                                                      • Rose Marie Hoffmann de Carvalho
                                                                      Resumo Nos últimos anos tem-se demonstrado grande interesse em como as respostas dos organismos a diferentes distúrbios ambientais influenciam o desempenho e no sucesso dos indivíduos, das espécies e das populações. A plasticidade fenotípica é reconhecida como uma estratégia chave que permite aos organismos responderem às variações ambientais de forma adaptativa ou não adaptativa, dependendo do ambiente onde ela é expressa. Nesse cenário, as respostas plásticas induzidas por predadores recebem grande atenção, uma vez que a presença de predadores no ambiente afeta diretamente a aptidão. No entanto, estudos sobre efeitos de risco (non-consumptive effects – NCE) nas interações predador-presa mostraram que as NCE têm grande influência na população de presas, muitas vezes maior que os efeitos do consumo direto. Nesse tipo de estudo, os anuros são modelos amplamente utilizados, uma vez que desenvolvem respostas plásticas rápidas em morfologia, fisiologia e comportamento quando expostos a variações ambientais. Neste trabalho, através de dois experimentos independentes, eu apresento os mecanismos pelos quais o risco de predação afeta a dinâmica comportamental e morfológica dos girinos como presas e como outros fatores ambientais podem influenciar estas dinâmicas. No experimento um, manipulamos a distribuição espacial de predadores e recursos no espaço e observamos como a distribuição, atividade e morfologia de girinos de Rhinella schneideri eram afetadas. Observamos que girinos incorporam não apenas a quantidade de recursos mas também a presença de predadores na avaliação de manchas para forrageamento. Somado a isso, foi observado que o risco de predação afeta significativamente o comportamento e morfologia de girinos, e essas respostas levariam a diminuição do ciclo de vida destes organismos dentro do habitat aquático. No experimento dois, manipulamos a quantidade de alimento disponível para os girinos e cruzamos essa variação com o risco de predação e observamos como a competição por recurso e o risco de predação induzem a plasticidade morfológica de girinos de R. schneideri. Nesse cenário, os girinos apresentaram restrições de desenvolvimento ontogenético, além de apresentarem diminuição do ciclo de vida larval em resposta à condição de estresse.
                                                                      Download
                                                                        Análise citogenética de três espécies de aranhas do gênero Aglaoctenus Tullgren, 1905 (Entelegynae, Lycosidae, Sosippinae)
                                                                        Curso Mestrado em Biologia Animal
                                                                        Tipo Dissertação
                                                                        Data 17/02/2017
                                                                        Área ZOOLOGIA
                                                                        Orientador(es)
                                                                        • Douglas de Araujo
                                                                        Coorientador(es)
                                                                          Orientando(s)
                                                                          • Mariana Bessa Sanches
                                                                          Banca
                                                                          • Adilson Ariza Zacaro
                                                                          • Ana Lúcia Dias
                                                                          • Marielle Cristina Schneider
                                                                          • Renata da Rosa
                                                                          • Rodrigo Pires Dallacqua
                                                                          Resumo Lycosidae é a quinta maior família dentro de Araneae e, apesar de parecer que a grande maioria das espécies é relativamente homogênea do ponto de vista cromossômico, com 2n♂=28=26+X1X2, resultados preliminares em glaoctenus lagotis (Sosippinae) revelaram 2n♂=14=12+X1X2, um número diploide extremamente incomum para a família. Este achado sugere que rearranjos devem ter ocorrido para a redução do número cromossômico a partir de um ancestral. A análise citogenética de espécies de Aglaoctenus poderia mostrar se um baixo número diploide é uma sinapomorfia para o gênero, reforçando a sua monofilia, ou se é uma característica de apenas uma ou algumas espécies do gênero. Sendo assim, o objetivo desta pesquisa foi discutir a citotaxonomia e hipóteses sobre padrões evolutivos cromossômicos para três espécies do gênero Aglaoctenus: A. lagostis, A. castaneus e A. oblongus. As gônadas, utilizadas para obtenção das preparações cromossômicas, foram tratadas com colchicina 0,16% (2 h), hipotonizadas em água de torneira (15 min) e fixadas em Carnoy I. Foram aplicadas as técnicas de coloração convencional (Giemsa), obtenção de bandas C/DAPI e impregnação das regiões organizadoras de nucléolo pelo nitrato de prata (Ag-RON). Além disso, foram realizadas medidas do comprimento cromossômico total (TCL) do cariótipo diploide das três espécies. Os resultados mostraram que A. lagotis e A. castaneus possuem 2n♂=14=12+X1X2 e A. oblongus possui 2n♂=28=26+X1X2. Nas três espécies os cromossomos possuem morfologia telocêntrica. Em A. lagotis é nítida uma constrição secundária intersticial no par 2 e a presença de um cromossomo, pertencente ao par 4, com uma região heteropicnótica negativa distal, características também observadas nos mesmos pares em A. castaneus, mas de forma menos proeminente. A impregnação pelo nitrato de prata revelou duas regiões organizadoras de nucléolo (RONs), uma em cada elemento do par cromossômico 4, todas distais, coincidentes com as regiões heteropicnóticas negativas observadas em coloração convencional, em metáfases oogoniais de A. lagotis e espermatogoniais de A. castaneus. Em A. oblongus foram encontradas cinco RONs, uma em um cromossomo do par 4, uma em cada cromossomo do par 7 e uma em cada elemento do par 11, todas terminais. As células submetidas ao bandeamento C e posteriormente coradas com DAPI revelaram marcações C/DAPI positivas centroméricas e teloméricas de forma nítida em quase todos os cromossomos das metáfases espermatogoniais de A. lagotis. É possível ainda verificar a presença de marcações C/DAPI positivas na região intersticial dos cromossomos do par 2 desta espécie, coincidentes com a constrição secundária. Nas metáfases oogoniais de A. castaneus o padrão das bandas C/DAPI positivas foi basicamente entromérico, com marcação adicional na região distal de um dos autossomos pertencentes ao par 4, coincidente com a região heteropicnótica negativa vista em coloração convencional. Em A. oblongus as metáfases espermatogoniais apresentaram marcações puntiformes C/DAPI positivas intersticiais nos dois maiores cromossomos do cariótipo, além de marcações centroméricas e teloméricas eventuais. Os TCLs das três espécies não foram estatisticamente diferentes (Kruskal–Wallis, p=0,197), indicando que os rearranjos que culminaram na diminuição do número diploide em A. lagotis e A. castaneus não envolveram perda ou ganho significativo de material genético. A origem do cariótipo 2n♂=14=12+X1X2, de A. lagotis e A. castaneus pode ter ocorrido a partir do 2n♂=28=26+X1X2, encontrado em A. oblongus, por eventos de fusão in tandem. A intepretação dos resultados apresentados indica a possibilidade do baixo número diploide (2n♂=14) ser uma sinapomorfia do gênero Aglaoctenus, já que a única das três espécies que mostrou 2n♂=28 (A. oblongus), na verdade estava anteriormente no gênero Trochosa, o qual também já possui uma espécie com 2n♂=28, além de duas outras com 2n♂=26, com cariótipos já descritos na literatura. Para confirmar essa hipótese, seria importante analisar citogeneticamente outros representantes, tanto de Aglaoctenus quanto dos outros três gêneros de Sosippinae. Além disso, a construção de uma hipótese filogenética para esta subfamília facilitaria a discussão dos dados cromossômicos, pois mostraria a posição evolutiva de A. oblongus no grupo. Os resultados sugerem uma maior proximidade evolutiva entre A. castaneus e A. lagotis (2n♂=14) do que entre qualquer uma dessas duas espécies e A. oblongus (2n♂=28).
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